Governo ignora destruição de mata ciliar


Pantanal

Mato Grosso do Sul é conhecido mundialmente pelas suas riquezas naturais. Entretanto, em 30 anos de existência, o Estado não tem programa estadual para recomposição da vegetação que protege as margens dos principais rios e nem possui estudos sobre as áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal degradadas. O caso mais grave, entretanto, está na Bacia do Alto Paraguai, onde o Rio Taquari, principal afluente do Paraguai, agoniza sob sedimentos oriundos da degradação da mata ciliar.Sem o inventário florestal de Mato Grosso do Sul, o promotor do Meio Ambiente, Alexandre Lima Raslan, alertou que a falta de controle sobre as condições ambientais nas bacias dos rios e de política eficiente pela preservação de matas ciliares colocam o Estado em risco de sofrer o "apagão florestal". De acordo com o promotor, conforme relatório do Núcleo das Promotorias de Justiça do Pantanal e da Bacia do Paraná, entre 2003 e 2005 foram emitidas 3.334 autorizações para desmatamento no Estado, totalizando 555,5 mil hectares.Esses números, segundo Raslan, ainda não foram atualizados nos últimos dois anos. Para ele, a situação de desmatamento pode ainda ser pior, porque essas estatísticas revelam somente a derrubada autorizada. "O avanço do desmatamento, se continuar nesse ritmo e sem política de zoneamento, teremos o apagão florestal. As pessoas precisam entender que pode haver desenvolvimento com o respeito ao Meio Ambiente", enfatizou.O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) admitiu que não há no Estado a contagem das áreas de preservação permanente, da reserva legal e nem informações de recuperação da mata ciliar, que prevê, no mínimo, em 30 metros de cada margem de qualquer curso d’água do córrego o plantio de mudas nativas e a 50 metros das nascentes ou áreas úmidas, dependendo da largura dos rios até mais espaços, chegando a 100 metros. "Existem centenas de rios comprometidos. Os números (de quantas áreas precisam ser recuperadas) são complicados. É um levantamento que precisa de recursos, existem milhares de ramificações de córregos da rede pluvial", comentou o chefe de Divisão da Proteção Ambiental do Ibama, Jânio Marques da Silva. A atribuição de fiscalizar as áreas de preservação ambiental, que incluem a mata ciliar, fica sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac). Mas não há clareza em estatísticas sobre essa autuação.O superintendente de Meio Ambiente e Recursos Humanos, Roberto Ricardo Machado Gonçalves, 49, reconheceu que não existem estimativas sobre áreas que precisam ser recuperadas. "Infelizmente essa é uma informação de difícil obtenção. Sabemos, entretanto, que a situação é bastante preocupante e, por isso mesmo, merecedora de atenção especial", disse.

fonte: maracujanews

Antártica: derretimento do gelo aumenta 75%



Em uma década, o aquecimento global causou um aumento de 75% no derretimento anual da calota polar da Antártica, segundo o estudo mais detalhado já feito até hoje sobre o assunto.

Os cientistas, liderados pela Agência Espacial Americana (NASA) usaram imagens de satélite para calcular a velocidade do derretimento.

Em 2006, as geleiras do continente despejaram cerca de 192 bilhões de toneladas de gelo no mar, calculam os pesquisadores.

A parte ocidental da calota foi a que mais perdeu, 132 bilhões de toneladas.

Consenso
As geleiras na parte leste ainda estão estáveis mas os cientistas dizem que, mesmo nesta região do continente, existem sinais de que o frágil equilíbrio pode estar ameaçado.

"Na parte leste, a perda é quase zero, mas o derretimento de sua região costeira, que é potencialmente instável, preocupa", dizem os pesquisadores no estudo, publicado neste domingo na revista científica online Nature Geoscience.

As geleiras da Antártica concentram cerca de 70% da água potável do planeta.

O cientista David Vaughan, integrante da equipe britânica de pesquisas na Antártica, disse que, após anos de dúvidas, está surgindo agora um consenso de que o continente contribui para o aumento do nível do mar.

"Todos os métodos concordam sobre onde as mudanças ocorrem, embora ainda existam alguns desentendimentos menores a respeito da velocidade das transformações", disse ele à agência de notícias AFP.

"Vamos precisar mais deste tipo de estudo, quantificando as mudanças, e mais pesquisas sobre o gelo, para determinar porque as mudanças estão ocorrendo."

Greenpeace afasta frota baleeira japonesa da área de caça na Antártica

Depois de uma perseguição em alta velocidade por centenas de quilômetros em meio à névoa e mar revolto, o navio Esperanza do Greenpeace conseguiu levar a frota baleeira japonesa para fora da área de caça no Oceano Antártico.

Após encontrar a frota às margens do continente antártico, o Esperanza perseguiu o navio-fábrica Nisshin Maru na marca da latitude 60º - o limite da região de caça - sendo seguido pelo baleeiro Yushin Maru.

"Viemos aqui interromper a caça dos baleeiros japoneses e estamos conseguindo isso. Agora que eles estão fora da área de caça, que se mantenham longe", afirmou Sakyo Noda, do Greenpeace Japão que está a bordo do Esperanza.

Suspeita-se que a frota baleeira pretende reabastecer em breve e desembarcar a carne de baleia que já foi processada no navio-tanque Oriental Bluebird, de bandeira panamenha - um navio que não tem licença para fazer parte da frota baleeira.

O Nisshin Maru tem no momento cerca de 4 mil toneladas de carne de baleias estocadas de expedições anteriores. "Eles estão traficando carne de baleia que não é desejada no Japão", afirmou Karli Thomas, líder da expedição do Esperanza na Antártica.

"O Oriental Bluebird já fez isso aqui na Antártica no passado. Não é um navio registrado como parte da frota baleeira e portanto não deveria estar aqui", denunciou Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil, que também está a bordo do Esperanza.

Greenpeace confronta baleeiros japoneses na Antártica


Navio Esperanza, do grupo ambientalista, está na região para impedir que o Japão caçe cerca de mil baleias em nome de uma pesquisa científica criticada por diversos países.



Antártica, 11 de janeiro de 2008 – Depois de quase dois meses de procura, o navio Esperanza, do Greenpeace, encontrou nesta sexta-feira com a frota baleeira do Japão no Santuário de Baleias da Antártica.
A frota baleeira imediatamente se afastou do Esperanza, que neste momento está em perseguição em alta velocidade. Enquanto os navios japoneses estiverem nessa velocidade, ficam impossibilitados de caçar. Se eles tentarem começar a caça, a tripulação internacional de ativistas do Esperanza vai promover ações diretas não-violentas para prevenir a matança de quase mil baleias, incluindo 50 da espécie fin, ameaçada de extinção.
Num comunicado transmitido por rádio para a frota baleeira, em japonês e inglês, da campanha de Baleias do Greenpeace Japão, Sakyo Noda, afirmou: “Nossa embarcação e tripulação estão aqui no Oceano Antártico para condenar sua caçada, que inclui espécies ameaçadas, e para insistir que deixem a região e retornem ao porto imediatamente. A sua caçada científica é uma farsa e foi considerada inútil pela Comissão Internacional Baleeira (CIB). Pesquisas científicas modernas sobre baleias não requerem que se mate elas.”
Quando a frota baleeira japonesa partiu do porto de Shimonoseki, em novembro passado, o governo do Japão confirmou que o propósito por trás de seu ‘programa científico’ é na verdade um disfarce para retomar a caçada comercial.
“O povo japonês não apoia a caça de baleias, que vem sendo feita em seu nome e com seu dinheiro de impostos”, afirmou Junichi Sato, coordenador da campanha de baleias do Greenpeace Japão.
Uma pesquisa independente feita pelo Nippon Research Centre em junho de 2006 (http://www.greenpeace.org/international/press/reports/whaling-poll-japan) aponta a posição contrária do povo japonês à caça de baleias.
“O programa de caça científica do governo japonês é uma vergonha. Não há lugar para caça de baleia na Antártida. A Antártida deve ser um lugar para a paz e a ciência, e o que a frota baleeira está fazendo aqui não é ciência”, afirma Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de baleias do Greenpeace Brasil e chefe de pesquisa no navio Esperanza.
Leandra está disponível para entrevistas diretamente do navio Esperanza, na Antártica, por telefone via satélite. Requisições devem ser feitas à assessoria de imprensa do Greenpeace Brasil.
Essa é a nona expedição do Greenpeace ao Oceano Antártico para defender as baleias. A última foi realizada em fevereiro de 2007, quando o Esperanza escoltou o Nisshin Maru, navio-fábrica da frota baleeira japonesa, até a saída do Oceano Antártico, após um incêndio que destruiu a embarcação e matou um de seus tripulantes.



fonte:Barrigaverde

O Planeta sem agua




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Dicas Ecologicas

1. TAMPE SUAS PANELAS ENQUANTO COZINHA.
Parece obvio, ao tampar suas panelas enquanto cozinha,voçê aproveita o calor que simplesmente se perderia no ar e assim economiza energia.

2. USE UMA GARRAFA TERMICA COM AGUA GELADA.
Compre daquelas garrafas termicas de acampamento, de 2 ou 5 litros. abasteça de agua bem gelada com uma bandeja de cubos de gelo pela manhã, assim voçê tera agua gelada até a noite evitando o abre-fecha da geladeira toda vez que alguem quiser beber um copo dagua.


3.APRENDA A COZINHAR EM PANELA DE PRESSÃO.
Acredite da pra cozinhar tudo em panela depressão Feijão o, arroz, macarrão, carne, peixe etc...Muito mais rapido e economizando 70% de gaz.

O PRIMEIRO VÕO Austrália-Antártica



Histórica viagem teve avião especialmente construido para operar no gelo
O primeiro vôo regular da história entre a Austrália e a Antártida foi realizado com êxito na operação completada hoje com um avião Airbus A319 especialmente construido para decolar e aterrisar em pista de gelo. Esta primeira viagem foi feita por cientistas e profissionais técnicos, ainda exclusivamente para fins científicos. A utilização como turismo será um passo futuro. O ministro australiano do meio ambiente, Peter Garret, ex-líder da banda de rock Midnight Oil, foi um dos 19 passageiros do vôo que percorreu 3,4 mil km. entre Hobart, capital da Tasmania, até a estação glacial de Casey, na Antártida.A pista de gelo, de 4 quilômetros de extensão, está a 65 km de distância da base.Para uma viagem de barco entre Hobart e Casey, são necessárias cerca de duas semanas. A rota aérea permitirá um maior intercâmbio cientifíco internacional com a região e, depois, destinação turística.

fonte: Brasilturis

Rompimento de barragem pode alagar municípios em Rondônia

Brasília - Parte da barragem da pequena central hidrelétrica de Apertadinho, em Vilhena (RO), rompeu na tarde de hoje (9), de acordo o Corpo de Bombeiros. A água deverá atingir principalmente os municípios de Pimenta Bueno e Cacoal, no sudeste do estado.
De acordo com o sargento Marcelo Ferreira, até as 21h45 a água não havia chegado ao Vale do Apertadinho, a 20 quilômetros da barragem, mas o Corpo de Bombeiros e a prefeitura de Pimenta Bueno estão retirando moradores das áreas que correm risco de inundação. “Temos informações que a tromba d'água pode chegara a seis ou sete metros de altura. Algumas pessoas estão resistindo, mas a maioria está desocupando as casas”, contou.
O lago da barragem de Apertadinho tem capacidade total para 114 milhões de litros de água, segundo o Corpo de Bombeiros. A região da central hidrelétrica fica a cerca de 500 quilômetros da capital, Porto Velho.

fonte: Radiobras

Projetos dos bancos em defesa do meio ambiente são só marketing

Cada vez mais, empresas procuram associar seus produtos e marcas à ações sociais e de defesa do meio ambiente. O objetivo é sensibilizar os consumidores e construir uma imagem de ''empresa responsável''. Entretanto muitas delas, como os bancos, não possuem de fato ações que apresentem resultados relevantes. Na verdade, empresários estão transformando tímidas ações socioambientais em gigantescas campanhas de marketing.

Segundo Gustavo Pimentel, gerente de Eco-Finanças da Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), a prática é conhecida como greenwash, que significa “maquiagem verde”. Segundo ele as empresas “não têm a mínima intenção de ser, mas apenas de parecer”.


Sustentabilidade


A prática tem sido bastante utilizada no setor financeiro. O Unibanco, em sua mais nova campanha, resumiu que “para investir em sustentabilidade, o Unibanco escolheu investir no jovem. Porque tudo que você investe no jovem gera retorno”. O comercial, veiculado por grandes emissoras de televisão, termina sem apresentar nenhuma ação, projeto realizado ou qualquer resultado. Apesar disso, o banco diz investir em sustentabilidade há 25 anos.


O HSBC preserva áreas de florestas do sul do país para compensar o gás carbônico emitido no dia a dia pelos veículos e casas de seus clientes de seguros. No entanto, a preservação não induz o cliente a reduzir suas emissões, ou aplicar descontos no seguro de acordo com o nível de emissões. Da mesma forma funciona o fundo de renda fixa Itaú Ecomudança, que doa parte da taxa de administração para a neutralização de carbono do investidor. A página do fundo indica quanto é necessário investir para neutralizar todas as emissões individuais: “caso você não disponha do total do valor sugerido para a aplicação, invista parte dos seus recursos no Fundo Itaú Ecomudança RF e pense como pode mudar seus hábitos para reduzir as suas emissões”.


“Trata-se tecnicamente de um análogo da ‘indulgência’, ferramenta desenvolvida pela igreja durante a era medieval para inspirar a adesão dos cidadãos de posse. Incidentalmente, para os cidadãos sem posse havia a fogueira”, afirma o empreendedor de negócios sustentáveis Ricardo Peres.


Já o Bradesco, que segundo a consultoria Interbrands possui uma das marcas mais valiosas do país, acabou de lançar o “Banco do Planeta”, uma ação para aglutinar suas iniciativas socioambientais, com grande campanha publicitária na TV, rádio, jornais e revistas. “O Bradesco usa a sustentabilidade como estratégia de marketing, ao invés de inseri-la paulatinamente nos negócios”, comenta Pimentel.


Na prática


A rede internacional de ONGs BankTrack que monitora o setor financeiro, lançou em dezembro o relatório Mind the Gap, que avalia a jornada dos bancos rumo à sustentabilidade. Foram analisados 45 bancos de todos os continentes, inclusive os brasileiros Banco do Brasil, Bradesco e Itaú. Os dados mostram que, na prática, as ações dos bancos são ínfimas, apesar de terem avançado com relação ao último levantamento, em 2006. Na verdade, as ações socioambientais dos bancos são meros factóides.


Fonte:Vermelho/ Bancários do Rio

Saco de lixo pode ter de utilizar material biodegradável

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1494/07, do deputado Edson Santos (PT-RJ), que obriga o uso de embalagem biodegradável para todos os tipos de resíduos sólidos (lixo). O objetivo é impedir o emprego de sacolas e sacos de plásticos. O autor explica que o plástico convencional contém resina sintética originária do petróleo, o que impede sua absorção pela natureza.

O texto determina que todas as embalagens para lixo sejam de material oxibiodegradável, que possibilita degradação inicial por oxidação acelerada por meio da luz e do calor. Após essa fase inicial, as embalagens podem ser decompostas e absorvidas pelo solo, sem deixar resíduos. Outra alternativa contida na proposta é a utilização de material sintético, desenvolvido por tecnologia específica para permitir a decomposição em água, dióxido de carbono e biomassa em pequenas quantidades.

Esse tipo de material apresenta todas as características do plástico, como resistência e impermeabilidade, mas pode ser decomposto pela natureza no prazo máximo de dois anos, sem causar danos à saúde e ao ambiente.

O deputado cita iniciativas de países como Inglaterra e Canadá, que resultaram na produção de plásticos ecologicamente corretos, que permitem a biodegradação. No Brasil, o deputado destaca iniciativas em andamento no Paraná e no Rio de Janeiro, com fábricas de plástico oxibiodegradável. Pelo projeto, os estabelecimentos comerciais e indústrias e os usuários terão um ano para adotar a medida, após aprovação da lei.

Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência em conjunto com o PL 121/03, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Antes da votação do Plenário, ele deverá ser analisado conjuntamente pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

fonte: Portaldacamara

Natureza