A população mundial está esperando ações urgentes para combater as mudanças climáticas mas no encontro do G8, três homens estão barrando qualquer progresso. O Primeiro Ministro do Canadá Stephen Harper, Primeiro Ministro do Japão Yasuo Fukuda e o Presidente dos EUA George W. Bush, se recusam a discutir metas contra o aquecimento global para 2020. A comunidade científica já nos alertou para a crise climática. Não podemos esperar um desastre acontecer para que os chefes de estado assumam a responsabilidade e tomem uma atitude. Se a ciência não basta para chamar a atenção dos governantes, vamos tentar algo diferente: o esculacho. A Avaaz criou um anúncio de pagina inteira que será publicado no Financial Times, chamando a atenção do Harper, Fukuda e Bush para a irresponsabilidade, para não dizer infantilidade, com que eles têm tratado as questões climáticas. No anúncio, desafiamos as “Hello Kiddies” a amadurecerem e se responsabilizarem pelo planeta. Exemplares do jornal serão entregues a todas as pessoas presentes no encontro do G8. É um anúncio audacioso porém com uma mensagem séria – nos ajude a dar destaque á campanha, endosse o anúncio, clique no link:
http://www.avaaz.org/po/g8_2020_targets/18.php?cl=108926556
As mudanças climáticas serão um assunto chave nas eleições do Canadá. Nos EUA as políticas climáticas do sucessor do Bush ainda estão sendo formuladas, baseadas nos resultaods das negociações internacionais. Fukuda também enfrenta uma forte oposição política que o questiona regularmente a este respeito. Por isso os nossos esforços no encontro do G8 terão um grande impacto nestes três países. Cabe a nós levantarmos a voz uma vez mais, apóie essa campanha:
http://www.avaaz.org/po/g8_2020_targets/18.php?cl=108926556
08/07/2008
Ajudem a não estragarem o clima
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Marcadores: meio ambiente, politica ambiental
Automóvel eléctrico da Nissan/Renault vai revolucionar o mundo!
Vai iniciar-se a revolução dos carros, e, a partir de portugal!
A Nissan-Renault vai apresentar o modelo eléctrico do seu automóvel que vai revolucionar todo o mercado automóvel e inclusivamente a economia dos combustíveis”
Segundo Basílio Horta, O presidente da Agência para o Comércio Externo de Portugal (AICEP), o novo automóvel eléctrico, que o consórcio Nissan-Renault apresenta na quarta-feira em Portugal, “vai revolucionar” o mercado automóvel e a economia dos combustíveis.
Ainda não há a certeza que o novo automóvel da Renault/Nissan que tem uma autonomia para 200 km e anda como se fosse um carro a gasolina, venha a ser produzido em Portugal, mas está tudo bem encaminhado para que Portugal faça parte dos pioneiros da próxima revolução da humanidade.
A revulução da energia verde.
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Marcadores: energias alternativas, meio ambiente, novas tecnologias
07/07/2008
Relatório da OMS diz que gerenciamento da água evitaria 10% das doenças

Um décimo do fardo global gerado por doenças pode ser evitado ao alcançarmos melhoramentos na forma como gerenciamos a água", escreveu Maria Neira, diretora do setor de Saúde Pública e Desenvolvimento da OMS, no prefácio do documento Safer Water for Better Health ("Água Segura para uma Saúde Melhor", em tradução livre).
Já foi provado que soluções sustentáveis e com boa relação de custo podem diminuir a incidencia das doenças.
São necessárias ações para garantir que (estas soluções) sejam implementadas e sustentadas no mundo todo e, especialmente, para o benefício da população mais afetada - crianças nos países em desenvolvimento", acrescentou.
Doenças
No caso da diarréia, segundo o relatório da OMS, 88% dos casos no mundo todo podem ser atribuídos à água não potável, ao saneamento inadequado ou à higiene insuficiente.
Estes casos resultam em 1,5 milhões de mortes a cada ano, a maioria delas de crianças. Segundo a OMS, na categoria diarréia estão incluídas doenças mais graves como cólera, tifóide e disenteria.
A organização também afirma em seu relatório que o peso abaixo do normal na infância causa cerca de 35% de todas as mortes de crianças abaixo de cinco anos no mundo todo.
Segundo a OMS estima-se que 50% destes casos de desnutrição ou peso abaixo do normal estão relacionados a casos repetidos de diarréia ou infecções intestinais causadas por parasitas, como resultado de saneamento inadequado ou higiene insuficiente.
O número total de mortes causadas direta e indiretamente por desnutrição induzida por esses fatores chega a 860 mil por ano em crianças com menos de cinco anos.
Segundo o levantamento feito pela OMS em 192 países, no Brasil as mortes causadas por problemas relacionados à água, saneamento e higiene chegaram a 28,7 a cada mil, 2,3% do total de mortes no país em 2002.
No Iraque, por exemplo, a população é menor, então o número de mortes é de 22,8 em cada mil, 10,7% do total de mortes no país.
No Canadá, foi registrada 0,5 morte a cada mil, um índice de 0,2% do total de mortes no país em 2002.
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Marcadores: meio ambiente, politica ambiental
03/07/2008
Automovel eletrico ja é uma realidade

Ninguém menos que o ator e governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, fez um anúncio considerado importante para o futuro da indústria automobilística em todo o mundo. A Tesla confirmou que produzirá seu sedã elétrico, que será chamado de Model S.
Mas não foi só a confirmação que foi feita. Dados importantes do automóvel também foram revelados. Agora se sabe, por exemplo, que o veículo conseguirá percorrer 362 km quando a bateria estiver totalmente carregada. O preço ficará na casa dos US$ 60 000 para o mercado norte-americano. Vale lembrar, também, que se trata de um sedã elétrico com “pretensões esportivas”.
E o que o Schwarzenegger tem a ver com tudo isso? Fácil, a Tesla escolheu continuar na Califórnia para a produção do modelo, já que o local conta com um novo plano de medidas fiscais que eliminará os impostos de compra e uso de maquinaria. Além disso, também possui um forte plano de incentivar as empresas que querem ajudar a conservar o meio ambiente.
O único veículo da marca em produção, no momento, é o Roadster, automóvel elétrico de dois lugares derivado do Lotus Elise, feito, inclusive, na fábrica inglesa. Mesmo sendo menor e mais leve, o modelo “antigo” da Tesla tem autonomia menor: 355 km.
Agora, imagine que beleza, você viajar mais de 300 km em um veículo que não tem barulho do motor, além de um conforto digno dos sedãs e, melhor ainda, sem pagar nada para abastecê-lo.
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Marcadores: energias alternativas, meio ambiente, novas tecnologias
30/06/2008
Brasil deixa de usar US$ 125 milhões nas florestas
Por falta de projetos de preservação ou atrazo na execução o Brasil perdeu esse dinheiro fruto de doaçôes internacionais para a preservaçâo de florestas tropicais.É isso quando o Ministro Carlos Minc esta a procura de verbas para executar os seus projetos.
Leia materia completa : Folhaonline
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Marcadores: amazônia, meio ambiente, politica ambiental
28/06/2008
Proibição de importação de pneu usado
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu hoje a proibição da importação de pneus usados por empresas brasileiras. Minc participa da audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), realizada hoje, que discute a possibilidade da importação dos pneus para serem remodelados ou recauchutados por empresas brasileiras - tema objeto de uma ação do governo em tramitação no Supremo."O pneu usado é um pré-lixo e o ônus da destinação final dele é nosso. E esses pneus vão para os lixões, são queimados, convertem-se em piscinas para os mosquitos da dengue", afirmou. "Esse é um dos raros casos em que há unanimidade dentro do governo", acrescentou.Minc afirmou que os ministérios da Saúde; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e da Ciência e Tecnologia são contrários à liberação das importações de pneus.Além disso, ele lembrou que 30% desses pneus importados não servem nem mesmo para a remodelagem e reutilização. "Importar algo que não é factível de ser reaproveitado mais de uma vez e que ainda por cima gera rejeito que não é biodegradável e contamina o solo, o lençol freático e a atmosfera, parece não ser uma boa prática. Não tem economicidade, não tem sustentação ambiental nem sanitária", acrescentou.Os dados apresentados pelo ministro mostram que de 2002 a 2007, as empresas deveriam ter dado destinação correta a 2,665 milhões de toneladas de pneus usados, como determinam as resoluções de órgãos ambientais. Porém, nesse período, somente 1,141 milhão de toneladas teriam sido descartadas corretamente. "Estamos falando de 200 milhões de pneus que não tiveram a destinação adequada. Não estamos conseguindo que a regra seja respeitada", argumentou.
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Marcadores: meio ambiente, politica ambiental, poluição
27/06/2008
Os 10 carros mais limpos do mundo
Veja quais são os automoveis menos poluidores do meio ambiente
MSN automoveis
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Marcadores: meio ambiente, poluição
Colabore com o meio ambiente recolha seu óleo usado
Do óleo de cozinha ao sabão
Diariamente, em milhões de lares brasileiros, o óleo utilizado na fritura de alimentos é jogado fora pela pia da cozinha. O ato, muito comum, é aparentemente inofensivo. Mas os impactos ambientais são de proporções trágicas. Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP), um litro de óleo polui milhões de litros de água. As pessoas podem evitar seu desperdício irresponsável guardando-o em garrafas plásticas e levando-o a cooperativas e centrais de triagem, onde terá um destino adequado. O que poucos sabem é que o resíduo pode ser reciclado e transformado em sabão. É esse um dos trabalhos do Instituto Triângulo, como explica o diretor de operações Fabrício França.
postos de recolhimento SP
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Marcadores: meio ambiente, poluição, reciclagem
Na verdade a Amazônia ja esta "internacionalizada"
O debate sobre o futuro da Amazônia já está internacionalizado seja pela importância que ganhou a questão do aquecimento global ou pela atuação de multinacionais na região, dizem ambientalistas ( ONGS )entrevistados pela BBC Brasil.
O Brasil se incomoda porque sabe que não tem soberania plena. Sabe que se quiser desmatar tudo, vai ter problemas (com a comunidade internacional)", afirma o pesquisador Paulo Barreto, do Imazon.
Ele cita como o exemplo o fato de qualquer acesso a crédito para projetos na Amazônia depender hoje de estudos sobre os impactos ambientais.
Além disso, diz Barreto, o próprio governo brasileiro tem interesse em mostrar ao mundo que é capaz de fazer uma boa gestão da Amazônia para conseguir levar adiante sua ambição de desempenhar um papel maior no cenário internacional.
"O Brasil quer se colocar como um ator importante em relação a temas internacionais e a Amazônia é uma questão crítica para o país ter esse posicionamento estratégico. A gente tem que demonstrar que cuida da Amazônia."
Paulo Adário, do Greenpeace, argumenta que a economia da Amazônia é tão ou mais globalizada do que a de outras regiões já que os principais produtos da região - soja, madeira e carne - são commodities no mercado internacional.
"Só que quando esses setores vão para a mídia, eles não falam das multinacionais, falam das ONGs", afirma Adário, ressaltando o fato de as maiores empresas da soja serem estrangeiras - Cargill, Bunge, ADM e Dreyfuss.
Barreto, do Imazon, diz não acreditar que essa internacionalização se traduza numa ocupação física, pelo menos não por enquanto.
"Não vejo nenhum plano de ocupar a Amazônia, pelo menos não no curto e médio prazo. Mas se o Brasil não cuidar da Amazônia, com uma política clara, imagino que possa haver no longo prazo."
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Marcadores: amazônia, meio ambiente, politica ambiental
26/06/2008
Pesquisadores vão viajar 7.000 klm só com óleo de cozinha
A utilização de combustíveis menos poluentes começou a ser mais incentivada nos últimos anos em decorrência de uma espécie de onda de conscientização sobre a necessidade de se reduzir os danos causados ao meio ambiente. Nesse sentido, vários projetos foram iniciados no Sul de Santa Catarina, como o que utiliza óleo de cozinha usado como combustível.
Após cerca de dois anos de trabalho, o pesquisador Diógenes Gava, de Nova Veneza, encheu o tanque de sua caminhonete com óleo de cozinha usado e com o engenheiro elétrico Rodrigo Martins da Silva, da Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Extensão da Unisul (Faepesul), apoiadora do projeto, embarcou em uma viagem por cidades brasileiras (Curitiba, Rio de Janeiro, Vitória, Porto Seguro, Salvador, Aracajú, Recife, Natal, Fortaleza, Terezina, São Luis e Belém do Pará. O retorno será pela Via Brasil Central - Pará, Tocantins, Brasília passando por Tubarão e chegada em Nova Veneza) para divulgar do combustível. Ao chegar em Brasília, Gava e Silva devem entregar um documento falando sobre o projeto - que sugere também que pessoas físicas possam participar dos Créditos de Carbono - ao Governo Federal.
A viagem começou no dia 22 de junho, com saída de Nova Veneza, onde o pesquisador e o engenheiro elétrico devem chegar em cerca de 16 dias. Ao final da viagem, eles terão rodado 6,5 mil quilômetros, distância equivalente a 90% da costa brasileira. Gava e Silva levaram 1.073 litros de óleo de cozinha para a viagem. Na tarde de ontem, a redação de A Tribuna conversou com os viajantes, que estavam a poucos quilômetros do Rio de Janeiro. Segundo Gava, de Curitiba, do Paraná, até o Guarujá, em São Paulo, foram percorridos 9,5 quilômetros com um litro de combustível vegetal. "Se fosse com combustível fóssil, dificilmente conseguiria isso", afirma.
Combustível usado em frituras durante um mês
Para conseguir o combustível suficiente para a viagem, Silva afirma que quatro restaurantes e lanchonetes forneceram o óleo utilizado em frituras durante um mês. Para ser utilizado no veículo, o engenheiro afirma que o óleo passou apenas por um processo de filtragem para a retirada de resíduos. Para receber o óleo vegetal, o único ajuste a ser feito no veículo é a troca de uma vela. "O desempenho do carro é ótimo. Melhor que com combustível fóssil. O óleo vegetal tem um teor de lubricidade alto, e ajuda na autolubrificação do motor", afirma o pesquisador de Nova Veneza. Como benefícios desse combustível, Gava aponta a menor taxa de emissão de dióxido de carbono na atmosfera (90% a menos) que o combustível fóssil e o reaproveitamento do óleo, que na grande maioria das vezes é descartado na natureza, poluindo principalmente as águas.
Divulgação dos objetivos do óleo reciclado
Segundo Gava, a intenção do projeto é divulgar os benefícios da utilização do óleo vegetal reciclado como combustível, especialmente para entidades como hospitais, que poderiam utilizar o óleo de cozinha para movimentar geradores, e veículos como ambulâncias. "A intenção é que esse tipo de energia alternativa seja utilizado para fins sociais", afirma o pesquisador. Outro ponto do projeto é pleitear que pessoas físicas também possam ter direito aos Créditos de Carbono. Segundo ele, como o óleo de cozinha utilizado como combustível polui menos, ele poderia ser doado por empresas para que pessoas tenham uma renda a mais com a venda dos créditos.
fonte : ATribuna
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Marcadores: energias alternativas, meio ambiente, poluição
A indústria latino-americana de observação de baleias cresce

Teve um aumento de até quatro vezes em seu faturamento nos últimos 15 anos, afirmou um grupo conservacionista na terça-feira.
Os turistas envolvidos na atividade na região devem ultrapassar a faixa de 1 milhão neste ano, disse o grupo.
Vários países latino-americanos, entre os quais o Chile, defendem que a observação desses animais é uma forma de evitar a caça, conforme desejam países como o Japão, a Noruega e a Islândia.
O Chile abriga nesta semana a reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, IWC.
Na segunda-feira, o governo chileno proibiu em caráter permanente a pesca de baleias em suas águas e há planos de criar um santuário para esses mamíferos ao longo de sua linha costeira.
O Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal disse, durante o encontro da IWC, que a indústria de observação de baleias havia vendido pacotes a um valor equivalente a 80 milhões de dólares em 2006, na América Latina, e que o gasto total desses turistas chegava a quase 280 milhões de dólares.
A título de comparação, o negócio de observação de baleias fatura cerca de 1 bilhão de dólares por ano em cerca de 90 países.
"Trata-se de um setor sustentável que pode beneficiar as comunidades costeiras sócio-economicamente, educacionalmente e ambientalmente, pelos próximos anos", disse Beatriz Bugeda, diretora do fundo para a América Latina.
Há 64 espécies de baleias, golfinhos e toninhas nas águas latino-americanas, o que representa cerca de 75 por cento das 86 espécies de cestáceo conhecidas.
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Marcadores: animal, meio ambiente, politica ambiental
25/06/2008
Mais de 50% do Brasil está em emergência ambiental
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) publicou uma portaria decretando estado de emergência ambiental em 13 estados e no Distrito Federal. O alerta vale para todos os estados da região Norte, todos do Centro-oeste, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.
O objetivo é evitar que ocorram incêndios na estação de seca. Para combater as queimadas, devem ser contratados pelo menos 1.000 brigadistas.
O Ministério do Meio Ambiente também tomou a iniciativa para honrar os compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil no sentido de evitar emissões de gás carbônico provenientes de queimadas em florestas.
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Marcadores: amazônia, meio ambiente, politica ambiental, poluição
O perigo que vem da bioinvasão nas desacargas do lastro dos navios
Ao longo da História, o papel do transporte marítimo tem sido de vital importância. As em-barcações muito têm contribuído para o intercâmbio de pessoas e coisas ao redor do mundo. Com o incremento das trocas internacionais, essa contribuição alcançou importância jamais vista. Na atualidade, o transporte marítimo, considerado a mais internacional das indústrias, movimenta mais de 80% das mercadorias do planeta.
Para realizarem operações seguras e eficientes, os navios dependem do uso do lastro em seus tanques ou porões. Pedras e areia foram utilizadas até o século XIX; a partir daí, generalizou-se o uso da água, que é colhida, usada como lastro e devolvida ao mar, quase sempre em locais diferentes. Por conta disso, os navios realizam, na sua movimentação em busca de carga, uma grande transferência de água ao redor do mundo. Dessa forma, microorganismos são introduzidos em locais diferentes de seu habitat natural, o que tem se constituído em ameaça para o sistema marinho, com a conseqüente repercussão na vida das pessoas.
A invasão do mexilhão dourado, no Brasil, e do mexilhão-zebra, nos Estados Unidos, são exemplos significativos que podem ser atribuídos à transferência de microorganismos pela água de lastro em torno do globo. A comunidade internacional, contudo, tem buscado equacionar meios para "gerenciar" o manuseio da água de lastro, de forma a evitar novas bioinvasões. O Programa Globallast e a "Convenção Internacional sobre Controle e Gestão da Água de Lastro e Sedimentos de Navios" são exemplos dessa iniciativa.
Leia mais sobre o assunto: descarga do lastro
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Marcadores: meio ambiente, poluição
24/06/2008
Boi pirata vai virar churrasco do Fome Zero
Acabou a moleza. Boi pirata vai virar churrasco do Fome Zero
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Marcadores: meio ambiente, politica ambiental, poluição
Em debate em Bali reciclagem de lixo eletronico
A eliminação ecológica do lixo electrónico (e-waste) no Mundo, sobretudo a reciclagem de telefones celulares e computadores, são alguns dos principais assuntos em debate numa conferência internacional sobre resíduos perigosos, que começou esta segunda-feira em Bali, Indonésia.
Especialistas de cerca de 170 países reúnem-se até sábado na capital indonésia para encontrar meios mais eficientes para remover as carcaças dos electrónicos, no Mundo e analisar a criação de novas leis que abranjam a eliminação ecológica de celulares e computadores, cujo tratamento incorrecto tem fortes impactos sobre a saúde humana e o ambiente.
Durante a 9ª Conferência das Partes da Convenção da Basileia sobre o Controle dos Movimentos Transfronteiriços dos Resíduos Perigosos e Sua Eliminação, procurar-se-á também «aumentar a atual proibição de exportação de lixo tóxico para países em desenvolvimento que não tenham infra-estruturas necessárias ou conhecimentos» para realizar um tratamento ecológico desses detritos, segundo a organização do evento.
O principal objectivo da Convenção de Basileia é contribuir para a protecção do ambiente e saúde pública no domínio dos resíduos através de um controlo mais rigoroso dos movimento transfronteiriços dessas substancias, e através da sua gestão ecologicamente correcta em aplicação do princípio de que os resíduos devem ser eliminados no país onde são produzidos.
Esta Convenção foi ratificada por sessenta países, incluindo Portugal, (Estados Unidos, Canadá e Austrália ainda não assinaram) e reflete a resposta da comunidade internacional ao problema causado pela produção mundial anual estimada de 400 milhões de toneladas de resíduos tóxicos, corrosivos, explosivos, inflamáveis, eco-tóxicos ou infectados.
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Marcadores: meio ambiente, politica ambiental, poluição
22/06/2008
Falha em tratamento de esgoto piora rio Tietê
A Sabesp despeja no Tietê esgoto tratado na Grande São Paulo por um sistema deficiente --incapaz de tirar elementos químicos que pioram a qualidade do rio no interior paulista. A conclusão está expressa em 11 linhas do relatório de qualidade das águas divulgado há duas semanas pela Cetesb, a agência ambiental paulista, que monitora os rios de São Paulo.
Segundo a Cetesb, o sistema de tratamento implantado, e em expansão, não consegue remover nitrogênio e fósforo, substâncias que fazem proliferar algas e outros organismos que roubam oxigênio da água, afetando a vida aquática.
A Cetesb apontou o problema de deficiência no tratamento do esgoto a partir de testes realizados entre a ponte dos Remédios, a barragem Edgard de Souza e a barragem de Pirapora. Lá, foi constatado que existe uma tendência de aumento das concentrações de nitrogênio e de fósforo.
Além disso, a Cetesb suspeita que a ETE (estação de tratamento) de Barueri, que responde por 70% do esgoto tratado na região metropolitana (referente a 4,5 milhões de pessoas), funciona de forma inadequada. Isso porque melhorou a água coletada para testes antes do ponto em que o esgoto tratado é despejado, o que não ocorreu nos trechos após o local em que esse esgoto chega ao Tietê.
Um indicador de poluição, que mede a necessidade de oxigênio na água, "confirma que não existe uma redução da carga orgânica destinada ao médio Tietê", segundo a Cetesb.
A pior condição para a vida de peixes no Tietê está em Pirapora do Bom Jesus, cidade a 53 km de São Paulo conhecida pela espuma que costuma cobrir o Tietê e até inundar as ruas.
Para a Cetesb, é necessário discutir a implantação do chamado sistema terciário de tratamento, que consegue eliminar fósforo e nitrogênio.
Hoje, a Sabesp faz um tipo de tratamento mais grosseiro e está investindo R$ 6 bilhões em saneamento em todo o Estado, sem modernizar a tecnologia.
"As ações em saneamento continuam pertinentes, porém, podem ser melhoradas para avançarmos na qualidade das águas e na saúde pública", diz o gerente do departamento de águas superficiais e efluentes líquidos da Cetesb, Eduardo Mazzolenis de Oliveira.
A opinião de que é necessário mudar o sistema é referendada por Plinio Barbosa de Camargo, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura da USP (Universidade de São Paulo), em Piracicaba, especialista em tratamento de efluentes.
Uma pesquisa iniciada há nove anos, após o ponto de esgoto tratado no rio Piracicamirim, em Piracicaba, revelou que a água piora nesse local, efeito semelhante ao do Tietê.
"Hoje, são gastos milhões em sistemas de tratamento que não dão conta, em estações que não vão funcionar", diz.
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Marcadores: ecologia, energias alternativas, meio ambiente, politica ambiental, poluição
Acender fogueiras na noite de São João,pode prejudicar o meio ambiente
O tradicional costume de acender fogueiras na noite de São João não está imune à crescente preocupação com o meio ambiente. A origem da madeira e a emissão de CO², gás que provoca o aquecimento global, são as duas questões que se levantam junto com as chamas acesas no cair da noite do dia 23.
Parte indispensável na festa, principalmente nas roças e nas cidades do interior, as fogueiras podem ser feitas de forma ambientalmente adequada. Para isso, é recomendável o uso de restos de poda, troncos de árvore caídas ou mortas, restos de madeira usada em construção. Para o especialista em energias renováveis Osvaldo Soliano, da Universidade Salvador, o ideal é que se use madeira de florestas plantadas, como eucalipto ou pinus, e se evite o uso de mata nativa.
Segundo ele, as emissões da queima de madeira de floresta plantada são “neutralizadas”, ou seja, são retiradas da atmosfera pelas árvores plantadas. Ele condena o uso de madeira nativa porque, em geral, são de áreas desmatadas. “Se a área não for replantada, o gás vai contribuir para o aquecimento”, ressaltou ele.
O ideal proposto por Soliano terá algum lugar no futuro, porque atualmente não há fornecimento de madeira para queima de origem adequada. Até mesmo para uso mais “nobre”, é muito difícil encontrar madeira de origem certificada.
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Marcadores: aquecimento, habitos, meio ambiente
21/06/2008
Mata Atlântica permanece ameaçada
A regeneração da Mata Atlântica está mais complicada do que se imaginava. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), que revelou que a recuperação desse bioma pode levar milhares de anos.
O estudo foi realizado com base nos dados de 18 florestas do sul e sudeste do Brasil, nas quais são registradas mais de 400 espécies de árvores.
Os pesquisadores utilizaram modelos matemáticos para poder calcular o tempo necessário para que a Mata Atlântica recupere suas características originais.
No estudo foi detectado que algumas áreas levam de 100 a 300 anos para se recuperar e outras chegam de 1 mil a 4 mil anos, tempo considerado alto demais para a recuperação de uma floresta.
Para a professora Márcia Rodrigues, do Laboratório de Ecologia Vegetal do Departamento de Botânica da UFPR, a demora para recuperar a Mata Atlântica está ligada a ação do homem no meio ambiente.
Ela diz que a especulação imobiliária e a atividade de extrativismo de madeiras e de palmito influem negativamente nesse bioma, pois toda vez que se altera esse meio, a floresta recomeça seu ciclo de regeneração.
Segundo a professora, para diminuir esse problema bastariam soluções simples. “Órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Ambiental do Paraná (IAP) desempenham seu papel, porém, eles precisam de mais profissionais, pois seus trabalhos ficam aquém do esperado. É preciso fazer também uma conscientização das pessoas sobre a importância que a Mata Atlântica tem para o meio ambiente.
Além disso, tem que dar condições econômicas para a população carente que vive próxima a essas áreas e que acabam usando os recursos da floresta”, informa a professora. Ela diz ainda que embora o Paraná tenha uma das áreas mais preservadas desse bioma, o ecossistema todo tem que ficar sob estado de vigilância.
A Mata Atlântica se estende do sul ao nordeste do Brasil. No passado, cobria boa parte do território e hoje conta com apenas 7% de sua área original, de acordo com dados fornecidos pela organização SOS Mata Atlântica.
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Marcadores: meio ambiente, natureza
17/06/2008
O meio ambiente ganha uma TOP Model
A top model mais bem paga do mundo, Gisele Bündchen, entrou definitivamente para o rol das celebridades que abraçaram a causa em defesa do meio ambiente e, em especial a Floresta Amazônica. Ela foi convidada pela revista "Brazil Mag" para falar sobre a questão em matéria especial sobre o meio ambiente que será publicada no mês que vem. Nela, Gisele declarou que todos os ambientalistas merecem sua atenção e a conquistam. Desde abril, a modelo tem até um blog voltado para as questões de preservação ambiental. Quem quiser conferir é só checar nos blogs do Google (giselebundchenblog.blogspot.com). Na concepção da modelo as pessoas devem retribuir a generosidade da natureza, fazendo cada um a sua parte. Segundo a revista Forbes, Gisele é a top model mais bem paga no mundo e figura na 66ª posição entre as estrelas ‘mais poderosas’ do planeta. Seu "ganho" gira em torno de US$ 24 milhões ao ano. O ator Leonardo Di Caprio teve papel fundamental para despertar em Gisele Bündchen o interesse pelo meio ambiente, levando-a para conhecer uma tribo da Floresta Amazônica.
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Marcadores: meio ambiente, natureza, poluição
16/06/2008
Cresce ação da Polícia Ambiental em loteamentos
Crescem as ações da Polícia Ambiental do Estado de São Paulo em loteamentos. "O boom do setor imobiliário nos obrigou a aumentar a fiscalização com relação à lei de uso e ocupação do solo. Com os bloqueios nas estradas, para verificação de procedência de madeira, carvão etc., cresceu também a apreensão de drogas", diz o capitão Walter Nyakas Júnior, chefe da seção de Operações do Comando de Policiamento Ambiental.
A Polícia Ambiental possui efetivo de 2.200 homens, distribuídos por quatro batalhões localizados na Capital, no Litoral (Guarujá) e no Interior (Birigüi e São José do Rio Preto), para fiscalizar 248.808,8 km2. "Mas, se necessário, podemos obter reforço, uma vez que a Polícia Militar possui efetivo de 100 mil homens", explica o capitão Nyakas.
Além das questões estritamente ambientais, a unidade também responde pelo policiamento em zonas rurais. Os problemas variam conforme a região do Estado. No Interior, os principais problemas estão relacionados à pesca, caça, ao desmatamento e às queimadas. Na Capital, a loteamento clandestino e tráfico de animais silvestres e, no Litoral, à pesca oceânica e ocupação irregular de áreas de proteção. "Nesta época do ano, estamos mais atentos à questão dos balões", explica.
De acordo com o capitão Nyakas, anualmente são apreendidas pela Polícia Ambiental cerca de 700 armas de fogo. "A maioria de caça." Uma área que demanda grande atenção dos policiais se refere ao tráfico de animais silvestres. ¿São 30 mil apreensões por ano¿, diz o capitão.
Dois projetos concentram as atenções da Polícia Ambiental. O primeiro, chamado de Operação Defesa das Águas, tem por objetivo recompor as áreas próximas da margem das represas Billings e Guarapiranga, com a retirada de invasores. O outro é um projeto-piloto que está sendo desenvolvido em Cubatão, no bairro de Água Fria. "Nós congelamos a área e estamos retirando as pessoas, pois se trata de área de preservação. São 55 policiais que se revezam durante 24 horas, para impedir a entrada de material de construção e de pessoas que não sejam as já cadastradas."
Para denunciar irregularidades na área ambiental, disque 0800-113560
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