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O QUE ROLA NA NET
04/07/2008
Quer relaxar um pouco!!!
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chicoelho
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Marcadores: habitos
22/06/2008
Acender fogueiras na noite de São João,pode prejudicar o meio ambiente
O tradicional costume de acender fogueiras na noite de São João não está imune à crescente preocupação com o meio ambiente. A origem da madeira e a emissão de CO², gás que provoca o aquecimento global, são as duas questões que se levantam junto com as chamas acesas no cair da noite do dia 23.
Parte indispensável na festa, principalmente nas roças e nas cidades do interior, as fogueiras podem ser feitas de forma ambientalmente adequada. Para isso, é recomendável o uso de restos de poda, troncos de árvore caídas ou mortas, restos de madeira usada em construção. Para o especialista em energias renováveis Osvaldo Soliano, da Universidade Salvador, o ideal é que se use madeira de florestas plantadas, como eucalipto ou pinus, e se evite o uso de mata nativa.
Segundo ele, as emissões da queima de madeira de floresta plantada são “neutralizadas”, ou seja, são retiradas da atmosfera pelas árvores plantadas. Ele condena o uso de madeira nativa porque, em geral, são de áreas desmatadas. “Se a área não for replantada, o gás vai contribuir para o aquecimento”, ressaltou ele.
O ideal proposto por Soliano terá algum lugar no futuro, porque atualmente não há fornecimento de madeira para queima de origem adequada. Até mesmo para uso mais “nobre”, é muito difícil encontrar madeira de origem certificada.
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Marcadores: aquecimento, habitos, meio ambiente
17/06/2008
30/05/2008
Dez coisas que você pode fazer para ajudar o meio ambiente
1)Preste atenção na maneira como você faz uso da água. As pequenas coisas podem fazer uma grande diferença. Toda vez que você fechar a torneira enquanto estiver escovando os dentes, estará fazendo algo bom. Tem um vaso sanitário com vazamento? Você pode estar desperdiçando 700 litros de água por dia. Tente beber água de torneira em vez de água engarrafada, assim, você não estará desperdiçando todas aquelas embalagens também. Lave suas roupas em água fria quando puder.
2) Deixe seu carro em casa. Se você conseguir ficar sem carro apenas duas vezes por semana, reduzirá as emissões de gases estufa em uma média de 720 Kg por ano. Aproveite as saídas para realização de pequenas tarefas como ir ao correio, a mercearia e ao sapateiro de uma única vez. Isso fará com que você economize gasolina e tempo. Você também pode aderir ao dia mundial sem carro, para mostrar a importância disso.
3) Vá caminhando ou vá de bicicleta até o trabalho, à escola e a qualquer lugar que puder. Você pode reduzir a emissão de gases estufa enquanto queima algumas calorias, além de melhorar sua saúde. Se você não consegue caminhar nem andar de bicicleta, use veículos de transporte de massa ou faça uma viagem em grupo,de carona sólidaria em um carro particular, para o local de trabalho ou estudo. Cada carro que não estiver nas ruas faz diferença.
4) Recicle. Você pode ajudar a reduzir a poluição simplesmente jogando aquela lata de refrigerante em uma lixeira diferente. Se você estiver tentando escolher entre dois produtos, opte por aquele com menos embalagem. Se um prédio de escritórios com 7.000 trabalhadores, reciclasse todos seus refugos de papel de escritório durante um ano, seria o equivalente a tirar quase 400 carros das ruas.
5) Adubo. Pense no quanto de lixo você faz em um ano. Reduzir a quantidade de dejetos sólidos que você produz em um ano significa ocupar menos espaço em áreas usadas como depósito de lixo, de modo que seu dinheiro gasto em impostos pode ser utilizado em alguma outra área. Além disso, a compostagem é um ótimo fertilizante natural. Compostagem
6) Troque suas lâmpadas. Lâmpadas compactas fluorescentes (CFLs) duram 10 vezes mais do que uma lâmpada padrão e utilizam pelo menos dois terços a menos de energia. Se você estiver fazendo compras de novos utensílios domésticos ou até mesmo aparelhos eletrônicos de uso doméstico, procure produtos que venham com o sêlo de consumo, os quais atenderam às diretrizes do Imetro em relação à eficácia em termos de energia.
7) Torne seu lar mais eficiente em termos de energia e economize dinheiro. Limpe seus filtros do ar condicionado, de modo que seu sistema não tenha de trabalhar em tempo adicional. Obtenha um termostato programável, de modo que você não esteja desperdiçando energia quando não estiver em casa. Quando for dormir, reduza a regulagem do termostato você não sentirá falta daqueles graus extras de calor ou de ar condicionado enquanto estiver dormindo.
8) Faça a manutenção de seu carro. Pneus vazios diminuem a economia de combustível em até 3% e levam a um aumento de poluição e maiores emissões de gases estufa. O fato de não estarem cheios também aumenta o desgaste do pneu, de modo que você economizará dinheiro a longo prazo se fizer a verificação da pressão do pneu. Você também pode optar pelo motor flex e usar o etanol ao invés da gasolina.
9) Dirija de modo mais inteligente. Diminua a velocidade dirigir a cerca de 90 km/h em vez de 110 km/h na rodovia proporciona uma economia de até 6 quilômetros a cada 3,5 litros.. Acelerar e freiar de forma muito abrupta pode, na verdade, reduzir sua economia de combustível; deste modo, pegue leve nos freios e no acelerador.
10) Desligue as luzes quando não estiver na sala e tire da tomada os fios dos utensílios domésticos aqueles que ficam com a luz do LED acesa quando não estiverem sendo utilizados. Leva apenas um segundo para ficar consciente em relação ao meio ambiente
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Marcadores: ecologia, habitos, meio ambiente
28/05/2008
Conquistando o fim do Mundo
O incrivel planeta terra
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Marcadores: habitos, meio ambiente, natureza
27/05/2008
Dê carona e ajude a diminuir o trânsito e a poluição da cidade

Para incentivar a prática da carona, muito comum nos Estados Unidos, a secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo promoverá nesta quarta (28/5) o “Mutirão da Carona – Seja Solidário, Carona é Legal”, que visa a conscientização da população das grandes cidades sobre a importância desta iniciativa para a redução, em curto prazo, dos congestionamentos e das emissões de poluentes.
Durante esta semana, serão distribuídos panfletos em pedágios e cruzamentos movimentos de São Paulo que mostram a importância da carona solidária no combate ao trânsito e à poluição. Além de faixas e cartazes nas estações do Metrô e da CPTM.
Com o Mutirão, a Secretaria vai firmar parcerias com empresas, órgãos públicos, condomínios, associações de bairros, escolas, clubes e universidades para o incentivo da prática dentro destes estabelecimentos.
Na quarta-feira, haverá intervenções pela cidade, com distribuições de adesivos, camisestas e bonés da campanha e a “multa legal”, ou seja, uma forma lúdica de interagir com os motoristas que estiverem sozinhos em seu veículo, que vão receber uma espécie de multa fictícia com informações educativas sobre a importância da carona.
As empresas interessadas em aderir ao Mutirão, poderão solicitar os materiais educativos pelo site criado para o evento.
Mutirão da Carona – Seja Solidário, Carona é Legal
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Marcadores: habitos, politica ambiental, poluição
24/05/2008
Como usar a agua usada em sua casa sem afetar a sua saúde

É possível sobreviver com apenas algumas dezenas de litros ao dia, mas os domicílios nos Estados Unidos usam em média 1.500 litros diários de água para efeito de comparação, no Brasil o consumo médio diário por pessoa é de 200 litros.Com a crescente conscientização quanto a essa disparidade, alguns norte-americanos estão começando a pensar em maneiras de reduzir o consumo de água. Em alguns Estados, especialmente no sudeste e oeste do país, os moradores não têm escolha: muitos governos estaduais instituíram proibições ao uso de água para jardinagem, e estão solicitando que os cidadãos tomem medidas para reduzir em pelo menos 20% o seu consumo de água.
Economizar água é um excelente começo. Acionar a lavadora de louça e a lavadora de roupas apenas quando estiverem cheias, por exemplo, pode reduzir o consumo de água de um domicílio em cerca de 4.000 litros mensais. Para algumas pessoas, porém, a simples conservação de água não basta. Uma idéia que elas poderiam considerar seria reciclar a água cinzenta de suas casas.
A água cinzenta ou água cinza é a água que foi utilizada em sua máquina de lavar, pia, banheira ou chuveiro. A chamada água negra é a usado em vasos sanitários ou que contém algum tipo de coliforme fecal. Ela pode ser facilmente tratada e reciclada em casa. Nos países desenvolvidos, o conceito de reutilizar água é antigo e está bem estabelecido, mas em outras nações, em que as pessoas consideram a água como abundante, ela é usada uma vez e jogada fora.
Áreas nas quais existe escassez de água, como o Texas e porções da Austrália, dispõem de grandes usinas de reciclagem de água que tratam a água cinzenta e a devolvem aos domicílios para uso, mas, já que o tratamento da água cinzenta é relativamente fácil, está se tornando comum que pessoas decidam recolhê-la e reciclá-la em casa. Todo um segmento econômico alternativo, nascido do movimento ecológico, se desenvolveu em torno da água cinzenta. As pessoas interessadas em reaproveitar a água usada em suas casas podem adquirir sistemas de reciclagem e contratar profissionais para instalá-los. Essa súbita alta no interesse pela água cinzenta se adiantou um pouco à atitude dos governos estaduais, muitos dos quais continuam a estudar métodos de reutilização. Em alguns Estados norte-americanos, é ilegal recolher água para reutilização, e em outros é necessário obter licenças e atender algumas restrições primeiro.
Para que exatamente se pode usar a água cinzenta?
Usar a água cinzenta é certamente boa idéia, mas existem problemas. Embora a água cinzenta seja muito menos prejudicial às pessoas do que os líquidos já usados em vasos sanitários, conhecidos como água negra, ela ainda assim é considerada esgoto, tecnicamente. A água da lavagem de louças contém partículas de alimentos, que podem apodrecer. A água cinzenta da lavadora de roupas pode conter alvejante, um produto químico perigoso. E água do banho pode conter matéria fecal e pele morta que o corpo libera quando é lavado. O volume desses detritos é pequeno o bastante para evitar que a água cinzenta precise do tipo de tratamento recebido pela água negra, mas ela ainda assim não deveria ser bebida. As plantas, no entanto, adoram água de banho.
As plantas de um jardim não precisam necessariamente de água fresca, e mais, alguns dos aditivos contidos na água cinzenta podem beneficiá-las. Agentes de limpezas encontrados em detergentes de lavanderia, coisas como fósforo e nitrogênio, são usadas em muitos fertilizantes para plantas vendidos nas lojas. Mas algumas plantas gostam mais de água cinzenta do que outras. Já que a água cinzenta é rica em alcalinos, não é adequada para regar plantas que adoram ácidos, como azaléias e rododendros.
Tome cuidado ao regar plantas com água cinzenta sem saber primeiro o que ela pode conter. Além do nitrogênio e do fosfato, os detergentes de lavanderia também contêm sais de sódio. Esses sais podem se acumular, com o tempo, e se tornar tóxicos para as plantas, essencialmente envenenando o solo. Para evitar esse risco, não use produtos que contenham agentes amaciantes, os quais em geral contêm níveis elevados de sais. Também se pode reduzir o nível de acúmulo de sais no solo alternando as aplicações de água cinzenta e fresca, na hora de regar as plantas.
Também devido à matéria fecal persistente que muitas vezes faz parte da água do banho, os defensores da água cinzenta aconselham usá-la para irrigar apenas plantas ornamentais e gramados. Não se deve usá-la para plantas comestíveis como, por exemplo, pés de tomate. E de maneira alguma a água cinzenta deve ser usada para irrigar plantações de raízes comestíveis como cenouras ou batatas. As raízes absorvem todos os elementos nocivos da água cinzenta.
COMO ECONOMIZAR AGUA EM CONDOMINIO CLICK AQUI
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Marcadores: habitos, meio ambiente, reciclagem
22/04/2008
Robinson Crushoe atual vivi em uma ilha no Atlantico Norte
Ao contrário de Crusoe, Bjoern, cinquentão, rosto de actor de uma série de Hollywood, diz ter "naufragado voluntariamente" em Koltur, pequena ilha com um panorama grandioso de falésias abruptas que caem a pique no oceano, paraíso dos papagaios-do-mar, dos corvos-marinhos-de-crista, das gaivinias do Árctico e gaivotas.
Desde 1997 que vive com a sua mulher, Lükka, nesta terra vulcânica, batida pelos ventos, muitas vezes engolida pelo nevoeiro, onde não existe nem uma árvore, e as únicas distracções são os gritos das aves e o barulho das ondas.
Para lhes fazer companhia, 170 ovelhas, um cão pastor, 26 vacas das Terras Altas escocesas, um touro e uma dezena de galinhas perdidas numa ilha de 2,7 km², onde o monte Uppi em Oyggi, culmina 477 metros acima do nível do mar.
Na sua confortável casa de madeira do século XIX, Lükka e Bjoern, dizem-se "muito satisfeitos", "ocupados" pela criação de ovelhas e vacas que lhes trazem a lã e a carne biológicas que vendem aos habitantes de outras ilhas. "Como criadores de gado, não nadamos em ouro, mas com a ajuda dos turistas, conseguimos viver", afirma Lükka, uma alegre cinquentona com cabelos louros e os olhos verdes.
Koltur é "única" segundo os historiadores, porque é o único local do arquipélago de 18 ilhas a abrigar um sítio arqueológico classificado: casas em pedra, com o tecto coberto de turfa ou relva, com a forma de um drakkar (um barco viquingue) invertido, lembrando o período das primeiras invasões viquingues, entre os anos 900 e 1000.
De acordo com os escritos de 1584, duas famílias viviam na ilha e, até aos anos 1800, 40 pessoas continuavam a viver, até desertarem a pouco e pouco para a cidade, atraídas pela industrialização da pesca.
Em 1990, os últimos ilhéus deixavam Koltur, propriedade do Estado. Quatro anos mais tarde, Bjoern, então director financeiro numa leitaria e com um salário de 40 mil coroas dinamarquesas por mês (cerca de 5300 euros), vê uma reportagem sobre esta ilha fantasma.
"Cresci numa quinta e gostava desta vida na natureza, era uma oportunidade de realizar o meu sonho", pensou.
Pediu ao Governo para ficar encarregue da ilha e preocupa-se na restauração e preservação do seu património cultural.
A sua mulher, de 50 anos, secretária, segue-o. O casal deixou os seus dois filhos, na altura com 14 e 16 anos, com a família na cidade.
Bjoern "saboreia" cada dia esta liberdade, de ser o único "mestre a bordo", de mostrar aos turistas "o seu reino", que pensa transformar em "parque nacional, o primeiro do arquipélago".
O casal paga ao Governo o aluguer e exploração do local a um preço "razoável" e recebe "alguns subsídios para restaurar as casas" do século XVI, a grande atracção da ilha.
No seu escritório, os telemóveis estão espalhados ao lado do computador: "tenho televisão, Internet de alta velocidade graças a uma parabólica situada no telhado para captar os sinais de um emissor colocado no alto da montanha da ilha à nossa frente. Sem comunicações com o mundo exterior, não teria ficado", assegura.
"Eu também não. Eu sou uma 'Sexta-feira' primitiva, mas que gosta de um pouco de conforto", responde Lükka, a pastora, que organiza na tela do computador as suas idas ao cabeleireiro, ao médico, ou encomenda "principalmente legumes, frutas e cereais" no supermercado.
Três vezes por semana, o casal chama o helicóptero do Estado para ir à cidade, uma média de 170 coroas (22,8 euros) a viagem de ir e vir, "ou seja, o preço de uma ligação entre barco entre as outras ilhas".
Mas o casal também tem as suas crises. "Estar face a face 365 dias por ano, isso provoca por vezes faíscas", diz Lükka. Então, ela "fecha a porta e vai dar uma volta à falésia onde se encontra com Gleen, o seu cão, e as suas ovelhas, tempo suficiente para que passe a trovoada.
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18/03/2008
O golpe de venda de certificados sobre árvores na Amazônia

Os alunos de uma escola de ensino fundamental em Genebra, na Suíça, receberam há pouco a visita de uma entidade propondo que eles adquirissem uma árvore na Amazônia. Eles recebiam a garantia de que a árvore seria protegida e que estariam evitando o desmatamento. Pelo equivalente a R$ 30, o aluno ganhava um certificado e um mapa de onde estava sua árvore. A prática não é nova, mas vem se proliferando na Europa diante do interesse da opinião pública em agir para salvar a mata amazônica.
Para algumas entidades, a venda de árvores é apenas um ato simbólico. Mas, em alguns casos, organizações garantem que a pessoa que compra a árvore no Brasil teria “direitos legais” sobre ela.
A Rainforest Forever, por exemplo, vende pela internet e afirma ao comprador que os locais onde estão as árvores são os que mais correm o risco de serem desmatados. “Sua compra evita que uma pessoa ou entidade destrua ou comercialize uma árvore da floresta”, diz, em seu site.
A febre da venda de árvores amazônicas no exterior é alimentada pelas novas tecnologias. Várias ONGs oferecem imagem de satélite de onde estaria a árvore e mapas feitos por meio de GPS. A Rainforest Forever garante que o comprador tem direitos sobre as árvores vendidas na região de Baiciu.
Em Paris, a Associação Coração da Floresta propõe que uma pessoa seja um padrinho de uma árvore na Amazônia. Por euros 15, o interessado tem direito a
uma árvore e por até e 60 euros leva cinco. O dinheiro dá direito também a um certificado e mapa da “árvore afilhada”.
fonte : Estadao
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27/12/2007
Reclique o Óleo de cozinha e ajude a natureza
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18/12/2007
Mudança de habito ajuda a natureza
Mudar hábitos e atitudes não é fácil, mesmo quando temos consciência de que fazemos algo errado, costumamos deixar a promessa de mudança para o próximo dia, a próxima semana ou para o próximo ano. Você vai ao supermercado quantas vezes ao mês? Quantas sacolas plásticas você traz para casa cada vez que faz compras? Se já fez essas contas, sabe o tamanho do desperdício dessas sacolas. O Brasil produz cerca de 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas e sacos plásticos, o que representa 10% de todo o lixo do país. Pior do que essa enorme quantidade de lixo, é o tempo que esse material leva para se decompor na natureza e os resíduos poluentes que libera, entre eles o gás carbônico . O plástico filme pode levar até 500 anos para se decompor, enquanto isso, acabam flutuando nos oceanos, lagos e rios, obstruindo postos de drenagem de chuva, causando enchentes, lotando aterros e dificultando a compactação dos detritos. No mundo todo, já há campanhas para substituir as sacolas plásticas por materiais não descartáveis ou biodegradáveis. Alguns estados brasileiros, como o Paraná, também estão implementando medidas para diminuir o uso desse tipo de sacola. Uma das alternativas mais faladas, mas que ainda deixa dúvidas quanto aos produtos que libera no meio ambiente, é a utilização de sacolas oxi-biodegradáveis (que se decompõem com contato com o ar, o calor e a umidade, num prazo de 18 meses). Assim como a sacola plástica convencional, a oxi-biodegradável também é feita de polietileno, produto do petróleo, mas este tipo recebe um aditivo químico com sal metálico para acelerar a degradação. Algumas iniciativas para diminuir o uso de sacolas plásticas: - Na Alemanha e na Irlanda é preciso pagar para usar sacolas plásticas disponibilizadas nos estabelecimentos. Os habitantes usam cestas, mochilas ou sacolas não descartáveis para carregar suas compras. - A cidade de São Francisco, na Califórnia, aprovou lei que proíbe grandes supermercados de distribuir sacos plásticos derivados de petróleo. Outras cidades americanas, como Boston, Baltimore, Portland e Santa Mônica trabalham em projetos de lei semelhantes. - No Paraná, o governo estadual adotou medidas como a distribuição gratuita de sacolas oxi-biodegradáveis e o diálogo com os donos das redes de supermercados para a conscientização e uso das sacolas. Na assembléia legislativa já tramitam três projetos de lei sobre o assunto. - Em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi aprovado este mês pelos vereadores projeto de lei que obrigará os estabelecimentos comerciais a usarem embalagens biodegradáveis. - Comerciantes de Joinville, cidade do norte de Santa Catarina, desde 2004, oferecem 10% de desconto no pão e no leite para as pessoas levarem uma sacola de casa.
Fonte: Unimed do Brasil
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17/12/2007
¨Neutralização¨ de Carbono
Hoje é cada vez maior o número de pessoas dispostas a empreender ações individuais de combate ao aquecimento global. Popularizou-se a prática da "neutralização" de carbono. Quem participa de ações poluentes, como andar de carro ou viajar de avião, paga a empresas especializadas para que plantem árvores em quantidade suficiente para compensar a emissão de CO2 resultante de suas ações. Uma viagem de São Paulo a Nova York, por exemplo, deve ser compensada com o plantio de 1.000 árvores. Entre as atitudes individuais em favor do ambiente, a mais radical de que se tem notícia é a do casal formado pelo escritor Colin Beavan e pela jornalista Michelle Conlin, de Nova York. Desde o início do ano, o casal eliminou de seu cotidiano tudo o que polui ou é produzido de forma poluente. Isso inclui não usar eletricidade, produzida com a queima de carvão, que produz CO2. Portanto, nada de luz elétrica (à exceção de uma lâmpada fluorescente), televisão, geladeira, máquina de lavar ou elevador – embora o casal more no 6º andar de um prédio na Quinta Avenida. Tudo o que é feito de papel (produzido com a derrubada de árvores) está banido das compras. Sim, papel higiênico inclusive. Nenhum alimento que o casal e sua filha de 2 anos comem pode ter sido transportado por trem ou avião. Em lugar de pasta de dentes, bicarbonato de sódio. A experiência da família vai durar um ano. O sacrifício é exemplar, mas, infelizmente, de pouca utilidade. Ações individuais em favor da preservação ambiental têm impacto praticamente nulo nos problemas que pretendem combater, sobretudo no caso do aumento do efeito estufa. Em geral, sua principal utilidade é tranqüilizar a consciência de quem as pratica. De qualquer maneira, a disseminação do engajamento verde serve para pressionar os governos a tomar as medidas realmente eficazes para salvar a Terra.
fonte: leia mais :vejaonline
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14/12/2007
Dê um presente para a Natureza – Praias Limpas 2008

Dia 15 de dezembro de 2007 (sábado) de 9 às 13 horas nas praias de Botafogo, Copacabana, Ipanema, Leblon, São Conrado, Barra da Tijuca, Sepetiba, Itacoatiara (Rio de Janeiro – RJ); Saquarema (Região dos Lagos – RJ); e Vitória (ES). Com a realização do Projeto Limpeza Na Praia - Instituto Ecológico Aqualung.
Pelo quinto ano consecutivo, o Natal de 2007 será marcado por uma limpeza nas praias do Rio de Janeiro e Vitória visando conscientizar a população em relação ao lixo e suas conseqüências e danos ao meio ambiente. Enfim chegou a hora da natureza receber o seu presente de Natal. Neste evento, que acontecerá no dia 15 de dezembro, sábado, os voluntários irão recolher o maior número de resíduos possível utilizando sacos plásticos e luvas oxi-biodegradáveis da ANTILHAS e da RES Brasil e, assim, contribuir para a diminuição de mortes por asfixia ou inanição dos seres marinhos e habitantes do nosso litoral. Serão distribuídos folders explicativos nos locais. Destaque na Campanha: neste ano, os voluntários construirão árvores de natal com o lixo coletado. Algumas cooperativas de catadores irão reaproveitar este material.
Essa é uma iniciativa do tipo “mãos à obra”, que cria a oportunidade da participação voluntária individual e anônima. Qualquer pessoa interessada pode ajudar, mesmo que não faça parte de um grupo formado para atuar no dia do evento. Informações de como participar: (21) 2225-7387 / limpezanapraia@institutoaqualung.com.br
O EcoNatal 2007 é uma realização do Projeto Limpeza Na Praia, do Instituto Ecológico Aqualung, e conta com o Apoio da RJRefrescos / Coca-Cola, Mc Donald's, Posto Manequinho, Outback, Fazendola, OI FM, Rede Record Responsabilidade Social, Portal Fator Brasil/Canal de Meio Ambiente, Instituto Ressoar, CT Surf, Daijo Gráfica e Editora, Lojas Aqualung, Video Clipping Produções, Agência Rio de Notícias, Antilhas, RES Brasil, Programa Na Praia, Supervídeo Produções, Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais da Prefeitura do Rio de Janeiro, Guarda Municipal do Rio de Janeiro, Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura do Rio de Janeiro, Clean Up The World Austrália, Aqualittera, Amigança Produções e Comlurb.
Participe! Dê o seu presente de Natal para o meio ambiente! Pontos de Encontro / Coordenadores de Área: (Sempre com início às 9 horas e término às 13 horas, em todos os pontos).
Rio de Janeiro.: . Praia de Botafogo: Início:Posto Manequinho, com término: no meio da praia de Botafogo. . Praia de Copacabana: Início: Posto 6 - junto à colônia de pescadores, com término: em frente à rua Santa Clara. . Praia de Ipanema: Início: no Arpoador (Posto 7), com término: em frente à rua Garcia D´Ávila. . Praia do Leblon: Início: Posto 12, com término: Jardim de Alá . Praia de São Conrado: Início: na praia do Pepino, próximo à Asa Delta, com término: em frente ao Hotel Intercontinental. . Praia da Barra da Tijuca: Início: no Quebra-Mar, com término: no quiosque o Pepê. . Praia de Itacoatiara: Início: No Costão, com término: no final da praia. . Praia de Sepetiba: Início: na Praça do Coreto, com término: no final da praia.
Agenda de Eventos do Projeto Limpeza na Praia para 2008: 1 - Bloco Limpeza: 26 de janeiro – Sábado 2 - Limpando & Reciclando (Dia Mundial do Meio Ambiente): 31 de maio – Sábado 3 - Clean Up Day/Dia Mundial de Limpeza do Litoral: 20 de Setembro – Sábado 4 - EcoNatal: 20 de Dezembro – Sábado.
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12/12/2007
Bento XVI promove aliança entre ser humano e meio ambiente
CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 11 de dezembro de 2007 Bento XVI propôs uma aliança entre o ser humano e o meio ambiente que sirva para alcançar um «equilíbrio ecológico» sem cair nas redes dos preconceitos ideológicos.
Assim o propõe na mensagem que enviou por ocasião da Jornada Mundial da Paz, que se celebrará em 1º de janeiro de 2008, com o tema «Família humana, comunidade de paz».
«Devemos cuidar do ambiente: este foi confiado ao homem, para que o guarde e cultive com liberdade responsável, tendo sempre como critério orientador o bem de todos. Obviamente, o ser humano tem um primado de valor sobre toda a criação», exorta a mensagem pontifícia publicada hoje.
«Respeitar o ambiente não significa considerar a natureza material ou animal mais importante do que o homem», adverte.
«Quer dizer antes não a considerar egoisticamente à completa disposição dos próprios interesses, porque as gerações futuras também têm o direito de se beneficiar da criação, exprimindo nela a mesma liberdade responsável que reivindicamos para nós.»
Neste contexto, o bispo de Roma pede para não «esquecer os pobres, em muitos casos excluídos do destino universal dos bens da criação».
Em momentos nos quais a humanidade «teme pelo futuro equilíbrio ecológico», o Santo Padre considera que «será bom que as avaliações a este respeito se façam com prudência, no diálogo entre peritos e cientistas, sem acelerações ideológicas para conclusões apressadas e sobretudo pondo-se conjuntamente de acordo sobre um modelo de progresso sustentável, que garanta o bem-estar de todos no respeito dos equilíbrios ecológicos».
«Se a tutela do ambiente comporta os seus custos, estes devem ser distribuídos com justiça, tendo em conta a disparidade de desenvolvimento dos vários países e a solidariedade com as futuras gerações.»
A carta papal pede «sentir» a terra como «nossa casa comum» e, «para uma gestão da mesma ao serviço de todos, a estrada do diálogo em vez de decisões unilaterais».
Considera que um âmbito no qual seria particularmente necessário intensificar o diálogo entre as nações é o da gestão dos recursos energéticos do planeta.
Por um lado, pensando nos países mais ricos, considerar que «é preciso rever os elevados níveis de consumo devido ao modelo atual de progresso e, por outro, providenciar adequados investimentos para a diferenciação das fontes de energia e o melhoramento da sua utilização».
Além disso, «os países emergentes sentem carência de energia, mas às vezes esta carência é remediada prejudicando os países pobres, que, pela insuficiência das suas infra-estruturas nomeadamente tecnológicas, se vêem obrigados a vender ao desbarato os recursos energéticos em seu poder».
«Às vezes, a sua própria liberdade política é posta em discussão por formas de protetorado ou, em todo o caso, de condicionamento, que resultam claramente humilhantes», denuncia.
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04/12/2007
Reaproveitar água da chuva combina economia e ecologia
Investimento inicial varia de R$ 3 mil a R$ 8 mil, para uma casa de aproximadamente 200 metros quadrados.
Usar a água da chuva para lavar o quintal, regar o jardim e abastecer as torneiras. Preservar o meio ambiente com a utilização racional de um recurso natural cada vez mais escasso. E ainda pagar uma conta menor no início do mês. Qualquer proprietário de imóvel, residencial ou comercial, pode poupar o bolso e a natureza. Basta instalar sistema de aproveitamento de água da chuva. O investimento inicial varia entre R$ 3 mil e R$ 8 mil, para uma casa de aproximadamente 200 metros quadrados. O sistema é simples. Formado por calhas para captação, reservatório, filtro e pontos de distribuição, tem capacidade de coleta proporcional à área de recolhimento. Pode ser usado tanto nos projetos de construções quanto em imóveis prontos. Para o engenheiro Ricardo Teruo Gharib, a iniciativa privada está mais adiantada que o poder público na implantação de sistemas de reaproveitamento de água. A Associação Brasileira de Normas Técnicas aprovou norma que determina a reutilização. Em Maringá, a própria legislação municipal incentiva a instalação dos sistemas e prevê punições como impedimento de obtenção de alvará e habite-se. ''Londrina não tem Lei regulamentando essa situação, mas há inúmeros casos de consumidores que tomam essa iniciativa'', afirma Gharib. O retorno pode ser obtido, de acordo com o engenheiro, num prazo de três a oito anos. O sistema exige cuidados. Por exemplo, filtragem para retirada de detritos, como folhas e fezes de pássaros. O reservatório também deve estar protegido da luz do sol, para evitar a formação de algas. A captação é feita por calhas e a distribuição, por canos até os pontos de distribuição. Na quarta-feira, o governador Roberto Requião (PMDB) sancionou Lei que cria o Programa de Conservação e Uso Racional da Água nos Edifícios Públicos, com o intuito de minimizar o desperdício. A casa do arquiteto Lucas Raffo, na Zona Sul de Londrina, é equipada com um sistema de aproveitamento de água da chuva. O projeto elaborado por um engenheiro hidráulico inclui uma cisterna de 2 mil litros, que fica sob o solo para evitar a incidência do sol e formação de algas. A água é coletada através de calhas, que não ficam à mostra no telhado. Da cisterna, a água é bombeada para três pontos de utilização. O líquido é filtrado, tratado com pastilhas de cloro e usado principalmente para lavar o quintal e o carro, e para regar o jardim. Quando a torneira é ligada, a bomba é acionada. ''Dá até gosto lavar o carro sabendo que a água é da chuva, que caiu do céu'', afirma Raffo. Segundo ele, os brasileiros estão tomando consciência sobre a importância do reaproveitamento da água. Raffo e o sócio Fabrício Ronca costumam incentivar seus clientes a aderir aos sistemas ecologicamente corretos. E a maioria tem concordado com a sugestão. O arquiteto comentou que a Europa está bem a frente do Brasil em matéria de reaproveitamento de água, especialmente em países como a Espanha. Com relação à economia, o arquiteto compara: a casa onde morava antes era menor e o consumo e gasto com a conta de água, maior.
fonte: FolhaLondrina/Fernando Rocha FaroReportagem Local
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Divórcio prejudica o meio ambiente
Você se preocupa com o futuro do planeta? Preserve seu casamento. Um estudo divulgado nesta semana revela: o divórcio faz mal para o meio ambiente. A lógica é simples: quando as pessoas se separam, as famílias se dividem. Isso resulta em aumento no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água. Ou seja, o casamento não apenas é bom para o coração dos apaixonados, mas também ajuda a preservar o planeta, diminuindo o tamanho das cidades e aliviando o impacto da humanidade na Terra. Segundo o autor principal do estudo, Jianguo Liu, da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, todos os países estão apresentando aumento no número de divórcios – ricos, pobres e em desenvolvimento, inclusive aqueles em que a religião é fortemente contra a separação do casamento. Liu calculou os custos ambientais de tantas separações. Segundo ele, em 2005, as separações exigiram que 38 milhões de quartos extras fossem construídos para abrigar os divorciados, elevando os gastos com iluminação e aquecimento. No mesmo ano, as famílias de divorciados no país gastaram 73 bilhões de quilowatts/hora de eletricidade e e 2,3 bilhões de litros de água a mais do que teriam gasto se o casal não tivesse se separado. Outra descoberta: sem os divórcios feitos entre 1998 e 2002, 11 países (incluindo o Brasil e os Estados Unidos) poderiam ter 7,4 milhões de residências a menos. Quando casais de divorciados faziam as pazes e voltavam a casar, seus gastos ambientais voltavam aos níveis das famílias que não tinham se separado. Os resultados foram publicados na edição desta semana da revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
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26/11/2007
REFLEXÃO !!!
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24/11/2007
Augusto Ruschi,É considerado o "Patrono da Ecologia no Brasil".
Dois anos antes de morrer, moveu uma nova campanha contra o desmatamento de uma região do norte do Espírito Santo, último refúgio de três espécies de colibris sob ameaça de extinção.
Em janeiro de 1986, encontrando-se enfermo pelo veneno de sapos dendrobatas, Ruschi submeteu-se a um ritual indígena de cura, a pajelança. O episódio teve grande repercussão.
Deixou uma vasta obra escrita com 450 trabalhos e 22 livros; duas instituições científicas: o Museu de Biologia Professor Mello Leitão em Santa Teresa e a Estação Biologia Marinha Ruschi, em Santa Cruz, no município de Aracruz, ambas no Espírito Santo; uma fundação, a Fundação Brasileira para a Conservação da Natureza; várias reservas, entre as quais o Parque Nacional do Caparaó, e um dos maiores acervos de informações existentes sobre a Floresta Atlântica.
Cientista, agrônomo, advogado, naturalista, ecologista, conquistou reconhecimento internacional. Seu nome foi dado ao mais importante prêmio da Ecologia Nacional - “Medalha Augusto Ruschi” da Academia Brasileira de Ciências (entregue a cada quatro anos).
A cédula de 500 cruzados novos, emitida em 1990 pelo Banco Central do Brasil, homenageou Augusto Ruschi
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21/11/2007
Banco Mundial diz que a poluição custa à China 5,8% do seu PIB
Poluição cobrindo as torres
no outro lado do rio Huangpu, em Xangai.
O cálculo do Banco Mundial situa-se sobre os 3,1% do PIB que, segundo a China, lhe custaram a poluição em relação a seu crescimento económico no ano de 2004, o último onde surgiram números oficiais sobre o assunto.
O director regional do BM para a China e a Mongólia, David Dollar, afirmou que os "custos sanitários e não sanitários" da poluição da água e do ar contabilizam actualmente 100 mil milhões de dólares por ano, anunciou o responsável num fórum ambiental que decorria na cidade de Chengdu.
O mesmo dirigente referiu que a poluição atmosférica traz mais custos do que a hídrica, mais especificamente 3,8% do PIB, que este ano crescerá em torno de 11,4%, de acordo com as últimas previsões oficiais chinesas.
Este números fundamentam-se num relatório do BM, decorrente de uma avaliação da poluição no país efectuada com a Administração Estatal do Meio Ambiente.
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao considera que o "insustentável" crescimento chinês colocou o país em uma delicada situação ecológica, estando a China com 70% das reservas de água doce poluídas e a qualidade do ar das suas principais cidades entre as piores do planeta.
fonte:agência estatal Xinhua.
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20/11/2007
Como evitar o desperdicio de agua

Aqui você encontra algumas dicas de como evitar o desperdício de água em sua casa:
Evite tomar banhos demorados.Cinco minutos de chuveiro são suficientes.
Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba.
Não use o vaso sanitário como lixeira ou cinzeiro, porque, além de gastar mais água, os objetos despejados ainda podem causar entupimento.
fonte:
Procure manter a válvula de descarga sempre regulada para evitar o derperdício.
Para lavar o carro, use balde e pano, evitando o uso de mangueira, principalmente durante o período de estiagem.
Na hora de limpar a calçada use vassoura e balde com água. "Varrer" a calçada com a mangueira só traz desperdício.Para regar plantas, use sempre balde ou regador.
Feche a torneira enquanto ensaboa a louça. Uma forma também de economizar é colocar água com detergente até a metade da pia e deixar a louça de molho. Depois de ensaboar, encha a pia com água limpa e enxague de uma vez.
Deixe acumular roupa para lavar de uma só vez. Só ligue a máquina quando ela estiver cheia. No tanque, mantenha a torneira fechada enquanto ensaboa e esfrega a roupa. Aproveite a água que usou para ensaboar as roupas para lavar o quintal.
Verifique os vazamentos. Uma torneira mal fechada pode trazer muito prejuízo. Veja alguns exemplos de quanto uma torneira gasta pingando durante todo um dia: Gotejanto - 46 litrosAberta em 2mm - 4.512 litrosAberta em 6mm - 15.400 litros Aberta em 12mm - 33.984 litros
Dicas para teste de vazamento:
No vaso sanitário - jogue cinzas no fundo da privada. Se houver movimentação é porque há vazamento.
No hidromêtro - quando a caixa d'água estiver cheia (já não vai haver barulho de caixa enchendo) feche todas as torneiras e desligue os aparelhos que usam água e deixe aberto os registros na parede. Anote o número que aparece no relógio. Espere cerca de uma hora e confira novamente. Se o número mudar é porque há vazamento na casa.
Se você colocar essas pequenas práticas do seu dia-a-dia terá uma boa economia no fim do mês e mais importante do que isso é contribuir para preservação desse líquido essencial para a nossa sobrevivência. Seu papel é muito importante e se todos pudessem exercer essa contribuição o nosso futuro agradece.
fonte:Sanesul Leia mais :Aproveitando agua da chuva
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