Brasil quer reduzir desmatamento e emissões de gás carbônico, diz ministro interino do Meio Ambiente

Brasília - O ministro interino do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, disse hoje (21) que o governo pretende criar metas internas para reduzir a emissão de gás carbônico na atmosfera. E antecipou que o desmatamento na Amazônia, medido até julho de 2007, terá o menor índice desde 1988, quando começou o monitoramento. Nos últimos meses, admitiu, houve um aumento no desmatamento, mas Capobianco assegurou, após participar do encontro do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no Palácio do Planalto, que serão implementadas medidas emergenciais para reverter a tendência. "O Brasil está disposto a fazer um esforço adicional para aumentar a contribuição [na redução de emissão de gás carbônico]. Entendemos que o Brasil pode definir políticas, estratégias e metas para estimular a redução do desmatamento", disse.Segundo Capobianco, o Brasil deixou de emitir 500 milhões de toneladas de gás carbônico entre os anos de 2004 e 2006. O volume equivale a 14% do que os países desenvolvidos deveriam reduzir em emissão nos quatro primeiros anos do Protocolo de Quioto.Na conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças no clima, prevista para o início de dezembro em Bali, na Indonésia, o governo brasileiro pedirá aos países desenvolvidos que cumpram a meta de redução nas emissões, acrescentou o ministro interino. "O Brasil vai insistir em um maior compromisso desses países, no sentido de apoiar as ações dos países em desenvolvimento na redução do desmatamento. Não se trata de pagar para não desmatar, mas sim de reconhecer que mudar o padrão de produção implica investir", explicou.

fonte:Gislene Nogueira -Agência Brasil

Encontrada a Baleia que desencalhou


A baleia minke que encalhou em um rio da Amazônia, no Pará, apareceu morta nesta terça-feira, antes do início da operação de resgate para salvá-la. O animal marinho, de cinco metros de comprimentos e cerca de sete toneladas, estava a cerca de mil quilômetros do oceano Atlântico.

A suspeita é que tenha se desviado de sua rota e entrado no rio Amazonas pela ilha de Marajó. No rio Tapajós, afluente do Amazonas, foi atração turística e alvo de agressão.
Uma necropsia irá identificar a causa da morte da baleia e o motivo que a fez entrar em águas doces.

O veterinário Milton Marcondes, do IBJ (Instituto Baleia Jubarte), que está na região a pedido do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), afirmou que a baleia estava estressada e ferida.

"Se ela fosse ficar aqui no rio ia acabar morrendo. O animal estava sob estresse o tempo todo, gente subindo em cima, barcos próximos, tudo isso pode ter comprometido o quadro dela", disse.

O animal foi encontrado morto às 7h, por ribeirinhos da comunidade de São José, no rio Arapiuns, afluente do Tapajós. O local fica a uma hora e meia de barco de Santarém (730 km de Belém).

Ferimento

Foi nessa comunidade que a baleia foi encontrada encalhada pela terceira vez, no domingo. Estava machucada e apresentava ferida superficial perto do abdome. Veterinários aplicaram antibióticos e fizeram as primeiras análises, mas o mamífero fugiu.

O ferimento no abdome foi provocado por um ribeirinho, no sábado, na comunidade de Jaguarituba, em Belterra (150 km de Santarém). O ponto fica a cem quilômetros da comunidade do Piquiatuba, onde a baleia foi vista pela primeira vez, no último dia 13.

Quando o animal apareceu, moradores pensaram que se tratasse de um peixe-boi gigante ou uma cobra grande. Quem identificou o animal como baleia foi o professor Jonathás Xavier dos Santos, da escola municipal Santa Terezinha.

Hoje, em Piquiatuba, que fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós, moradores demonstraram revolta pela morte da baleia minke. "O Ibama demorou muito no resgate", disse Santos.

A equipe que monitora o animal tentou conseguir, com a ajuda da Petrobras, uma embarcação para transportá-lo de volta ao oceano, mas a operação ainda estava em fase de planejamento quando a baleia morreu.

fonte: portalamazonia

«Economia de baixo carbono» no Reino Unido



O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, definiu hoje várias metas para construir uma «economia de baixo carbono» no Reino Unido, anunciando projectos de lei que impõem a redução da poluição e o uso de energias renováveis.

Embora parte destes objectivos já fosse conhecida, alguns foram clarificados hoje por Gordon Brown, num discurso sobre as alterações climáticas na associação de imprensa estrangeira, em Londres.

Até 2050, o governo britânico pretende reduzir as emissões de dióxido de carbono em pelo menos 60 por cento, ou seja, passar das 654 milhões de toneladas/ano que produz actualmente para entre 155 e 310 milhões de toneladas de dióxido de carbono/ano.

Na área da energia, o governo comprometeu-se a aumentar o uso de energia de fontes renováveis para 20 por cento até 2020, o que significa multiplicar por dez a actual situação, em que apenas dois por cento da energia é gerada por energias renováveis.

As habitações que forem construídas nos próximos anos terão também de cumprir regras mais exigentes de respeito pelo ambiente, tendo Gordon Brown prometido que, «até 2016, todas as casas terão de ser carbono zero».

Para ser considerada uma casa «carbono zero», a energia usada no seu funcionamento não deve gerar dióxido de carbono, o que implica uma maior eficiência energética e o uso de energias de fontes renováveis.

A redução e possível eliminação dos sacos de plásticos oferecidos pelas lojas, a oferta ou desconto de lâmpadas de baixo consumo e o financiamento de obras para isolamento térmico das casas foram outras das medidas anunciadas.

Antecipando «uma mudança significativa» na economia energética do país, Gordon Brown considera que o Reino Unido precisará de uma «quarta revolução tecnológica», ao nível da que a máquina a vapor representou na revolução industrial.

«Esta é uma oportunidade que eu quero que este país aproveite: um Reino Unido onde uma nova economia verde providencia maior prosperidade e empregos de grande qualidade ao mesmo tempo que protege o ambiente e dá melhor qualidade de vida para todos», declarou.

Diário Digital / Lusa

Banco Mundial diz que a poluição custa à China 5,8% do seu PIB

Poluição cobrindo as torres
no outro lado do rio Huangpu, em Xangai.



O cálculo do Banco Mundial situa-se sobre os 3,1% do PIB que, segundo a China, lhe custaram a poluição em relação a seu crescimento económico no ano de 2004, o último onde surgiram números oficiais sobre o assunto.

O director regional do BM para a China e a Mongólia, David Dollar, afirmou que os "custos sanitários e não sanitários" da poluição da água e do ar contabilizam actualmente 100 mil milhões de dólares por ano, anunciou o responsável num fórum ambiental que decorria na cidade de Chengdu.

O mesmo dirigente referiu que a poluição atmosférica traz mais custos do que a hídrica, mais especificamente 3,8% do PIB, que este ano crescerá em torno de 11,4%, de acordo com as últimas previsões oficiais chinesas.

Este números fundamentam-se num relatório do BM, decorrente de uma avaliação da poluição no país efectuada com a Administração Estatal do Meio Ambiente.

O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao considera que o "insustentável" crescimento chinês colocou o país em uma delicada situação ecológica, estando a China com 70% das reservas de água doce poluídas e a qualidade do ar das suas principais cidades entre as piores do planeta.

fonte:agência estatal Xinhua.

Baleia encontrada morta perto de Santarem


Uma equipe de 10 homens com 3 máquinas trabalhou durante a tarde e a noite tentando dar um destino a baleia da espécie Franca do Sul que apareceu morta nas águas da praia de Itaoca esta semana.

O trabalho de remoção foi coordenado pelo Secretário Municipal de Obras Jackson Rodrigues Cuzzuol, José Santiago da secretaria Municipal de Meio Ambiente, pelo Gerente Municipal Ary Moreira.

A manobra dos homens e máquinas na praia de Itaoca atraiu centenas de curiosos durante Porém, o trabalho de remoção do mamífero que procura águas quentes do litoral capixaba para procriar foi mais complexo do que se imaginava.

O maquinário da Prefeitura de Itapemirim, juntamente com o da Usina Paineiras, foi utilizado para remover o animal que pesa aproximadamente 40 toneladas. Para enterrar o animal, foi aberta uma cova de 16 metros de comprimento e 2,5 de profundidade.

O trabalho prossegue hoje e somente será concluído quando a Franca do Sul estiver enterrada. Todo o trabalho acontece sob orientação do diretor do instituto Orca de Vitória.

Lupércio Barboza afirmou que a baleia é o primeiro espécime encontrado morto no Espírito Santo, que o mamífero é de uma docilidade grande, que, em outras praias, serve de atração turística.

“Não sabemos o que provocou a morte da baleia. Há várias possibilidades. O importante é que a Prefeita Norma Ayub pretende usar a ossada dela para criar um atrativo turístico para Itapemirim”. Destacou o diretor do Orça.

Diante da tristeza da morte do mamífero, nós que lutamos pela preservação da espécie, ficamos satisfeitos com o destino dado a ossada da baleia. “Enquanto muitos não dão importância ao fato, em Itapemirim, houve uma mobilização emocionante em torno da questão”. Finalizou Lupércio.

da Reportagem Local

Fonte: Folhaes OnLine

Como evitar o desperdicio de agua



Aqui você encontra algumas dicas de como evitar o desperdício de água em sua casa:

Evite tomar banhos demorados.Cinco minutos de chuveiro são suficientes.

Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba.

Não use o vaso sanitário como lixeira ou cinzeiro, porque, além de gastar mais água, os objetos despejados ainda podem causar entupimento.
fonte:

Procure manter a válvula de descarga sempre regulada para evitar o derperdício.

Para lavar o carro, use balde e pano, evitando o uso de mangueira, principalmente durante o período de estiagem.

Na hora de limpar a calçada use vassoura e balde com água. "Varrer" a calçada com a mangueira só traz desperdício.Para regar plantas, use sempre balde ou regador.

Feche a torneira enquanto ensaboa a louça. Uma forma também de economizar é colocar água com detergente até a metade da pia e deixar a louça de molho. Depois de ensaboar, encha a pia com água limpa e enxague de uma vez.

Deixe acumular roupa para lavar de uma só vez. Só ligue a máquina quando ela estiver cheia. No tanque, mantenha a torneira fechada enquanto ensaboa e esfrega a roupa. Aproveite a água que usou para ensaboar as roupas para lavar o quintal.

Verifique os vazamentos. Uma torneira mal fechada pode trazer muito prejuízo. Veja alguns exemplos de quanto uma torneira gasta pingando durante todo um dia: Gotejanto - 46 litrosAberta em 2mm - 4.512 litrosAberta em 6mm - 15.400 litros Aberta em 12mm - 33.984 litros

Dicas para teste de vazamento:
No vaso sanitário - jogue cinzas no fundo da privada. Se houver movimentação é porque há vazamento.

No hidromêtro - quando a caixa d'água estiver cheia (já não vai haver barulho de caixa enchendo) feche todas as torneiras e desligue os aparelhos que usam água e deixe aberto os registros na parede. Anote o número que aparece no relógio. Espere cerca de uma hora e confira novamente. Se o número mudar é porque há vazamento na casa.

Se você colocar essas pequenas práticas do seu dia-a-dia terá uma boa economia no fim do mês e mais importante do que isso é contribuir para preservação desse líquido essencial para a nossa sobrevivência. Seu papel é muito importante e se todos pudessem exercer essa contribuição o nosso futuro agradece.
fonte:Sanesul Leia mais :Aproveitando agua da chuva
veja video:Sistema de captação de agua da chuva

Baleia desencalhada no Amazonas desaparece



A baleia que encalhou nesta semana em um banco de areia do Rio Tapajós, no Pará, desapareceu nesta sexta-feira depois de ser desencalhada. O animal tem cerca de cinco metros de comprimento e foi encontrado em estado bastante debilitado na comunidade de Belterra (1.445 km de Belém).

Equipes de biólogos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que participaram dos trabalhos de resgate, acreditam que a baleia tenha alcançado águas profundas do Rio Amazonas para tentar voltar ao oceano Atlântico, que fica a quase mil quilômetros de distância.

Para chegar até o rio, o mamífero fez uma longa viagem seguindo do Oceano Atlântico até o meio da Floresta Amazônica. Os biólogos acreditam que ela errou a rota. Ontem, o Ibama fez buscas pela região com helicóptero, barcos e lanchas, no entanto, não encontrou sinais do animal. A operação para encontrar a baleia foi finalizada.

fonte:Diarionline

Fertilização do plâncton para absorção de CO2


A fertilização do plâncton marinho para aumentar a capacidade de absorção de CO2 pelos oceanos é uma tecnologia desconhecida, que traz riscos para esse meio, advertiu nesta segunda-feira a União Mundial para a Natureza (UICN).
"Inúmeros cientistas criticam esta tecnologia que se baseia em estudos não comprovados sobre o potencial de seqüestro do CO2, o principal gás de efeito estufa a longo prazo; mas apresenta riscos elevados para o meio marinho", anuncia em nota a UICN, organismo multilateral que reúne mais de 80 Estados e especialistas de ONGs.
Semana passada, a Convenção de Londres sobre a Poluição Marinha pela Imersão de Dejetos exprimiu oficialmente suas preocupações, considerando os "conhecimentos sobre a eficácia e os impactos desta tecnologia atualmente insuficientes para justificar operações de grande porte".
No último relatório, aprovado oficialmente na sexta-feira em Valência, o Painel Intergovernamental para a Mudança Climática descreve o processo de fertilização dos oceanos como "especulativo e não comprovado, comportando riscos de efeitos secundários desconhecidos".
Kristina Gjerde, conselheira da UICN sobre oceanos e o alto-mar, ouvida pela AFP, alerta os governos que vão se reunir mês que vem em Bali, durante a conferência da ONU sobre mudança climática: "Eles devem analisar todos os impactos possíveis e se assegurar de regularizar com muito cuidado o uso desta tecnologia".
"Atualmente, prossegue ela, numerosas companhias, essencialmente americanas e australianas, fazem uma promoção agressiva desta tecnologia para lutar contra o efeito estufa".
"Ora, acrescentar ferro ou outros micronutrientes ao oceano aumenta o risco de produção de óxido, de nitrogênio ou de metano, com poderes de aquecimento maiores que o CO2 e de privar de oxigênio os oceanos profundos e as águas da superfície, o que seria fatal para inúmeras espécies", explica ela.
Kristina Gjerde cita também, entre as conseqüências possíveis desta tecnologia, "a proliferação de algas tóxicas", já observada na Flórida sob o efeito de tempestades de poeira vindas do Saara, que apresentam partículas ricas em ferro.
fonte:AFP/Google

Cartunista Polaco Vence IX PortoCartoon

O IX PortoCartoon-World Festival Festival mostrou mais de 400 cartoons vindos dos cinco continentes, na Galeria Internacional do Cartoon do Museu Nacional da Imprensa.
Para além dos trabalhos premiados e das menções honrosas, estiveram patentes desenhos feitos por artistas de países tão distantes e diferentes com a Austrália, o Brasil, o Canadá, a, China, o Egipto, a Índia, o Japão, a Indonésia, o México e a Coreia do Sul, entre muitos outros. A caricatura da Pintora Paula Rego, feita pelo português António Santos, premiado com uma Menção Honrosa, também pôde ser apreciada.
O tema da “Globalização” atraiu a atenção especial dos cartunistas de todo o mundo traduzida na maior participação dos últimos anos. Com a escolha deste tema o Museu Nacional pretendeu que o público reflectisse, com humor e sátira, sobre o impacto que a Globalização vem tendo à escala mundial, nos mais diversos sectores da sociedade.




1º lugar Grzegorz Szumovski, Polónia
Tema "Globalização"













2º ex-aequo lugar Osvaldo da Silva Costa, Brasil
Tema "Globalização"















2ºex-aequo lugar Alessandro Gatto, Itália
Tema "Globalização"













3º lugar Run Tang Li, China
Tema Livre

Reciclador ecológico separa óleo da água

A Estação de Tratamento de Água (ETA) possui em sua oficina mecânica um reciclador ecológico, que em processo de decantação elimina resíduos químicos misturados a água, principalmente na lavagem de peças com solventes. O criador do projeto, Domingos Inocêncio Filho, trabalhou a vida toda como montador de máquinas e relata que a questão da poluição da água sempre o incomodou bastante. “Nunca achei certo o modo como muitas pessoas fazem o uso da água e depois a desprezam, poluídas no esgoto. Foram cinco anos de pesquisa e dedicação para construir o reciclador de água. Um projeto que nasceu da vontade de evitar que tantos milhões de litros de água fossem estragados diariamente. Reclamar da sujeira e da falta de conscientização todo mundo reclama, mas são poucos aqueles que arregaçam as mangas e contribuem para que o meio ambiente seja de fato preservado”, desabafa. Para o coordenador do Centro Técnico da Águas de Limeira (ETA) Rodrigo Dias, com o aparelho denominado Limpágua é possível obter maior economia de água e assim contribuir para a preservação da natureza. “O reciclador funciona sem adição de qualquer produto químico, filtro ou energia elétrica. As câmeras são de fibra de vidro, um material resistente. O sistema de funcionamento é feito através de pesos, tornando o processo contínuo o mais econômico possível”, indica. Indicado para oficinas mecânicas que costumam promover lavagens de peças com solventes para a retirada de óleo ou graxa, o produto decanta as impurezas sem adição de produtos químicos. “Um gráfico comparativo conforme análise executada no laboratório de efluentes da Águas de Limeira demonstra a eficácia do reciclador, onde o efluente inicial é de 3.590mg/l (água misturada a produtos químicos), reduzindo para 54mg/l no efluente de saída, (geralmente lançado pela rede coletora), sendo que a norma máxima estabelecida pela legislação é de 150mg/l.”Benefícios• Limpa a água de impurezas como graxa e óleo, causadas na lavagem de peças em oficinas mecânicas, centros automotivos e indústrias em poucos minutos• Fabricado em fibra de vidro que evita qualquer tipo de corrosão• Economia de água com seu reuso• Funcionamento de uso contínuo através de sistema de pesos diferenciados, tornando-o econômico• Dispensa o uso de produtos químicos, filtros e energia elétrica. Além de ter fácil manuseio, pois possui uma só regulagem• Atende às normas e parâmetros exigidos pela Cetesb

fonte:Gazeta de Limeira

Natureza