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27/06/2008

Colabore com o meio ambiente recolha seu óleo usado

Do óleo de cozinha ao sabão

Diariamente, em milhões de lares brasileiros, o óleo utilizado na fritura de alimentos é jogado fora pela pia da cozinha. O ato, muito comum, é aparentemente inofensivo. Mas os impactos ambientais são de proporções trágicas. Segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP), um litro de óleo polui milhões de litros de água. As pessoas podem evitar seu desperdício irresponsável guardando-o em garrafas plásticas e levando-o a cooperativas e centrais de triagem, onde terá um destino adequado. O que poucos sabem é que o resíduo pode ser reciclado e transformado em sabão. É esse um dos trabalhos do Instituto Triângulo, como explica o diretor de operações Fabrício França.

postos de recolhimento SP

18/06/2008

Metade dos países da OCDE com taxa de poluição da água superior ao normal

Cerca de metade dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) registam taxas de poluição da água superiores ao normal, devido a concentrações excessivas de adubo e pesticidas, revela um estudo hoje divulgado.

O relatório, intitulado "Desempenho Ambiental da Agricultura nos Países da OCDE desde 1990", indica que 44 por cento do consumo de água se destina aos solos agrícolas.

Num terço dos 30 países que fazem parte da OCDE, 30 por cento da água para a agricultura vem dos lençóis freáticos e em países como a Austrália, os Estados Unidos, a Grécia, a Itália e o México não é fácil mantê-los.

Segundo o relatório, a agricultura é uma "importante" fonte de poluição em França, tanto para as águas de superfície como para os lençóis freáticos, sendo a situação mais preocupante no Norte e no Oeste do país.

O reprocessamento destas águas contaminadas sai bastante caro aos poderes públicos, assinala o documento, citando o caso do Reino Unido, onde todos os anos há um orçamento de 345 milhões de euros para o efeito.

O relatório sublinha ainda que as ajudas públicas à irrigação podem impedir uma utilização racional da água.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico acrescenta que existem cada vez mais empresários a apostar em práticas agrícolas "amigas do ambiente" e que as superfícies consagradas à agricultura biológica estão em forte progressão desde o início dos anos 90.

Mesmo assim, elas ainda representam apenas dois por cento da surperfície agrícola total dos países da OCDE.

07/06/2008

Tijolos ecologicamente corretos feitos com Pet

Casca de arroz e garrafa pet são a base do material alternativo

Alunos de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Regional Integrada (URI) em, Santiago estão trabalhando no projeto do tijolo ecológico, que tem como base uma garrafa pet cheia de casca de arroz e concreto. O material alternativo que será usado para construir um depósito para a Associação de Recicladores Profetas da Ecologia de Santiago (Arpes).

O prédio de 180 metros quadrados, que está sendo erguido no Distrito Industrial, terá uma estrutura pré-moldada e as paredes feitas com tijolo ecológico, que, na verdade, é um bloco de concreto. A garrafa pet cheia de casca de arroz serve de miolo para o tijolo.

O custo de produção do tijolo ecológico — R$ 0,63 a unidade — se eqüivale ao do tijolo tradicional cuja unidade sai em torno de R$ 0,30 e é a metade do tamanho.

Os tijolos estão sendo produzidos pelo próprios alunos, na universidade. Em um mês, eles fizeram 1,3 mil unidades. Com mais 300 será possível, além do depósito, construir um banheiro e uma peça a mais que serviria de escritório para a associação dos recicladores.

Novos estudos

Depois da obra pronta, os alunos irão testar os isolamentos acústico e térmico do prédio de tijolos ecológicos para saber se o resultado é melhor do que em paredes com tijolos tradicionais. A próxima idéia é fazer tijolos com garrafas pets vazias e outros com as pets cheias de serragem. A partir disso, serão feitos testes para comparar qual terá melhor isolamento térmico e acústico.

Fonte : Zerohora




28/05/2008

Materiais de construção reciclados geram produto de alto valor agregado


Um projeto multidisciplinar desenvolvido na Escola Politécnica (Poli) da USP deu origem a um método inovador para a produção de areia e rochas britadas de alto desempenho mecânico.

Os produtos foram extraídos do entulho produzido na construção civil que, normalmente, ou é reciclado por usinas para gerar produtos de baixo valor agregado ou vai parar em aterros sem qualquer tipo de reúso.

Concreto estrutural

Segundo os coordenadores do estudo que gerou a inovação, Vanderley John, professor do departamento de Engenharia de Construção Civil, e Carina Ulsen, pesquisadora do Laboratório de Caracterização Tecnológica, a melhor destinação da areia e da brita geradas pelo processo é o uso em concreto estrutural para construção de casas e edifícios, com exceção da aplicação em pontes.

"A areia e a brita desenvolvidas pelo estudo, cujos resultados foram obtidos pela união de conhecimentos de duas grandes áreas da Poli, as engenharias civil e de minas, podem ser utilizadas em construções que necessitam de um desempenho mecânico maior que 25 megapascal - o índice mínimo de resistência do concreto estrutural exigido pelas normas técnicas", disse Carina Ulsen à Agência FAPESP.

Reciclagem de entulho

Para o beneficiamento do entulho, os resíduos foram separados de acordo com características físicas e químicas. A validação do método foi realizada com diferentes tipos de resíduos, cujas amostras foram coletadas em aterros de São Paulo, Rio de Janeiro, Macaé (RJ) e Maceió (AL).

"Infelizmente, ainda não podemos entrar em detalhes sobre as técnicas de beneficiamento mineral utilizadas. Os resultados, sobretudo os obtidos com a areia, que também poderá ser usada em argamassas para acabamentos finos, ainda são muito recentes e o processo ainda não foi patenteado", explica Carina.

Areia e brita de primeira qualidade

A pesquisadora garante, no entanto, que a areia e a brita geradas pelo estudo têm características superiores ao agregado reciclado, atualmente empregado na pavimentação de ruas e estradas, que é produzido por usinas de reciclagem no país. "Essas indústrias normalmente trituram grandes blocos de concreto, gerados quando uma edificação é demolida, para chegar a uma granulometria adequada para a pavimentação."

"Com o novo processo, temos condições de beneficiar tanto as sobras da construção civil como os blocos de demolição, apontando, em porcentagens, a quantidade do produto final, que é de baixa porosidade e poderá ser utilizado para a produção de concreto estrutural", disse.

Resíduos da construção civil e demolição

Segundo dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), são gerados cerca de 70 milhões de toneladas por ano de resíduos da construção civil e da demolição. "Estima-se que menos de 20% desse volume seja hoje reciclado", disse Carina.

O trabalho, realizado em parceria com pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) e da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), foi desenvolvido com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).

25/05/2008

Surge uma nova atividade: o garimpo urbano.


A quantidade de lixo eletrônico que é produzido na sociedade moderna já está causando o surgimento de uma nova atividade: o garimpo urbano. Em países cujos eletrônicos são famosos pelo seu preço baixo, como o Japão, pessoas vasculham o lixo para retirar, de produtos eletrônicos, componentes metálicos cujo preço é cada vez mais alto. Outros países, como a Índia, a China e a Nigéria, onde a atividade também é comum, recebem lixo tecnológico de vários locais do mundo, onde é mais barato exportar do que manter o lixo.
A maioria dos componentes visados são pouco conhecidos: o índio, por exemplo, é usado na produção de telas de LCD, e o antimônio e o bismuto são fundamentais em produtos de alta tecnologia. Mas aparelhos como telefones celulares e placas de computadores ainda podem conter, em seus circuitos, até ouro. O metal precioso é tido como um melhor condutor de eletricidade que o cobre, que é usado mais amplamente pela indústria e também alvo de reciclagem.
Enquanto alguns materiais são reciclados ou mesmo reaproveitados para consertos ou confecção de novos aparelhos, o ouro e outros metais preciosos muitas vezes são retirados, derretidos e vendidos a joalheiros, especuladores ou mesmo às fábricas de eletrônicos. Uma tonelada de telefones celulares pode conter 150 gramas de ouro, 100 quilos de cobre e três quilos de prata, entre outros metais.

24/05/2008

Como usar a agua usada em sua casa sem afetar a sua saúde


É possível sobreviver com apenas algumas dezenas de litros ao dia, mas os domicílios nos Estados Unidos usam em média 1.500 litros diários de água para efeito de comparação, no Brasil o consumo médio diário por pessoa é de 200 litros.Com a crescente conscientização quanto a essa disparidade, alguns norte-americanos estão começando a pensar em maneiras de reduzir o consumo de água. Em alguns Estados, especialmente no sudeste e oeste do país, os moradores não têm escolha: muitos governos estaduais instituíram proibições ao uso de água para jardinagem, e estão solicitando que os cidadãos tomem medidas para reduzir em pelo menos 20% o seu consumo de água.

Economizar água é um excelente começo. Acionar a lavadora de louça e a lavadora de roupas apenas quando estiverem cheias, por exemplo, pode reduzir o consumo de água de um domicílio em cerca de 4.000 litros mensais. Para algumas pessoas, porém, a simples conservação de água não basta. Uma idéia que elas poderiam considerar seria reciclar a água cinzenta de suas casas.

A água cinzenta ou água cinza é a água que foi utilizada em sua máquina de lavar, pia, banheira ou chuveiro. A chamada água negra é a usado em vasos sanitários ou que contém algum tipo de coliforme fecal. Ela pode ser facilmente tratada e reciclada em casa. Nos países desenvolvidos, o conceito de reutilizar água é antigo e está bem estabelecido, mas em outras nações, em que as pessoas consideram a água como abundante, ela é usada uma vez e jogada fora.

Áreas nas quais existe escassez de água, como o Texas e porções da Austrália, dispõem de grandes usinas de reciclagem de água que tratam a água cinzenta e a devolvem aos domicílios para uso, mas, já que o tratamento da água cinzenta é relativamente fácil, está se tornando comum que pessoas decidam recolhê-la e reciclá-la em casa. Todo um segmento econômico alternativo, nascido do movimento ecológico, se desenvolveu em torno da água cinzenta. As pessoas interessadas em reaproveitar a água usada em suas casas podem adquirir sistemas de reciclagem e contratar profissionais para instalá-los. Essa súbita alta no interesse pela água cinzenta se adiantou um pouco à atitude dos governos estaduais, muitos dos quais continuam a estudar métodos de reutilização. Em alguns Estados norte-americanos, é ilegal recolher água para reutilização, e em outros é necessário obter licenças e atender algumas restrições primeiro.

Para que exatamente se pode usar a água cinzenta?

Usar a água cinzenta é certamente boa idéia, mas existem problemas. Embora a água cinzenta seja muito menos prejudicial às pessoas do que os líquidos já usados em vasos sanitários, conhecidos como água negra, ela ainda assim é considerada esgoto, tecnicamente. A água da lavagem de louças contém partículas de alimentos, que podem apodrecer. A água cinzenta da lavadora de roupas pode conter alvejante, um produto químico perigoso. E água do banho pode conter matéria fecal e pele morta que o corpo libera quando é lavado. O volume desses detritos é pequeno o bastante para evitar que a água cinzenta precise do tipo de tratamento recebido pela água negra, mas ela ainda assim não deveria ser bebida. As plantas, no entanto, adoram água de banho.

As plantas de um jardim não precisam necessariamente de água fresca, e mais, alguns dos aditivos contidos na água cinzenta podem beneficiá-las. Agentes de limpezas encontrados em detergentes de lavanderia, coisas como fósforo e nitrogênio, são usadas em muitos fertilizantes para plantas vendidos nas lojas. Mas algumas plantas gostam mais de água cinzenta do que outras. Já que a água cinzenta é rica em alcalinos, não é adequada para regar plantas que adoram ácidos, como azaléias e rododendros.

Tome cuidado ao regar plantas com água cinzenta sem saber primeiro o que ela pode conter. Além do nitrogênio e do fosfato, os detergentes de lavanderia também contêm sais de sódio. Esses sais podem se acumular, com o tempo, e se tornar tóxicos para as plantas, essencialmente envenenando o solo. Para evitar esse risco, não use produtos que contenham agentes amaciantes, os quais em geral contêm níveis elevados de sais. Também se pode reduzir o nível de acúmulo de sais no solo alternando as aplicações de água cinzenta e fresca, na hora de regar as plantas.

Também devido à matéria fecal persistente que muitas vezes faz parte da água do banho, os defensores da água cinzenta aconselham usá-la para irrigar apenas plantas ornamentais e gramados. Não se deve usá-la para plantas comestíveis como, por exemplo, pés de tomate. E de maneira alguma a água cinzenta deve ser usada para irrigar plantações de raízes comestíveis como cenouras ou batatas. As raízes absorvem todos os elementos nocivos da água cinzenta.

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30/04/2008

Onde reciclar embalagens longa vida (Tetra Pak)


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26/02/2008

Reciclagem de garrafas PET rende lucro às empresas e ao meio-ambiente


Cem anos. Este é o tempo médio que uma garrafa plástica PET leva para se decompor na natureza. Jogá-las nas ruas, portanto, traz grandes prejuízos ao meio ambiente. Essas mesmas garrafas plásticas, que para algumas pessoas não passam de lixo, servem para fazer camisas e resina, apenas para citar alguns exemplos industriais.

Com duas garrafas PET é possível fazer uma camisa. O produto final, mesmo observando-se atentamente, praticamente não apresenta diferenças em relação ao feito da maneira tradicional. “Não sabia que esta camisa era feita a partir de garrafas”, disse a secretária Elaine Pereira, levando uma camisa ‘reciclada’ às mãos.

As garrafas são a principal fonte de renda para os catadores da Cooperativa Pró-Recife, que recolhe o lixo nas ruas da cidade para depois reciclar. O plástico é o mais rentável dos materiais que vão para o lixo e os catadores capricham na hora de recolherem. Por mês, a cooperativa consegue 15 toneladas de garrafas PET.(no Brasil ja são recolhidas 61% de Pet)

As garrafas encontradas nos lixos são separadas por cor e depois prensadas. Do galpão da cooperativa, elas são vendidas para uma empresa de reciclagem de Jaboatão dos Guararapes, a maior de Pernambuco, para serem transformadas em matérias-prima variadas.

“Existem dois processos de transformação das garrafas PET: ou fazemos flocos, ou fazemos granulados. Ambos têm múltiplas utilizações para a indústria”, explica Maria Botelho, representante da empresa de reciclagem.

Uma empresa do Recife usa, há quatro anos, os granulados para produzir resina, material utilizado em tintas à base de solventes, como esmaltes e vernizes. A idéia faz parte do programa de responsabilidade ambiental da fábrica.

“A qualidade não fica comprometida em nada. Esta resina não é diferente da tradicional”, explicou o gerente da empresa, Manoel Coelho, reforçando a importância de reciclar, tanto para a indústria, como para a natureza.

Lixo eletrônico: aonde descartar

Lixo eletrônico: um perigo para a saúde e o meio ambiente

Coleta de lixo eletrônico pode ser alternativa para reduzir o perigo que esses resíduos tóxicos geram para a sociedade

A vida útil cada vez mais curta de aparelhos como celulares, computadores, pilhas, baterias, eletrodomésticos e eletroeletrônicos tem gerado toneladas de lixo eletrônico por ano em todo o mundo. Isso cria um problema para a sociedade na hora de descartar esse material sem prejudicar o meio ambiente. Afinal, nesse lixo encontramos substâncias tóxicas como chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio, entre outras. Pensando nisso, a organização do Inovacomm Latin America - o maior evento de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, que acontece de 23 a 25 de abril, resolveu fazer uma coleta de lixo eletrônico durante o evento.



De acordo com Marcya Machado, presidente do Inovacomm, este é a única feira de tecnologia que realiza uma arrecadação desse tipo de resíduo visando a reciclagem de componentes e o bem-estar do meio ambiente. “Estamos fazendo parcerias, inclusive com o Instituto Paulo Kobayashi e a Prefeitura do Município de São Paulo, para separar e encaminhar o material recolhido para reciclagem. A nossa expectativa é de arrecadar cerca de três toneladas desse lixo eletrônico no Inovacomm e também de sermos um exemplo a ser seguido por outros eventos no Brasil”, diz ela.

Legislação

É importante ressaltar que está tramitando no Congresso Brasileiro um projeto de Lei Nacional de Resíduos Sólidos (PL020391), que visa garantir a responsabilidade dos fabricantes pela coleta, tratamento, transporte e destino dos resíduos eletrônicos. Se aprovado esse projeto de Lei será uma maneira de evitar que o lixo eletrônico seja despejado nos aterros sanitários contaminando o solo e a água com os seus componentes tóxicos.

Substâncias e danos

Só para ter uma idéia do perigo dos componentes do lixo eletrônico podemos dar alguns exemplos: o chumbo, que é encontrado no computador, nos celulares e em aparelhos de televisão, pode causar danos nos sistemas nervoso e sanguíneo. Já o mercúrio, usado nos computadores, monitores e televisores de tela plana, pode causar danos no fígado e no cérebro. Na fabricação do celular as indústrias utilizam o arsênico que causa doenças de pele, pode causar câncer de pulmão, além de danificar o sistema nervoso.

A presidente do Inovacomm convoca todos os visitantes e congressistas do INOVACOMM LATIN AMERICA – INTERNATIONAL SEMINAR & trade show a levarem seu lixo eletrônico ao evento para ser reciclado. “Verifiquem em suas gavetas e armários que eu tenho certeza que encontrarão baterias, celulares, peças de computadores, entre outros materiais que estão fora de uso e só ocupando lugar. Leve isso para o InovaCOMM, que além de desocupar um espaço na sua casa você também estará ajudando a preservar o meio-ambiente”, finaliza Marcya.

Serviço:

InovaCOMM Latin America

Data: 23 a 25 de abril de 2008

Local: Transamérica Expo Center

Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, São Paulo, SP

Home Page: www.inovacomm.com.br

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18/02/2008

COLABORE COM O MEIO AMBIENTE

Agora já temos aonde descartar pilhas/baterias no (Banco Real) e óleo de cozinha nas (Lojas Extra) A partir de agora as Agências do Banco Real e as lojas do Extra estão com programa de reciclagem. Sabe aquelas pilhas e baterias usadas que não sabemos o que fazer com elas? Pois é, agora está fácil! Basta levá-las a qualquer agência do Banco Real e colocá-las no Papa-pilhas. Este é mais um programa de reciclagem promovido pelas instituições
As pilhas e baterias de celulares, câmeras digitais, controle remoto, relógios, etc, contém materiais que contaminam o solo e os lençóis freáticos deixando-os impróprios para utilização, podendo provocar problemas à saúde,como danos para os rins, fígado e pulmões. São eles:cádmio, mercúrio, níquel, chumbo. Não esqueça: oPapa-Pilhas está disponível em todas as unidades do Banco Real.
Também já temos onde levar o óleo de cozinha usado para reciclar!
As lojas do Extra, que já reciclam outros tipos de resíduos, como papel, vidro, plástico e metal, reciclarão também óleo de cozinha!Você sabia que apenas 1 litro de óleo despejado no esgoto polui cerca de um milhão de litros de água ou o que uma pessoa consome em 14 anos de vida?E ainda provoca a impermeabilizaçã o dos leitos e terrenos próximos, contribuindo para a ocorrência de enchentes.
Como fazer:
Depois que o óleo usado esfriar, armazene em uma garrafa PET daquelas de 2 litros, se possível transparente.Tampe bem a garrafa e deposite-a no coletor de lixo de cor marrom da loja Extra, indicado para esta finalidade. Todo óleo de cozinha coletado será encaminhado pela cooperativa às empresas recicladoras, que o utilizarão como matéria-prima para a produção de biocombustível.
Se o Extra mais perto de sua casa ainda não tem o coletor apropriado, ligue para o SAC da empresa: 0800-7732732, e peça para que seja providenciado. Independentemente disso, pare imediatamente de jogar óleo pelo esgoto. Armazene em garrafas e jogue no lixo reciclável, e não no esgoto.Não esqueça: o Coletor Marrom está disponível em todas as Lojas do Extra. Se você quer ajudar mais:Divulgue este por e-mail para todas as pessoas que assim como você se preocupa com nosso Planeta.
É assim que ajudamos a construir um mundo melhor..
A Natureza agradece

15/02/2008

MEIO AMBIENTE: Sony e Sagawa querem reduzir emissão de gases

As empresas japonesas Sony e Sagawa se uniram a um grupo de dez grandes multinacionais para reduzir a emissão de gases do efeito estufa de maneira conjunta. As companhias firmaram parceria com a organização WWF para redigir um documento chamado Declaração de Tóquio.

O acordo visa uma redução de gases do efeito estufa para limitar o aumento de temperaturas no mundo a dois graus centígrados. O grupo de empresas multinacionais inclui líderes em seus setores como Nokia, Nike e Hewlett-Packard.

A declaração, assinada esta semana durante a Cúpula dos Salvadores do Clima 2008, organizada pela WWF e a Sony em Tóquio, afirma que a emissão de gases do efeito estufa deveria ser reduzida em 50% para 2050, e que as emissões deveriam começar a ser reduzidas nos próximos dez anos. As empresas que assinaram a declaração reduzirão suas próprias emissões, além de promover um estilo de vida que não exija um alto nível de consumo de carbono.

12/01/2008

Saco de lixo pode ter de utilizar material biodegradável

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1494/07, do deputado Edson Santos (PT-RJ), que obriga o uso de embalagem biodegradável para todos os tipos de resíduos sólidos (lixo). O objetivo é impedir o emprego de sacolas e sacos de plásticos. O autor explica que o plástico convencional contém resina sintética originária do petróleo, o que impede sua absorção pela natureza.

O texto determina que todas as embalagens para lixo sejam de material oxibiodegradável, que possibilita degradação inicial por oxidação acelerada por meio da luz e do calor. Após essa fase inicial, as embalagens podem ser decompostas e absorvidas pelo solo, sem deixar resíduos. Outra alternativa contida na proposta é a utilização de material sintético, desenvolvido por tecnologia específica para permitir a decomposição em água, dióxido de carbono e biomassa em pequenas quantidades.

Esse tipo de material apresenta todas as características do plástico, como resistência e impermeabilidade, mas pode ser decomposto pela natureza no prazo máximo de dois anos, sem causar danos à saúde e ao ambiente.

O deputado cita iniciativas de países como Inglaterra e Canadá, que resultaram na produção de plásticos ecologicamente corretos, que permitem a biodegradação. No Brasil, o deputado destaca iniciativas em andamento no Paraná e no Rio de Janeiro, com fábricas de plástico oxibiodegradável. Pelo projeto, os estabelecimentos comerciais e indústrias e os usuários terão um ano para adotar a medida, após aprovação da lei.

Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência em conjunto com o PL 121/03, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Antes da votação do Plenário, ele deverá ser analisado conjuntamente pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

fonte: Portaldacamara

16/12/2007

Reciclagem de óleo de cozinha avança

Campeão de reciclagem de alumínio e aproveitador de vidro, plástico e papel, o Brasil começa a reciclar também óleo de cozinha. Da receita para transformá-lo em sabão à reutilização como matéria-prima para o biodiesel, a prática ajuda a preservar rios e mananciais. Isso porque uma gota de óleo contamina um litro d'água.
"O processo é tão simples quanto reciclar vidro e alumínio", diz o professor de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP) Jorge Tenório. Segundo ele, a indústria já se preocupa com o descarte de óleos lubrificantes por causa de resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e de exigências para exportações ou para a obtenção de selos de qualidade como o ISO 14000.

Em São Paulo, uma lei estadual, apesar de pouco conhecida, prevê a reciclagem. A Sabesp, desde agosto, começou projeto-piloto com uma organização não-governamental para recolher o óleo na região central. "Até agora, 300 condomínios aderiram ao projeto", diz o gerente da unidade de negócios da Sabesp, Carlos Aberto Aparecido. Ele explica que o acúmulo do óleo é o grande vilão das obstruções nas redes e ramais domiciliares. Proposto pela Sociedade de Amigos e Moradores de Cerqueira César, o material é recolhido pela ONG Trevo. A missão dos técnicos da Sabesp foi distribuir panfletos e orientar a população sobre a iniciativa.

Sabão e biodiesel

Outra ONG pioneira no reaproveitamento de óleo é a Triângulo, de Santo André. "Em 2004, começamos na raça", diz o diretor Fabrício França. Com patrocínio da Petrobrás, a Triângulo recolhe óleo de 60 mil residências na Grande São Paulo e usa como matéria-prima na produção de sabão em projeto socioeducacional que reverte em renda para jovens carentes. "Deve ter muita ONG começando, a gente orientou várias de diversos lugares do País. Teve gente até de Rondônia visitando o instituto", conta França.

Já o projeto do departamento de Química da USP de Ribeirão Preto que transforma óleo em biodiesel saiu dos limites nacionais e foi premiado. De acordo com o coordenador do programa, professor Miguel Dabdaoub, o projeto "Biodiesel em casa e nas escolas" foi escolhido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

fonte: Estado de S.Paulo

14/12/2007

COMPAGAZ UM EXEMPLO SOBRE MEIO AMBIENTE

A compagás,Cia Paranaense de Gás,enviou para todos os consumidores,como brinde de final de ano, uma sacola permanente para substituição das sacolas plásticas.Atitude que ajudará muito o meio ambiente.
ESTE HÁBITO contribuirá para preservação de nosso planeta.



08/12/2007

Meio-ambiente faz campanha contra sacolas plásticas

A natureza agradece



A Secretaria estadual do Meio Ambiente e diversas prefeituras paulistas realizam nesta sexta-feira e sábado uma campanha contra o uso de sacolas plásticas pelo comércio e pela população. O mutirão ambiental quer incentivar consumidores a usarem sacolas retornáveis de pano ou de materiais sintéticos nas compras. Em Fernandópolis, o mutirão percorrerá as ruas do centro comercial distribuindo panfletos explicativos da campanha. Integrantes do Programa Agente Jovem, desenvolvido pelo Governo Federal, vão trabalhar na panfletagem. Calcula-se que no mundo são consumidos 500 bilhões de sacos plásticos por ano: ou 1,5 bilhão por dia, 1 milhão de unidades por minuto. São Paulo consome 66 milhões de sacolas plásticas por ano. Segundo estudos, o plástico permanece na natureza por 450 anos até se decompor.

29/10/2007

Reciclagem de óleo em SP é lei, mas não saiu do papel

A preocupação com a poluição causada pelo óleo de cozinha e com seu reaproveitamento está na legislação estadual de São Paulo. A Lei 12.047, de 21 de setembro de 2005, determina a criação do Programa Estadual de Tratamento e Reciclagem de Óleos e Gorduras de Origem Vegetal ou Animal e Uso Culinário, que prevê a implantação de medidas pelo governo estadual para impedir o lançamento do óleo na natureza, incentivar a reciclagem e fiscalizar empresas. Mas, segundo o autor da lei, o deputado estadual Mário Reali (PT), após dois anos, o programa ainda não saiu do papel.
Reali afirma que tentou conversar com a Secretaria de Saneamento e Energia do Estado e a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp) para, ao menos, implantar um projeto piloto que estimule organizações da sociedade, que já trabalham com a reciclagem de óleo de fritura, a "se expandirem e formarem uma rede" de coleta. Ele conta que não tentou dialogar com a Secretaria do Meio Ambiente, por estar "excessivamente politizada". "Poderia se criar mecanismos, como incentivos tributários, que estão mencionados na lei, para alavancar projetos da área. Ou então desonerar produtos produzidos com material reciclado", diz.

Mas o deputado confessa que o teor da lei é genérico, não estabelece punições e fica limitado à disposição orçamentária do governo. "O objetivo é criar um canal de diálogo entre Estado e sociedade." Para ele, o programa esbarra principalmente na questão da despesa. "O serviço de coleta fica caro se feito de casa em casa. A solução seria concentrar a coleta em alguns pontos das cidades", afirma. Ou, como aponta, incentivar permanentemente ações educativas e de cooperação entre Estado e organizações sociais.

Apesar de ainda não ter saído do lugar, Reali destaca o "momento favorável" para o debate sobre o programa. "Essa discussão começa a tomar corpo. Ele cita a possibilidade de produzir combustível a partir do óleo de fritura. "O biodiesel começa a ter mercado. Esse é um caminho que pode alavancar o reaproveitamento desse óleo."

Contactada sobre a não implantação de medidas previstas no programa, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado informou que o assunto cabe à Sabesp. A companhia informou que a única medida tomada até agora foi o apoio ao recolhimento de óleo de cozinha da ONG Trevo, com a distribuição de comunicados a respeito do projeto em alguns bairros da cidade. A Secretaria de Saneamento e Energia não deu resposta.

fonte:Yahoo A.E.

28/10/2007

Com orientação, reciclagem ganha volume em SP

Depois do papel e das latinhas de alumínio, o setor de reciclagem presta cada vez mais atenção em um produto muito comum no cotidiano das pessoas: o óleo de cozinha. Aos poucos, ONGs, políticos e cientistas propõem meios de reutilizar o óleo de fritura e conscientizar a população de que não vale a pena jogá-lo fora. A iniciativa de reciclar o óleo no Brasil ganhou este ano um prêmio da Organização das Nações Unidas (ONU) e está até na legislação do Estado de São Paulo. Os produtos da reutilização vão de sabão a biocombustíveis.

A ONG Triângulo lidera há três anos um projeto em parceria com prefeituras da região metropolitana de São Paulo, empresas e condomínios. Periodicamente, funcionários da ONG recolhem cerca de oito toneladas de óleo em 60 mil residências, escolas e restaurantes cadastrados no ABC paulista e transformam tudo em 11 toneladas de sabão em barra, vendido a R$ 2,50 o quilo. O projeto tem o apoio da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), que já fez entrega de um comunicado junto com a conta de luz em alguns bairros da capital paulista.

O sabão é produzido em uma usina na própria ONG. O coordenador da Triângulo, Paulo Correia, diz que todo o dinheiro arrecadado é usado no próprio projeto, no custeio da coleta do óleo nos domicílios e no pagamento de funcionários. Ele explica que a iniciativa é uma experiência que, no futuro, poderá se tornar uma cooperativa, com a contratação de mais pessoas (atualmente são seis que produzem o sabão) e expansão da produção.

E matéria-prima tem de sobra. Com base nos índices de coleta de 2004, Correia estima que cerca de 500 toneladas de óleo são jogadas fora todos os meses. Óleo que, segundo ele, poderia ser reaproveitado em uma nova cadeia produtiva, criando empregos e preservando o meio ambiente. ?Conversamos com a sociedade civil sobre os impactos negativos do óleo na natureza e mostramos também o impacto positivo do reaproveitamento?, afirma o coordenador, que nota um aumento na conscientização dos consumidores.

Princípios

Correia diz que o projeto se sustenta em três "princípios", os mesmos que dão origem ao nome da ONG. O primeiro busca conscientizar a população sobre a preservação do meio ambiente urbano. O óleo, quando despejado na natureza, provoca a desoxigenação de rios e lagos. Por ser menos densa, a substância se acumula em cima da linha dágua e impede a troca de gases com a atmosfera. O óleo também bloqueia parte da luz solar e dificulta a fotossíntese da flora marinha. Além disso, segundo a Sabesp, o óleo de cozinha pode provocar entupimento da tubulação e refluxo do esgoto.

O projeto expõe ainda, diz Correia, a responsabilidade social, o segundo conceito. Com a experiência da usina de sabão, a Triângulo pretende mostrar que é possível uma atividade econômica sustentável, que produza riqueza, com menor impacto ambiental possível. ?O projeto pretende conscientizar também as pessoas a refletirem sobre sua maneira de consumir, a pensarem que impacto aquilo que ela consome terá no meio ambiente e na sociedade?, diz. Este é o terceiro pilar proposto pela ONG.

A aposentada e dona de casa Nancy Bento Ângelo é uma das pessoas que aderiram à iniciativa. Ela conta que costumava jogar na pia o óleo que usava nas refeições, até que foi repreendida pelo marido, com a desculpa de que poderia entupir o encanamento. ?É segredo, mas eu disfarçava e jogava o óleo no canteiro da árvore em frente a minha casa?, revela. Depois, começou a doar o óleo para uma mulher que trabalhava de gari na região, até que ela não apareceu mais. ?Foi então que eu vi o trabalho da ONG na televisão.? Desde então, Nancy guarda o óleo de fritura em garrafas de refrigerante para o projeto da Triângulo. ?E até tenho a mania de coar o óleo antes de doar?, diz.

Boom

Outro programa semelhante é o da ONG Trevo, na capital paulista. Em parceria com condomínios e lanchonetes, a organização deixa bombonas de 30 litros em cerca de 300 condomínios da Grande São Paulo e 50 na Baixada Santista, no litoral. Quando cheias, a própria ONG recolhe o óleo reservado. Como "incentivo", são pagos R$ 0,20 por litro de óleo de cozinha recolhido ao porteiro ou zelador do prédio, o responsável por requisitar o recolhimento.

Roberto Costacoi, presidente da Trevo, diz que com o que é coletado, 90% é para produzir sabão em barra e massa para colar vidro. O restante é vendido para indústria de produtos de limpeza.
A ONG Triangulo recolhe óleo em varios estados:Minas,Parana,Rio,S.Paulo e R.G.do Sul

fonte:A Tarde