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18 de jan de 2011

Mudança de habito ajuda a natureza


Faça sua parte: adote práticas de defesa ambiental

Mudar hábitos e atitudes não é fácil, mesmo quando temos consciência de que fazemos algo errado, costumamos deixar a promessa de mudança para o próximo dia, a próxima semana ou para o próximo ano. Você vai ao supermercado quantas vezes ao mês? Quantas sacolas plásticas você traz para casa cada vez que faz compras? Se já fez essas contas, sabe o tamanho do desperdício dessas sacolas. O Brasil produz cerca de 210 mil toneladas de plástico filme, a matéria-prima das sacolas e sacos plásticos, o que representa 10% de todo o lixo do país. Pior do que essa enorme quantidade de lixo, é o tempo que esse material leva para se decompor na natureza e os resíduos poluentes que libera, entre eles o gás carbônico . O plástico filme pode levar até 500 anos para se decompor, enquanto isso, acabam flutuando nos oceanos, lagos e rios, obstruindo postos de drenagem de chuva, causando enchentes, lotando aterros e dificultando a compactação dos detritos. No mundo todo, já há campanhas para substituir as sacolas plásticas por materiais não descartáveis ou biodegradáveis. Alguns estados brasileiros, como o Paraná, também estão implementando medidas para diminuir o uso desse tipo de sacola. Uma das alternativas mais faladas, mas que ainda deixa dúvidas quanto aos produtos que libera no meio ambiente, é a utilização de sacolas oxi-biodegradáveis (que se decompõem com contato com o ar, o calor e a umidade, num prazo de 18 meses). Assim como a sacola plástica convencional, a oxi-biodegradável também é feita de polietileno, produto do petróleo, mas este tipo recebe um aditivo químico com sal metálico para acelerar a degradação. Algumas iniciativas para diminuir o uso de sacolas plásticas: - Na Alemanha e na Irlanda é preciso pagar para usar sacolas plásticas disponibilizadas nos estabelecimentos. Os habitantes usam cestas, mochilas ou sacolas não descartáveis para carregar suas compras. - A cidade de São Francisco, na Califórnia, aprovou lei que proíbe grandes supermercados de distribuir sacos plásticos derivados de petróleo. Outras cidades americanas, como Boston, Baltimore, Portland e Santa Mônica trabalham em projetos de lei semelhantes. - No Paraná, o governo estadual adotou medidas como a distribuição gratuita de sacolas oxi-biodegradáveis e o diálogo com os donos das redes de supermercados para a conscientização e uso das sacolas. Na assembléia legislativa já tramitam três projetos de lei sobre o assunto. - Em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, foi aprovado este mês pelos vereadores projeto de lei que obrigará os estabelecimentos comerciais a usarem embalagens biodegradáveis. - Comerciantes de Joinville, cidade do norte de Santa Catarina, desde 2004, oferecem 10% de desconto no pão e no leite para as pessoas levarem uma sacola de casa.

Fonte: Unimed do Brasil
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