Devemos cultivar uma responsabilidade universal para o outro e estendê-lo para o planeta que temos para compartilhar. (Dalai Lama)
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Conheça a ferrovia que se integra na Natureza

Criada em 1880 e construída sobre a Serra do Mar, ultrapassando todas as pedras do caminho nos imensos obstáculos do relevo.
Criada em 1880 e construída sobre a Serra do Mar, ultrapassando todas as pedras do caminho nos imensos obstáculos do relevo, apesar da precariedade de instrumentos, a ferrovia que causa tanta admiração foi completada em apenas cinco anos. Graças ao esforço de nove mil homens, recrutados entre imigrantes que trabalhavam na lavoura e caiçaras do litoral. Não houve trabalho escravo, já que eles recebiam de 2 a 3 mil réis por jornada. Mas metade dos trabalhadores morreu durante a obra da primeira ferrovia do Paraná. O primeiro trecho foi inaugurado em 1883.
O objetivo era ligar o porto de Paranaguá aos Estados do Sul, garantindo vazão à produção de grãos da região. As obras foram divididas em 3 trechos: entre Paranaguá e Morretes (42 km), Morretes e Roça Nova (38 km), Roça Nova e Curitiba (30 km) e a inauguração aconteceu em 2 de fevereiro de 1885 na viagem Paranaguá-Curitiba que durou 9 horas. A bordo estavam autoridades federais, estaduais, convidados, imprensa, todos recebidos na capital paranaense por mais de 5 mil pessoas.
A “ferrovia impossivel” tem 14 túneis, 30 pontes, viadutos de grande vão. São 110 quilômetros de trilhos que descem 900 metros de serra. Nos primeiros 22 kms a litorina atravessa Pinhais e Piraquara, municípios da região metropolitana de Curitiba. O túnel Roça Nova é o primeiro dos 14 túneis que atravessam a rocha e é o maior deles — com 457 metros — e o que fica no ponto mais elevado do trajeto. A Casa Ipiranga é destaque, por ter sido local de hospedagem de D. Pedro II, de Carlos de Carvalho, que foi presidente da Província do Paraná e de Alfredo Andersen, pai da pintura paranaense.
Entre manacás coloridos de roxo e rosa, árvores em chuva de flores amarelas, vestígios dos pinheiros Araucária, rios e horizonte de montanhas, o turista vai dividindo a atenção entre a queda d’água Véu da Noiva, o Pico do Diabo, o Parque Nacional do Pico do Marumbi, criado em 1990 com mais de 2300 hectares, e as obras de engenharia que tiram o fôlego, como a Ponte São João, de 50 metros de altura e o impressionante Viaduto Carvalho, ligado ao túnel do Rochedo, uma estrutura de ferro assentada sobre 5 pilares de alvenaria na encosta da rocha, com trilhos sem apoio lateral, o que dá a sensação de que o trem está flutuando no ar.
Foi a primeira obra no gênero realizada no mundo. Uma única parada é feita no Mirante do Cadeado, para um contato direto com a exuberância da Mata Atlântica, antes da chegada a Morretes. A Litorina de Luxo está fazendo o percurso Curitiba-Morretes nos finais de semana e feriados, partindo de Curitiba às 9h15, com chegada a Morretes às 12h15. O retorno inicia às 14h30, com parada em Marumby às 15h10 e chegada em Curitiba às 17h30. A tarifa na ida é de R$ 250 para adultos e R$ 175 para crianças. No retorno, R$ 190 para adultos e R$ 130 para crianças. Menores, mesmo acompanhados dos pais, só podem embarcar com documentação.
«Wikipedia» sobre a natureza já está online
As primeiras 30 mil páginas da Encyclopedia Of Life (EOL), semelhante à Wikipedia mas sobre a natureza, foram disponibilizadas na Internet, o primeiro passo para o projecto que tem como objectivo catalogar os 1,8 milhões de espécies de seres vivos do planeta.
A iniciativa é gerida pelo Instituto Smithsonian, em Washington, em colaboração com dezenas de centros de investigação e científicos de todo o mundo, apesar de tal, como a Wikipedia, ser aberta ao público em geral, que poderá adicionar informações aos artigos.
Quando estiver completa, o que se prevê para 2017, a enciclopédia virtual será «uma referência» sobre as espécies animais de todo o mundo, assim como «todas aquelas ainda por descobrir», de acordo com os responsáveis do projecto.
A EOL oferece todo o tipo de dados, desde o habitar natural, à genética ou biologia molecular, assim como outras fontes e referências na literatura sobre a espécie, podendo ser usada «como ferramenta de ensinamento e aprendizagem, ajudando a comunidade a entender melhor o planeta onde habita».
A iniciativa é gerida pelo Instituto Smithsonian, em Washington, em colaboração com dezenas de centros de investigação e científicos de todo o mundo, apesar de tal, como a Wikipedia, ser aberta ao público em geral, que poderá adicionar informações aos artigos.
Quando estiver completa, o que se prevê para 2017, a enciclopédia virtual será «uma referência» sobre as espécies animais de todo o mundo, assim como «todas aquelas ainda por descobrir», de acordo com os responsáveis do projecto.
A EOL oferece todo o tipo de dados, desde o habitar natural, à genética ou biologia molecular, assim como outras fontes e referências na literatura sobre a espécie, podendo ser usada «como ferramenta de ensinamento e aprendizagem, ajudando a comunidade a entender melhor o planeta onde habita».
Lixo eletrônico: aonde descartar
Lixo eletrônico: um perigo para a saúde e o meio ambiente
Coleta de lixo eletrônico pode ser alternativa para reduzir o perigo que esses resíduos tóxicos geram para a sociedade
A vida útil cada vez mais curta de aparelhos como celulares, computadores, pilhas, baterias, eletrodomésticos e eletroeletrônicos tem gerado toneladas de lixo eletrônico por ano em todo o mundo. Isso cria um problema para a sociedade na hora de descartar esse material sem prejudicar o meio ambiente. Afinal, nesse lixo encontramos substâncias tóxicas como chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio, entre outras. Pensando nisso, a organização do Inovacomm Latin America - o maior evento de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, que acontece de 23 a 25 de abril, resolveu fazer uma coleta de lixo eletrônico durante o evento.
De acordo com Marcya Machado, presidente do Inovacomm, este é a única feira de tecnologia que realiza uma arrecadação desse tipo de resíduo visando a reciclagem de componentes e o bem-estar do meio ambiente. “Estamos fazendo parcerias, inclusive com o Instituto Paulo Kobayashi e a Prefeitura do Município de São Paulo, para separar e encaminhar o material recolhido para reciclagem. A nossa expectativa é de arrecadar cerca de três toneladas desse lixo eletrônico no Inovacomm e também de sermos um exemplo a ser seguido por outros eventos no Brasil”, diz ela.
Legislação
É importante ressaltar que está tramitando no Congresso Brasileiro um projeto de Lei Nacional de Resíduos Sólidos (PL020391), que visa garantir a responsabilidade dos fabricantes pela coleta, tratamento, transporte e destino dos resíduos eletrônicos. Se aprovado esse projeto de Lei será uma maneira de evitar que o lixo eletrônico seja despejado nos aterros sanitários contaminando o solo e a água com os seus componentes tóxicos.
Substâncias e danos
Só para ter uma idéia do perigo dos componentes do lixo eletrônico podemos dar alguns exemplos: o chumbo, que é encontrado no computador, nos celulares e em aparelhos de televisão, pode causar danos nos sistemas nervoso e sanguíneo. Já o mercúrio, usado nos computadores, monitores e televisores de tela plana, pode causar danos no fígado e no cérebro. Na fabricação do celular as indústrias utilizam o arsênico que causa doenças de pele, pode causar câncer de pulmão, além de danificar o sistema nervoso.
A presidente do Inovacomm convoca todos os visitantes e congressistas do INOVACOMM LATIN AMERICA – INTERNATIONAL SEMINAR & trade show a levarem seu lixo eletrônico ao evento para ser reciclado. “Verifiquem em suas gavetas e armários que eu tenho certeza que encontrarão baterias, celulares, peças de computadores, entre outros materiais que estão fora de uso e só ocupando lugar. Leve isso para o InovaCOMM, que além de desocupar um espaço na sua casa você também estará ajudando a preservar o meio-ambiente”, finaliza Marcya.
Serviço:
InovaCOMM Latin America
Data: 23 a 25 de abril de 2008
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, São Paulo, SP
Home Page: www.inovacomm.com.br
Baterias postos de recolhimento : click no link
Leia mais sobre click aqui
Coleta de lixo eletrônico pode ser alternativa para reduzir o perigo que esses resíduos tóxicos geram para a sociedade
A vida útil cada vez mais curta de aparelhos como celulares, computadores, pilhas, baterias, eletrodomésticos e eletroeletrônicos tem gerado toneladas de lixo eletrônico por ano em todo o mundo. Isso cria um problema para a sociedade na hora de descartar esse material sem prejudicar o meio ambiente. Afinal, nesse lixo encontramos substâncias tóxicas como chumbo, cádmio, arsênio, mercúrio, entre outras. Pensando nisso, a organização do Inovacomm Latin America - o maior evento de Telecomunicações e Tecnologia da Informação da América Latina, que acontece de 23 a 25 de abril, resolveu fazer uma coleta de lixo eletrônico durante o evento.
De acordo com Marcya Machado, presidente do Inovacomm, este é a única feira de tecnologia que realiza uma arrecadação desse tipo de resíduo visando a reciclagem de componentes e o bem-estar do meio ambiente. “Estamos fazendo parcerias, inclusive com o Instituto Paulo Kobayashi e a Prefeitura do Município de São Paulo, para separar e encaminhar o material recolhido para reciclagem. A nossa expectativa é de arrecadar cerca de três toneladas desse lixo eletrônico no Inovacomm e também de sermos um exemplo a ser seguido por outros eventos no Brasil”, diz ela.
Legislação
É importante ressaltar que está tramitando no Congresso Brasileiro um projeto de Lei Nacional de Resíduos Sólidos (PL020391), que visa garantir a responsabilidade dos fabricantes pela coleta, tratamento, transporte e destino dos resíduos eletrônicos. Se aprovado esse projeto de Lei será uma maneira de evitar que o lixo eletrônico seja despejado nos aterros sanitários contaminando o solo e a água com os seus componentes tóxicos.
Substâncias e danos
Só para ter uma idéia do perigo dos componentes do lixo eletrônico podemos dar alguns exemplos: o chumbo, que é encontrado no computador, nos celulares e em aparelhos de televisão, pode causar danos nos sistemas nervoso e sanguíneo. Já o mercúrio, usado nos computadores, monitores e televisores de tela plana, pode causar danos no fígado e no cérebro. Na fabricação do celular as indústrias utilizam o arsênico que causa doenças de pele, pode causar câncer de pulmão, além de danificar o sistema nervoso.
A presidente do Inovacomm convoca todos os visitantes e congressistas do INOVACOMM LATIN AMERICA – INTERNATIONAL SEMINAR & trade show a levarem seu lixo eletrônico ao evento para ser reciclado. “Verifiquem em suas gavetas e armários que eu tenho certeza que encontrarão baterias, celulares, peças de computadores, entre outros materiais que estão fora de uso e só ocupando lugar. Leve isso para o InovaCOMM, que além de desocupar um espaço na sua casa você também estará ajudando a preservar o meio-ambiente”, finaliza Marcya.
Serviço:
InovaCOMM Latin America
Data: 23 a 25 de abril de 2008
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, São Paulo, SP
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Poluição no Tietê vem diminuindo

Dezesseis anos de obras e R$ 3 bilhões depois, o mesmo Rio Tietê que ainda agoniza aos olhos dos paulistanos começa a dar sinais de vida a pouco mais de 100 quilômetros da capital. O mais importante manancial do Estado, castigado todos os dias com mais de 690 toneladas de esgoto na Região Metropolitana, ressurge com espécies de peixes que tinham desaparecido havia três décadas em cidades na região de Sorocaba, onde o nível de oxigênio dobrou entre os anos de 1992 e 2008.
O recuo da mancha de poluição do Tietê totaliza 120 quilômetros, segundo técnicos da Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp). O número é inferior à meta de 160 km estipulada para o fim de 2007 no início do Projeto Tietê, em 1992, mas ambientalistas comemoram a queda da poluição orgânica e de metais como chumbo e zinco. Foi essa redução que possibilitou a volta da vida ao rio em municípios como Porto Feliz, Cabreúva e Anhembi. Antes, o recuo da mancha anunciado pela Sabesp era contestado como “fato não comprovado cientificamente” por organizações não-governamentais e especialistas.
Nas análises de amostras coletadas no início do ano no bairro Parque das Monções, em Porto Feliz, a 110 km da capital, a entidade SOS Mata Atlântica constatou que o nível de oxigênio dobrou em relação ao início dos anos 90 - passou de 4 miligramas por litro para 8 mg. A ONG faz coleta em 81 pontos ao longo dos 1.160 km do Tietê, da nascente em Salesópolis, Grande São Paulo, até Ilha Solteira, no extremo oeste paulista, onde ele deságua no Rio Paraná.
“Podemos citar duas frentes para o reflexo positivo que permitiu o início da volta de ecossistemas em trechos do Tietê, como o rebaixamento da calha na capital e o combate à poluição industrial. Hoje temos 200 indústrias poluidoras do rio; em 1992, eram 1.160”, diz Maria Lúcia Ribeiro, coordenadora do SOS Mata Atlântica.
Para o geólogo Ronaldo Malheiros Figueira, do Centro Universitário Santana, o principal mérito do Projeto Tietê é o recuo da mancha de poluição, mas falta uma política articulada entre as mais de 300 prefeituras de cidades margeadas pelo rio. “Não temos, por exemplo, um combate aos pontos de erosão nas cabeceiras da bacia.”
Carnaval Natureza

Escola da Candangolândia mostra a importância dos combustíveis verdes
O discurso ecológico vai dar o tom no desfile da Unidos da Candanga, com o enredo O petróleo verde é nosso, criado para ser um manifesto contra as agressões do homem à natureza. “Vamos colocar em evidência na avenida as formas alternativas de energia, os combustíveis verdes. É mais um grito para que o nosso planeta não se acabe”, afirma o presidente da escola, Antônio Jorge Machado, o Jorjão.
Já um dos compositores do samba-enredo, Giovani de Bessém, diz que o desfile deste ano será dividido em quatro blocos – da criação à destruição do meio ambiente, “mas o nosso enredo” – continua – será desenvolvido com o fio de esperança, de que é possível reverter a situação”.
O primeiro bloco fala da Mãe Natureza, em sua plenitude e os biocombustíveis; depois, segue o bloco dos cereais que estão sendo usados para a criação de novos combustíveis, como o trigo e o girassol; o terceiro bloco, de acordo com Bessém, é um grito de alerta contra a má preservação da natureza; e, por fim, o último, é sobre a destruição da natureza.
Criada em 1977, a escola vem com o espírito renovado. Até o ano passado, quando ficou em quarto lugar no Grupo Especial, a agremiação se chamava Candangos do Bandeirante. “Estamos na Candangolândia há 17 anos e não fazia sentido termos o nome de Núcleo Bandeirante”, explicou Jorjão, garantindo que o novo nome trouxe uma mudança de ares e de mentalidade. Segundo ainda o dirigente, a escola ingressou, em 2003, no Grupo Especial, a elite do Carnaval do DF.
Desde então, a melhor colocação foi um terceiro lugar, no mesmo ano. “Vamos chegar humildemente, mas querendo o título. Afinal, apostamos no nosso entredo”.
Vôos mais altos
Da serra de mata atlântica, surge Brotas e sua natureza

Com nascentes e rios encachoeirados, cidade esbanja potencial turístico
Não é exagero dizer que de Brotas, literalmente, nasce natureza. Localizada bem no centro do estado de São Paulo, no coração de uma das regiões mais desenvolvidas no país, a fórmula de mata nativa, manancial hídrico e adoção de atividades rurais (agricultura e agropecuária) para seu desenvolvimento, faz com que as serras dêem luz a nascentes e rios encachoeirados que cortam vales e encostas.
Aproveitando a enormidade de atrativos turísticos e naturais, na sua maioria hídricos (represa, ribeirões, cachoeiras, corredeiras e nascentes) e seu potencial de produtos e serviços turísticos, a região desenvolveu, com o tempo, um enorme potencial para o ecoturismo, turismo rural e de aventura. Não à toa, hoje, Brotas é ponto de referência para a prática de esportes de aventura aquáticos, terrestre e também vertical.Sede de verdePrincipal rio que alimenta Brotas, o Jacaré Pepira é um dos poucos ainda não poluídos no Estado de São Paulo. Com nascente em São Pedro, desagua no rio Tietê após percorrer 174 km. Com outros, passeia pelas “Cuestas Basálticas”, região na cidade que possui relevo e clima peculiares – de onde surgem as rápidas corredeiras e as quedas d'água tão procuradas pelos turistas (leia as principais abaixo).O rio Jacaré Pepira apresenta grande parte de sua extensão protegida, o que justifica todo um esforço da sociedade e do poder público para sua preservação. O rio foi e é objeto de vários estudos na área de meio ambiente e já sediou um importante projeto do Consórcio Intermunicipal de Preservação da Bacia do Rio Jacaré Pepira, realizado em meados dos anos 1980.Rafting é grande vedete dos esportes aquáticosCom Brotas sendo palco de várias (e rápidas) corredeiras, não demoraria muito para a vocação radical pintar pela cidade.E não demorou mesmo.O rafting – descida das corredeiras sobre um bote inflável – é apenas uma das diversas opções de esportes radicais para praticar em Brotas – e todas com segurança e acompanhados de um instrutor, diga-se de passagem. E essa prática atende a todas as idades, até crianças – para isso, foi criado o floating, descida feita sob medidas para os pequenos.Contudo, se busca novas emoções, anote aí as possibilidades, a começar pelo acqua ride, prática de descida em quedas d’água e corredeiras usando bote inflável e equipamentos de segurança. Muito comum também é o bóia-cross: cada pessoa pega sua bóia (com alças de segurança) e desce a corredeira.A canoagem também é outra prática indicada: descer as quedas d’água ou corredeiras com os caiaques feitos de polietileno (tipo de plástico de alta resistência) vai trazer muita emoção e adrenalina. Experimente também o duck, no qual a descida é realizada com a utilização de caiaques infláveis. Por fim, se quiser algo diferente, aposte na hidrospeed: é só pegar sua embarcação de polietileno, nadadeiras, proteção para joelhos e canela e boa descida!SossegoMas Brotas não é território apenas para os radicas: as pessoas que procuram sossego e paz também são bem-vindas. Prova disso são as opções mais tranqüilas que existem na cidade.Uma delas é o tradicional banho de cachoeira: depois de uma trilha por meio da mata nativa, é possível desfrutar da água gelada e revigorante das diversas quedas d’água existentes na região. Outra prática sossegada (principalmente no bairro São Sebastião da Serra) é a pescaria. Na represa do Rio Jacaré, é possível pescar de barco ou na encosta do rio.
Dezenas javalis selvagens invadem localidades perto Barcelona

Dezenas de javalis invadiram a zona catalã da Vall d'Hebron, perto de Barcelona, colocando em alerta as autoridades e as populações da região, informou fonte do governo regional da Catalunha.
A departamento do Meio Ambiente do executivo autonómico admitiu tratar-se, no início, de um facto curioso, mas com o passar dos dias transformou-se «num verdadeiro problema» ecológico e social. Por esse motivo, o governo regional já pediu para se redobrarem cuidados, tendo em conta que são animais selvagens.
No princípio, desciam até à cidade uns quantos exemplares atraídos pela comida que lhes era dada pelos residentes de Montbau e Canyelles. Actualmente, por volta das oito da noite, são às dezenas os javalis que passeiam pelos descampados e parques destes bairros à procura de comida sem temerem a presença de humanos e de veículos.
Alguns vizinhos admitiram às autoridades policiais que alimentavam os animais porque era uma «situação curiosa e divertida», mas que acabou por se transformar numa «dor de cabeça» e num problema «difícil de controlar».
Várias patrulhas da Polícia Municipal tentam evitar que os javalis se aproximem do centro urbano, de forma a não provocar agitação social e acidentes de trânsito.
O governo catalão pediu à população para não alimentar os animais, recordando que as suas reacções podem ser imprevisíveis.
O departamento do Meio Ambiente está a realizar diligências no sentido de fazer com que os javalis regressem ao seu habitat natural.
Até agora, não há informações sobre ataques a pessoas.
fonte:Diário Digital / Lusa
China realizará grande investimento contra poluição das águas

Rio Yang Tsé
O Governo chinês decidiu realizar um grande investimento a longo prazo para o estudo e desenvolvimento de tecnologias que permitam o tratamento das águas poluídas do país, informou hoje a agência estatal "Xinhua".
Segundo Zhao Yingmin, alto cargo da Administração Estatal para a Proteção Ambiental, o Conselho de Estado (Executivo) aprovou três programas de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que durarão até 2020, embora não tenha informado o custo dos programas.
A administração anunciou no ano passado que 26% das águas chinesas são "totalmente inúteis", que 62% não são apropriadas para a fauna aquática e que 90% dos rios que atravessam cidades na China estão poluídos.
As sete grandes redes hídricas do país, incluindo as dos dois rios mais longos, o Yang Tsé e o Amarelo, continuam poluídas, sem registros de que a qualidade de suas águas esteja melhorando.
Verão está 3 graus acima das médias históricas, diz Inpe

Os 20 primeiros dias do verão mostraram que a estação será mais quente. As temperaturas, segundo o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), de São José dos Campos, no Vale do Paraíba (SP), estão de 2 a 3 graus Celsius acima das médias históricas. Em dezembro, por exemplo, em Minas Gerais e São Paulo, a média máxima, que, normalmente, variava entre 28 e 30 graus, ficou entre 32 e 34 graus.
No Rio, a variação também oscila entre 2 e 3 graus e a média, que antes era de 32, está em 34. "Dois fatores contribuem para que o verão tenha temperaturas com valores acima da média, o fenômeno La Niña e o sistema de escala de menor tempo", diz o meteorologista Linconl Alves, do Grupo de Previsão Climática do Inpe.
Segundo Alves, as frentes frias, por exemplo, têm menor tempo de duração porque chegam mais fracas à Região Sudeste. "Temos um sistema de alta pressão que funciona como se fosse um ventilador, de cima para baixo, que empurra os ventos para baixo, impedindo a formação de nuvens." Esse sistema também enfraquece as frentes frias, segundo o meteorologista. Outro fator que contribui para o calor é o fenômeno La Niña, que é o resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial.
"A atuação do La Niña provoca ventos intensos no alto nível da atmosfera, o que dificulta o avanço das frentes frias." O fenômeno, que funciona como um ventilador, também impede as chuvas, provocadas sempre pela chegada de frentes frias. Por este motivo, o verão, além de quente, também deve ser mais seco. Segundo um comparativo analisado pelos especialistas em meteorologia do Cptec, a situação de estiagem é a pior dos últimos quatro anos e a energia armazenada em reservatórios, a menor também no mesmo período.
Capacidade
"Estamos operando com apenas 30%da capacidade, sendo dados do ONS. Se continuar desta forma, sem chuva, haverá racionamento", alerta o pesquisador Marcelo Enrique Seluchi, chefe de Operações do Cptec, referindo-se ao Operador Nacional do Sistema Elétrico. Em dezembro, por exemplo, choveu, em média, cerca de cem milímetros a menos nas regiões de São Paulo, Minas Gerais e Rio. "A situação é grave porque choveu pouco em Minas, onde está a nascente do Rio São Francisco, e em São Paulo e Mato Grosso do Sul também, onde estão as nascentes do Rio Paraná." O Rio Paraná abastece a Usina de Itaipu, considerada a maior hidrelétrica em operação no mundo. A média história de chuva dos últimos 30 anos para dezembro é de 250 milímetros por metro quadrado.
fonte:Yahoo
No Rio, a variação também oscila entre 2 e 3 graus e a média, que antes era de 32, está em 34. "Dois fatores contribuem para que o verão tenha temperaturas com valores acima da média, o fenômeno La Niña e o sistema de escala de menor tempo", diz o meteorologista Linconl Alves, do Grupo de Previsão Climática do Inpe.
Segundo Alves, as frentes frias, por exemplo, têm menor tempo de duração porque chegam mais fracas à Região Sudeste. "Temos um sistema de alta pressão que funciona como se fosse um ventilador, de cima para baixo, que empurra os ventos para baixo, impedindo a formação de nuvens." Esse sistema também enfraquece as frentes frias, segundo o meteorologista. Outro fator que contribui para o calor é o fenômeno La Niña, que é o resfriamento das águas do Oceano Pacífico Equatorial.
"A atuação do La Niña provoca ventos intensos no alto nível da atmosfera, o que dificulta o avanço das frentes frias." O fenômeno, que funciona como um ventilador, também impede as chuvas, provocadas sempre pela chegada de frentes frias. Por este motivo, o verão, além de quente, também deve ser mais seco. Segundo um comparativo analisado pelos especialistas em meteorologia do Cptec, a situação de estiagem é a pior dos últimos quatro anos e a energia armazenada em reservatórios, a menor também no mesmo período.
Capacidade
"Estamos operando com apenas 30%da capacidade, sendo dados do ONS. Se continuar desta forma, sem chuva, haverá racionamento", alerta o pesquisador Marcelo Enrique Seluchi, chefe de Operações do Cptec, referindo-se ao Operador Nacional do Sistema Elétrico. Em dezembro, por exemplo, choveu, em média, cerca de cem milímetros a menos nas regiões de São Paulo, Minas Gerais e Rio. "A situação é grave porque choveu pouco em Minas, onde está a nascente do Rio São Francisco, e em São Paulo e Mato Grosso do Sul também, onde estão as nascentes do Rio Paraná." O Rio Paraná abastece a Usina de Itaipu, considerada a maior hidrelétrica em operação no mundo. A média história de chuva dos últimos 30 anos para dezembro é de 250 milímetros por metro quadrado.
fonte:Yahoo
Saco de lixo pode ter de utilizar material biodegradável
A Câmara analisa o Projeto de Lei 1494/07, do deputado Edson Santos (PT-RJ), que obriga o uso de embalagem biodegradável para todos os tipos de resíduos sólidos (lixo). O objetivo é impedir o emprego de sacolas e sacos de plásticos. O autor explica que o plástico convencional contém resina sintética originária do petróleo, o que impede sua absorção pela natureza.
O texto determina que todas as embalagens para lixo sejam de material oxibiodegradável, que possibilita degradação inicial por oxidação acelerada por meio da luz e do calor. Após essa fase inicial, as embalagens podem ser decompostas e absorvidas pelo solo, sem deixar resíduos. Outra alternativa contida na proposta é a utilização de material sintético, desenvolvido por tecnologia específica para permitir a decomposição em água, dióxido de carbono e biomassa em pequenas quantidades.
Esse tipo de material apresenta todas as características do plástico, como resistência e impermeabilidade, mas pode ser decomposto pela natureza no prazo máximo de dois anos, sem causar danos à saúde e ao ambiente.
O deputado cita iniciativas de países como Inglaterra e Canadá, que resultaram na produção de plásticos ecologicamente corretos, que permitem a biodegradação. No Brasil, o deputado destaca iniciativas em andamento no Paraná e no Rio de Janeiro, com fábricas de plástico oxibiodegradável. Pelo projeto, os estabelecimentos comerciais e indústrias e os usuários terão um ano para adotar a medida, após aprovação da lei.
Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência em conjunto com o PL 121/03, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Antes da votação do Plenário, ele deverá ser analisado conjuntamente pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
fonte: Portaldacamara
O texto determina que todas as embalagens para lixo sejam de material oxibiodegradável, que possibilita degradação inicial por oxidação acelerada por meio da luz e do calor. Após essa fase inicial, as embalagens podem ser decompostas e absorvidas pelo solo, sem deixar resíduos. Outra alternativa contida na proposta é a utilização de material sintético, desenvolvido por tecnologia específica para permitir a decomposição em água, dióxido de carbono e biomassa em pequenas quantidades.
Esse tipo de material apresenta todas as características do plástico, como resistência e impermeabilidade, mas pode ser decomposto pela natureza no prazo máximo de dois anos, sem causar danos à saúde e ao ambiente.
O deputado cita iniciativas de países como Inglaterra e Canadá, que resultaram na produção de plásticos ecologicamente corretos, que permitem a biodegradação. No Brasil, o deputado destaca iniciativas em andamento no Paraná e no Rio de Janeiro, com fábricas de plástico oxibiodegradável. Pelo projeto, os estabelecimentos comerciais e indústrias e os usuários terão um ano para adotar a medida, após aprovação da lei.
Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência em conjunto com o PL 121/03, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Antes da votação do Plenário, ele deverá ser analisado conjuntamente pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
fonte: Portaldacamara
Califórnia entra com ação contra governo dos EUA por bloquear iniciativa ambiental
A Califórnia entrou hoje com uma demanda oficial contra o governo federal dos Estados Unidos por bloquear uma iniciativa do estado de corte drástico nas emissões de gases de efeito estufa dos veículos, informou o escritório do governador Arnold Schwarzenegger.
Em nome do estado da Califórnia (oeste), o procurador Edmund Brown entrou em Washington com ação contra a Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA, sigla em inglês) por não aprovar uma legislação que impõe novas e estritas medidas para reduzir a poluição.
O governo federal americano havia rejeitado em dezembro do ano passado uma autorização solicitada pelo estado da Califórnia para poder regular de forma mais severa a produção automotora com o objetivo de reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa.
Em uma nota, a Agência de Proteção do Meio Ambiente anunciou que, após analisar o caso, concluiu que não há "condições extraordinárias e imperiosas" que justifiquem a permissão solicitada pelo governo da Califórnia.
Em 2002, a Califórnia votou uma lei que exige que os fabricantes de automóveis reduzam em 30% as emissões poluentes de suas unidades até 2016, com o objetivo de retornar aos níveis de poluição ambiental similares aos de 1990.
A lei americana determina, porém, que para aplicar novas normas ambientais, os governos estaduais devem receber autorização da EPA e da Califórnia.
Outros 17 estados adotaram ou anunciaram sua vontade de se alinhar a compromissos similares para a adoção de regras ambientais mais estritas.
O diretor da EPA, Stephen Joshnson, explicou que a lei de energia aprovada na quarta-feira fornecerá "uma clara solução nacional" e não "um rejunte de remendos confusos de leis em nível dos estados" para atacar a poluição veicular.
Em relatório apresentado recentemente durante a conferência de Bali sobre o clima uma ONG dos EUA ressaltou que a Califórnia sozinha emite mais gases causadores do efeito estufa (GES) que o Brasil inteiro, país com população 5 vezes maior do que o estado americano, .
Em situação semelhante, o estado americano de Michigan polui mais que a Nigéria, país mais populoso da África e com população 16 vezes maior.
"Individualmente, 42 estados americanos emitem mais gases causadores do efeito estufa do que 100 países em desenvolvimento juntos", anunciou a Nationat Environment Trust (NET) em seu estudo intitulado "Assumindo a responsabilidade".
É o caso também do Texas, com 696 milhões de toneladas de CO2 por 23,7 milhões de habitantes, com poluição idêntica à do Reino Unido. Este estado americano, sozinho, emite mais poluentes do que 116 países em desenvolvimento juntos com mais de um bilhão de indivíduos.
A NET lembrou que de 1750 a 2005, os Estados Unidos e outras nações industrializadas, dentre as quais algumas da Europa, o Japão, o Canadá e a Rússia, foram responsáveis por mais de 73% das emissões de GES acumulados pelo uso de energias fósseis.
No mesmo período, a China - hoje em dia a um passo de se tornar a maior poluidora do planeta - emitiu apenas 7,8% dos GES pelas energias fósseis.
Em nome do estado da Califórnia (oeste), o procurador Edmund Brown entrou em Washington com ação contra a Agência de Proteção do Meio Ambiente (EPA, sigla em inglês) por não aprovar uma legislação que impõe novas e estritas medidas para reduzir a poluição.
O governo federal americano havia rejeitado em dezembro do ano passado uma autorização solicitada pelo estado da Califórnia para poder regular de forma mais severa a produção automotora com o objetivo de reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa.
Em uma nota, a Agência de Proteção do Meio Ambiente anunciou que, após analisar o caso, concluiu que não há "condições extraordinárias e imperiosas" que justifiquem a permissão solicitada pelo governo da Califórnia.
Em 2002, a Califórnia votou uma lei que exige que os fabricantes de automóveis reduzam em 30% as emissões poluentes de suas unidades até 2016, com o objetivo de retornar aos níveis de poluição ambiental similares aos de 1990.
A lei americana determina, porém, que para aplicar novas normas ambientais, os governos estaduais devem receber autorização da EPA e da Califórnia.
Outros 17 estados adotaram ou anunciaram sua vontade de se alinhar a compromissos similares para a adoção de regras ambientais mais estritas.
O diretor da EPA, Stephen Joshnson, explicou que a lei de energia aprovada na quarta-feira fornecerá "uma clara solução nacional" e não "um rejunte de remendos confusos de leis em nível dos estados" para atacar a poluição veicular.
Em relatório apresentado recentemente durante a conferência de Bali sobre o clima uma ONG dos EUA ressaltou que a Califórnia sozinha emite mais gases causadores do efeito estufa (GES) que o Brasil inteiro, país com população 5 vezes maior do que o estado americano, .
Em situação semelhante, o estado americano de Michigan polui mais que a Nigéria, país mais populoso da África e com população 16 vezes maior.
"Individualmente, 42 estados americanos emitem mais gases causadores do efeito estufa do que 100 países em desenvolvimento juntos", anunciou a Nationat Environment Trust (NET) em seu estudo intitulado "Assumindo a responsabilidade".
É o caso também do Texas, com 696 milhões de toneladas de CO2 por 23,7 milhões de habitantes, com poluição idêntica à do Reino Unido. Este estado americano, sozinho, emite mais poluentes do que 116 países em desenvolvimento juntos com mais de um bilhão de indivíduos.
A NET lembrou que de 1750 a 2005, os Estados Unidos e outras nações industrializadas, dentre as quais algumas da Europa, o Japão, o Canadá e a Rússia, foram responsáveis por mais de 73% das emissões de GES acumulados pelo uso de energias fósseis.
No mesmo período, a China - hoje em dia a um passo de se tornar a maior poluidora do planeta - emitiu apenas 7,8% dos GES pelas energias fósseis.
Elefantes, formigas e acácias: equilíbrio e fragilidade do ecossistema

As relações entre os grandes herbívoros, como os elefantes, com as acácias e algumas variedades de formigas na África são exemplos do bom funcionamento do ecossistema e de suas fragilidades, de acordo com o trabalho de cientistas americanos publicados nesta quinta-feira.
As acácias são árvores muito comuns em regiões tropicais e, portanto, fáceis de serem encontradas na África Subsaariana e na savana africana. Elas possuem grandes espinhos que servem de ninho a três espécies de formigas. Algumas destas árvores possuem centenas de espinhos ocos que abrigam mais de 100.000 formigas cada um.
Estes insetos e as acácias se beneficiam mutuamente com esta coabitação: em troca de abrigo e nutrição, a partir do néctar produzido pelas folhas das árvores, elas oferecem proteção. As formigas se responsabilizam pela defesa das acácias contra as agressões de mamíferos herbívoros, como girafas e elefantes. Com a ajuda destes pequenos animais, as árvores não são, desta forma, destruídas completamente.
O grupo de pesquisadores coordenado por Todd Palmer, professor de zoologia na Universidade da Flórida, começou a estudar estas relações entre acácias, mamíferos e formigas depois de ter percebido, no Quênia, que as acácias protegidas com barreiras elétricas de animais brutos pareciam menos vigorosas que as que não tinham este tipo de proteção.
De fato, "quando as árvores protegidas não são mais ameaçadas, seus protetores, as formigas, baixam a guarda e também acabam se enfraquecendo. As formigas se alimentam menos, o que faz com que as acácias produzam menos néctar, o que diminui sua vitalidade", explicou Todd Palmer, que ressalta a importância de preservar os equilíbrios do ecossistema para a preservação da natureza.
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