Mostrando postagens com marcador habitos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador habitos. Mostrar todas as postagens

Cartunista Polaco Vence IX PortoCartoon

O IX PortoCartoon-World Festival Festival mostrou mais de 400 cartoons vindos dos cinco continentes, na Galeria Internacional do Cartoon do Museu Nacional da Imprensa.
Para além dos trabalhos premiados e das menções honrosas, estiveram patentes desenhos feitos por artistas de países tão distantes e diferentes com a Austrália, o Brasil, o Canadá, a, China, o Egipto, a Índia, o Japão, a Indonésia, o México e a Coreia do Sul, entre muitos outros. A caricatura da Pintora Paula Rego, feita pelo português António Santos, premiado com uma Menção Honrosa, também pôde ser apreciada.
O tema da “Globalização” atraiu a atenção especial dos cartunistas de todo o mundo traduzida na maior participação dos últimos anos. Com a escolha deste tema o Museu Nacional pretendeu que o público reflectisse, com humor e sátira, sobre o impacto que a Globalização vem tendo à escala mundial, nos mais diversos sectores da sociedade.




1º lugar Grzegorz Szumovski, Polónia
Tema "Globalização"













2º ex-aequo lugar Osvaldo da Silva Costa, Brasil
Tema "Globalização"















2ºex-aequo lugar Alessandro Gatto, Itália
Tema "Globalização"













3º lugar Run Tang Li, China
Tema Livre

Pessoas mudariam estilo de vida para frear mudança climática, diz pesquisa


A maioria das pessoas estaria disposta a fazer sacrifícios pessoais para solucionar os problemas gerados pela mudança climática, segundo uma pesquisa realizada pela rede britânica "BBC" com cidadãos de 21 países.
Quatro em cada cinco indivíduos ouvidos pela pesquisa feita pela empresa GlobeScan com 22 mil pessoas afirmaram estar dispostos a alterar o seu estilo de vida caso isso ajude a diminuir o aquecimento global.
Essa atitude foi percebida inclusive entre os moradores de Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo.
Os consultados mostraram apoio à introdução de taxas sobre o consumo de energia causadora da mudança climática, se o dinheiro for utilizado para promover novas fontes energéticas ou impulsionar sua eficiência.
Segundo o especialista em meio ambiente da "BBC", Matt McGrath, na maioria dos países sondados as pessoas estão mais dispostas que os seus Governos a considerar a introdução de mudanças em seus estilos de vida para combater o aquecimento do planeta.
Para 83% dos entrevistados, é necessário alterar os hábitos de vida para reduzir a quantidade de gases poluentes produzidos, e a maioria acredita que para reduzir o problema será preciso algum sacrifício pessoal.
Quanto à proposta de aumentar os preços dos combustíveis fósseis, apenas 50% dos participantes se mostraram a favor, contra 44% que se opõem.
Os dados foram recolhidos entre 29 de maio e 26 de julho de 2007 no Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, México, Nigéria, Filipinas, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Turquia e EUA.

Hábitos: consumidor tem poder de coibir produção que agride natureza

A responsabilidade social está cada vez mais nas mãos de quem está na ponta da cadeia de negócios: o consumidor. As empresas devem cobrar atitudes que preservem o meio ambiente e de sustentabilidade dos fornecedores. Conseqüentemente, o consumidor precisa exigir isso das empresas.

"Quem compra é responsável pela produção. Se ela for feita de maneira errada, o consumidor que adquirir o produto está ajudando. Por isso, temos que mudar nosso modo de vida", disse a responsável pela comunicação da consultoria em responsabilidade social empresarial Apoena, Raquel Sabrina.

Idéias em teste
Mas mudar o estilo de vida muitas vezes esbarra em dúvidas. O que agride menos o meio ambiente: usar copos plásticos ou gastar água para lavar xícaras de barro? A sacola biodegradável realmente decompõe o plástico sem agredir a natureza?

"Muitas idéias estão em testes e isso confunde o consumidor. As pessoas ainda estão aprendendo a lidar com a sustentabilidade", afirmou a professora da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia da Apoena, Andrea Goldschmidt.

Sem dúvidas
Mesmo com dúvidas em relação a determinadas atitudes, os consumidores podem seguir outras sete regras, indicadas por Raquel, que preservam o meio ambiente, promovem a sustentabilidade e a inclusão social. Veja-as abaixo:

* Redução do consumo de materiais que demoram muito a se decompor;

* Redução do consumo de energia;

* Redução da dispersão de materiais tóxicos;

* Maximização do uso de recursos renováveis;

* Intensificação da reciclagem;

fonte:administradores

Natureza