Devemos cultivar uma responsabilidade universal para o outro e estendê-lo para o planeta que temos para compartilhar. (Dalai Lama)
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O Greenpeace e a Sea Shepherd mantêm a sua luta para salvar as baleias na Antártida
A organização ambientalista Sea Shepherd anunciou hoje que continuará suas ações contra a caça de baleias, após recuperar os seus dois membros que estavam retidos desde terça-feira a bordo de um baleeiro japonês em águas da Antártida.
O britânico Giles Lane, de 35 anos, e o australiano Benjamin Potts, de 28, foram entregues hoje pela tripulação do Yashin Maru 2 ao navio Oceanic Viking, do Departamento de Alfândega australiano.
Em seguida, os dois foram devolvidos ao Steve Irwin, o barco do grupo de defesa do meio ambiente, segundo a imprensa da Austrália.
"Continuaremos a perseguição até sermos obrigados a voltar. Vamos incomodar a frota japonesa e impedir que ela cace baleias", declarou Potts logo após a sua libertação.
No entanto, Paul Watson, capitão do Steve Irwin, disse que não tem a intenção de voltar a abordar os baleeiros japoneses.
Os dois ativistas subiram a bordo do Yashin Maru 2 no início da semana. O objetivo era entregar uma carta informando que a captura de baleias na região é ilegal. Eles alegam que foram retidos pela tripulação japonesa, contra a sua vontade. Mas os baleeiros insistem que o Steve Irwin abandonou a dupla após a abordagem.
A Sea Shepherd não está sozinha na sua cruzada. O Greenpeace também está patrulhando as águas do santuário australiano de baleias.
O Greenpeace anunciou hoje que sua embarcação Esperanza conseguiu tirar da zona de caça o Yashin Maru 2 e o navio de abastecimento Nisshin Maru, que tinha avistado dia 12 de janeiro, quando iniciou uma perseguição.
Sem o Nisshin Maru, os baleeiros não conseguirão trabalhar. É ele que recebe as baleias capturadas, para cortar e congelar a sua carne imediatamente, explicou um porta-voz do Greenpeace, Sakyo Noda.
O britânico Giles Lane, de 35 anos, e o australiano Benjamin Potts, de 28, foram entregues hoje pela tripulação do Yashin Maru 2 ao navio Oceanic Viking, do Departamento de Alfândega australiano.
Em seguida, os dois foram devolvidos ao Steve Irwin, o barco do grupo de defesa do meio ambiente, segundo a imprensa da Austrália.
"Continuaremos a perseguição até sermos obrigados a voltar. Vamos incomodar a frota japonesa e impedir que ela cace baleias", declarou Potts logo após a sua libertação.
No entanto, Paul Watson, capitão do Steve Irwin, disse que não tem a intenção de voltar a abordar os baleeiros japoneses.
Os dois ativistas subiram a bordo do Yashin Maru 2 no início da semana. O objetivo era entregar uma carta informando que a captura de baleias na região é ilegal. Eles alegam que foram retidos pela tripulação japonesa, contra a sua vontade. Mas os baleeiros insistem que o Steve Irwin abandonou a dupla após a abordagem.
A Sea Shepherd não está sozinha na sua cruzada. O Greenpeace também está patrulhando as águas do santuário australiano de baleias.
O Greenpeace anunciou hoje que sua embarcação Esperanza conseguiu tirar da zona de caça o Yashin Maru 2 e o navio de abastecimento Nisshin Maru, que tinha avistado dia 12 de janeiro, quando iniciou uma perseguição.
Sem o Nisshin Maru, os baleeiros não conseguirão trabalhar. É ele que recebe as baleias capturadas, para cortar e congelar a sua carne imediatamente, explicou um porta-voz do Greenpeace, Sakyo Noda.
Centro no Pará solta filhote número 600 mil de tartaruga de água doce

Brasília - O Centro Nacional de Conservação e Manejo de Répteis e Anfíbios (RAN), unidade especializada do Instituto Chico Mendes, promove hoje (17) às 9h, no município de Senador José Porfírio, no Pará, a soltura simbólica do filhote número 600 mil de tartaruga de água doce. Esse é o número de animais protegidos somente em 2007 pelo Projeto Quelônios da Amazônia (PQA), desenvolvido pelo RAN.
Desde a sua criação em 1979, o projeto proporcionou a devolução à natureza de mais de 35 milhões de tartaruguinhas.
Participam do evento a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, de prefeitos da região, representantes de organizações ambientalistas e dirigentes do Instituto Chico Mendes e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
fonte : Agencia Brasil
Desde a sua criação em 1979, o projeto proporcionou a devolução à natureza de mais de 35 milhões de tartaruguinhas.
Participam do evento a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, de prefeitos da região, representantes de organizações ambientalistas e dirigentes do Instituto Chico Mendes e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
fonte : Agencia Brasil
Aumenta a tensão entre Japão e Austrália devido a caça de baleias

A tensão aumentou nesta quarta-feira entre os baleeiros japoneses e ambientalistas australianos, que acusam os pescadores de reterem contra a sua vontade dois militantes na Antártica, o que provocou a intervenção de autoridades dos dois países.
Baleeiros japoneses integram desde dezembro uma missão para caçar mil cetáceos na Antártica. O Greenpeace e o movimento de proteção da natureza australiano Sea Sheperd enviaram barcos ao local para impedir a atuação dos nipônicos.
Na terça-feira, dois militantes do Sea Sheperd abordaram um dos baleeiros. Uma vez a bordo do navio, entregaram aos japoneses uma ordem do tribunal federal de Sydney que proíbe ao Japão caçar baleias nas águas denominadas de "santuário" da Antártica.
Segundo Paul Watson, dirigente do Sea Sheperd, o Instituto Japonês de Pesquisas sobre os Cetáceos advertiu que os reféns só serão liberados se o movimento aceitar não perturbar a caça de baleias.
O governo australiano pediu às autoridades japonesas que mediem a liberação dos dois ecologistas.
Tóquio desmentiu esta versão dos fatos e afirmou que o baleeiro japonês havia enviado mensagens ao navio do Sea Sheperd para tentar entregar os dois homens, mas que o grupo de defesa da ecologia não respondeu, informou o porta-voz do governo nipônico, Nobutaka Machimura.
Dezenas javalis selvagens invadem localidades perto Barcelona

Dezenas de javalis invadiram a zona catalã da Vall d'Hebron, perto de Barcelona, colocando em alerta as autoridades e as populações da região, informou fonte do governo regional da Catalunha.
A departamento do Meio Ambiente do executivo autonómico admitiu tratar-se, no início, de um facto curioso, mas com o passar dos dias transformou-se «num verdadeiro problema» ecológico e social. Por esse motivo, o governo regional já pediu para se redobrarem cuidados, tendo em conta que são animais selvagens.
No princípio, desciam até à cidade uns quantos exemplares atraídos pela comida que lhes era dada pelos residentes de Montbau e Canyelles. Actualmente, por volta das oito da noite, são às dezenas os javalis que passeiam pelos descampados e parques destes bairros à procura de comida sem temerem a presença de humanos e de veículos.
Alguns vizinhos admitiram às autoridades policiais que alimentavam os animais porque era uma «situação curiosa e divertida», mas que acabou por se transformar numa «dor de cabeça» e num problema «difícil de controlar».
Várias patrulhas da Polícia Municipal tentam evitar que os javalis se aproximem do centro urbano, de forma a não provocar agitação social e acidentes de trânsito.
O governo catalão pediu à população para não alimentar os animais, recordando que as suas reacções podem ser imprevisíveis.
O departamento do Meio Ambiente está a realizar diligências no sentido de fazer com que os javalis regressem ao seu habitat natural.
Até agora, não há informações sobre ataques a pessoas.
fonte:Diário Digital / Lusa
Greenpeace afasta frota baleeira japonesa da área de caça na Antártica
Depois de uma perseguição em alta velocidade por centenas de quilômetros em meio à névoa e mar revolto, o navio Esperanza do Greenpeace conseguiu levar a frota baleeira japonesa para fora da área de caça no Oceano Antártico.
Após encontrar a frota às margens do continente antártico, o Esperanza perseguiu o navio-fábrica Nisshin Maru na marca da latitude 60º - o limite da região de caça - sendo seguido pelo baleeiro Yushin Maru.
"Viemos aqui interromper a caça dos baleeiros japoneses e estamos conseguindo isso. Agora que eles estão fora da área de caça, que se mantenham longe", afirmou Sakyo Noda, do Greenpeace Japão que está a bordo do Esperanza.
Suspeita-se que a frota baleeira pretende reabastecer em breve e desembarcar a carne de baleia que já foi processada no navio-tanque Oriental Bluebird, de bandeira panamenha - um navio que não tem licença para fazer parte da frota baleeira.
O Nisshin Maru tem no momento cerca de 4 mil toneladas de carne de baleias estocadas de expedições anteriores. "Eles estão traficando carne de baleia que não é desejada no Japão", afirmou Karli Thomas, líder da expedição do Esperanza na Antártica.
"O Oriental Bluebird já fez isso aqui na Antártica no passado. Não é um navio registrado como parte da frota baleeira e portanto não deveria estar aqui", denunciou Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil, que também está a bordo do Esperanza.
Após encontrar a frota às margens do continente antártico, o Esperanza perseguiu o navio-fábrica Nisshin Maru na marca da latitude 60º - o limite da região de caça - sendo seguido pelo baleeiro Yushin Maru.
"Viemos aqui interromper a caça dos baleeiros japoneses e estamos conseguindo isso. Agora que eles estão fora da área de caça, que se mantenham longe", afirmou Sakyo Noda, do Greenpeace Japão que está a bordo do Esperanza.
Suspeita-se que a frota baleeira pretende reabastecer em breve e desembarcar a carne de baleia que já foi processada no navio-tanque Oriental Bluebird, de bandeira panamenha - um navio que não tem licença para fazer parte da frota baleeira.
O Nisshin Maru tem no momento cerca de 4 mil toneladas de carne de baleias estocadas de expedições anteriores. "Eles estão traficando carne de baleia que não é desejada no Japão", afirmou Karli Thomas, líder da expedição do Esperanza na Antártica.
"O Oriental Bluebird já fez isso aqui na Antártica no passado. Não é um navio registrado como parte da frota baleeira e portanto não deveria estar aqui", denunciou Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil, que também está a bordo do Esperanza.
Greenpeace confronta baleeiros japoneses na Antártica

Navio Esperanza, do grupo ambientalista, está na região para impedir que o Japão caçe cerca de mil baleias em nome de uma pesquisa científica criticada por diversos países.
Antártica, 11 de janeiro de 2008 – Depois de quase dois meses de procura, o navio Esperanza, do Greenpeace, encontrou nesta sexta-feira com a frota baleeira do Japão no Santuário de Baleias da Antártica.
A frota baleeira imediatamente se afastou do Esperanza, que neste momento está em perseguição em alta velocidade. Enquanto os navios japoneses estiverem nessa velocidade, ficam impossibilitados de caçar. Se eles tentarem começar a caça, a tripulação internacional de ativistas do Esperanza vai promover ações diretas não-violentas para prevenir a matança de quase mil baleias, incluindo 50 da espécie fin, ameaçada de extinção.
Num comunicado transmitido por rádio para a frota baleeira, em japonês e inglês, da campanha de Baleias do Greenpeace Japão, Sakyo Noda, afirmou: “Nossa embarcação e tripulação estão aqui no Oceano Antártico para condenar sua caçada, que inclui espécies ameaçadas, e para insistir que deixem a região e retornem ao porto imediatamente. A sua caçada científica é uma farsa e foi considerada inútil pela Comissão Internacional Baleeira (CIB). Pesquisas científicas modernas sobre baleias não requerem que se mate elas.”
Quando a frota baleeira japonesa partiu do porto de Shimonoseki, em novembro passado, o governo do Japão confirmou que o propósito por trás de seu ‘programa científico’ é na verdade um disfarce para retomar a caçada comercial.
“O povo japonês não apoia a caça de baleias, que vem sendo feita em seu nome e com seu dinheiro de impostos”, afirmou Junichi Sato, coordenador da campanha de baleias do Greenpeace Japão.
Uma pesquisa independente feita pelo Nippon Research Centre em junho de 2006 (http://www.greenpeace.org/international/press/reports/whaling-poll-japan) aponta a posição contrária do povo japonês à caça de baleias.
“O programa de caça científica do governo japonês é uma vergonha. Não há lugar para caça de baleia na Antártida. A Antártida deve ser um lugar para a paz e a ciência, e o que a frota baleeira está fazendo aqui não é ciência”, afirma Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de baleias do Greenpeace Brasil e chefe de pesquisa no navio Esperanza.
Leandra está disponível para entrevistas diretamente do navio Esperanza, na Antártica, por telefone via satélite. Requisições devem ser feitas à assessoria de imprensa do Greenpeace Brasil.
Essa é a nona expedição do Greenpeace ao Oceano Antártico para defender as baleias. A última foi realizada em fevereiro de 2007, quando o Esperanza escoltou o Nisshin Maru, navio-fábrica da frota baleeira japonesa, até a saída do Oceano Antártico, após um incêndio que destruiu a embarcação e matou um de seus tripulantes.
fonte:Barrigaverde
Austrália começa a vigiar por mar e ar baleeiros do Japão na Antártida
A Austrália começará esta semana a vigiar por mar e ar os baleeiros japoneses na Antártida, anunciou hoje o ministro de Exteriores, Stephen Smith.
A embarcação Oceanic Viking, do Departamento de Alfândegas, zarpará nos próximos dias do porto de Perth, no sul do país, para uma missão de 20 dias nas gélidas águas e depois se unirá a ele um Airbus A-319 usado pela missão científica da Austrália no continente gelado, disse Smith, segundo a rádio estatal.
A nave gravará com um equipamento de vídeo e fotografia a atividade dos baleeiros japoneses e informará pontualmente ao Governo australiano todas as incidências e o número de baleias capturadas e suas espécies.
A Comissão Baleeira Internacional pediu a Tóquio que detenha a caça de baleias, feita pelo Japão sob o argumento de estudos científicos.
Este organismo ratificou a moratória vigente desde 1986, que proíbe a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para que se levante o veto para as capturas em pequena escala.
A Noruega é o único país do mundo que permite a caça comercial de cetáceos, mas Japão e Islândia caçam mais de duas mil baleias por ano com fins "científicos", o que, segundo os grupos ambientalistas e o Governo australiano, entre outros, é uma forma encoberta de caça para fins comerciais.
A embarcação Oceanic Viking, do Departamento de Alfândegas, zarpará nos próximos dias do porto de Perth, no sul do país, para uma missão de 20 dias nas gélidas águas e depois se unirá a ele um Airbus A-319 usado pela missão científica da Austrália no continente gelado, disse Smith, segundo a rádio estatal.
A nave gravará com um equipamento de vídeo e fotografia a atividade dos baleeiros japoneses e informará pontualmente ao Governo australiano todas as incidências e o número de baleias capturadas e suas espécies.
A Comissão Baleeira Internacional pediu a Tóquio que detenha a caça de baleias, feita pelo Japão sob o argumento de estudos científicos.
Este organismo ratificou a moratória vigente desde 1986, que proíbe a caça de baleias com fins comerciais, apesar das pressões japonesas para que se levante o veto para as capturas em pequena escala.
A Noruega é o único país do mundo que permite a caça comercial de cetáceos, mas Japão e Islândia caçam mais de duas mil baleias por ano com fins "científicos", o que, segundo os grupos ambientalistas e o Governo australiano, entre outros, é uma forma encoberta de caça para fins comerciais.
Brasil adere a protesto internacional contra Japão pelo fim da caça às baleias
Queixa diplomática proposta pela Austrália reuniu 31 países. Greenpeace apóia iniciativa e está na Antártica para impedir a matança.
Brasília, DF - O governo brasileiro aderiu nos últimos dias de 2007 ao protesto diplomático formal do governo da Austrália contra a caça de baleias promovida pelo Japão. O protesto foi apresentado pelo embaixador australiano no Japão e conta com o apoio de 31 países - é o maior protesto internacional já feito contra o programa de caça às baleias do Japão.Entre as preocupações da Austrália em relação ao programa de caça japonês é o prejuízo que ele pode causar à sua indústria de turismo de observação de baleias, que movimenta mais de US$ 300 milhões por ano. Para monitorar as atividades da frota baleeira japonesa, a Austrália enviou à Antártica um navio e um avião de reconhecimento.
Os países que se juntaram à Austrália no protesto são: Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Costa Rica, Croácia, República Tcheca, Equador, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Israel, Itália, Luxemburgo, México, Mônaco, Holanda, Nova Zelândia, Portugal, San Marino, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia, Reino Unido e Uruguai. A Comissão Européia também participou do protesto.
O governo australiano e os demais países que formalizaram o protesto contra o Japão acreditam que não há justificativa aceitável para a caça de baleias. A Au
A iniciativa respalda politicamente a expedição que o Greenpeace realiza na Antártica para impedir a matança de baleias pela frota baleeira japonesa. O Greenpeace está na região com seu navio Esperanza e sua tripulação promove também o projeto A Trilha das Grandes Baleias, pesquisa científica não-letal com um grupo de 20 jubartes que foram marcadas com sensores que transmitem sinais via satélite. .
Confira as últimas informações publicadas sobre o projeto A Trilha das Grandes Baleias e a expedição do Greenpeace na Antártica no blog de Oceanos. O blog está sendo atualizado quase que diariamente pela bióloga Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil.
O Japão pretende caça quase mil baleias este ano no Oceano Antártico - 935 da espécie minke e 50 da espécie fin. Baleias jubartes também estavam na lista para serem caçadas mas, uma semana antes do protesto internacional encabeçado pela Austrália, o Japão anunciou que deixaria de fora essa espécie que está ameaçada de extinção. Por esse motivo ela não é caçada desde a década de 1960.
O Oceano Antártico é onde se localiza um dos santuários de baleias no mundo - o outro é no Oceano Índico. O Brasil e alguns países conservacionistas pleiteam a criação de um novo Santuário de baleias, o do Atlântico Sul.
O Japão afirma que caça baleias por questões científicas, mas admite que o faz apenas como alternativa à caça comercial, proibida desde 1986 devido à moratória imposta pela Comissão Internacional Baleeira (CIB). A carne das baleias caçadas pelos japoneses no Santuário Antártico é processada e empacotada no navio-fábrica Nisshin Maru, que faz parte da frota baleeira, e vendida no Japão. No entanto, o mercado para esse tipo de produto está em baixa.
"O Japão diz que faz pesquisa científica, mas em dois anos não apresentou resultados convincentes. Além disso, a carne de baleia já não tem mais mercado no Japão e o dinheiro usado para tudo isso é público. O Japão deveria voltar com sua frota imediatamente ao porto", afirma Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Baleias do Greenpeace Brasil e também do programa não-letal A Trilha das Grandes Baleias, que está a bordo do Esperanza.
fonte:Ecoagencia
Brasília, DF - O governo brasileiro aderiu nos últimos dias de 2007 ao protesto diplomático formal do governo da Austrália contra a caça de baleias promovida pelo Japão. O protesto foi apresentado pelo embaixador australiano no Japão e conta com o apoio de 31 países - é o maior protesto internacional já feito contra o programa de caça às baleias do Japão.Entre as preocupações da Austrália em relação ao programa de caça japonês é o prejuízo que ele pode causar à sua indústria de turismo de observação de baleias, que movimenta mais de US$ 300 milhões por ano. Para monitorar as atividades da frota baleeira japonesa, a Austrália enviou à Antártica um navio e um avião de reconhecimento.
Os países que se juntaram à Austrália no protesto são: Argentina, Áustria, Bélgica, Brasil, Chile, Costa Rica, Croácia, República Tcheca, Equador, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Israel, Itália, Luxemburgo, México, Mônaco, Holanda, Nova Zelândia, Portugal, San Marino, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia, Reino Unido e Uruguai. A Comissão Européia também participou do protesto.
O governo australiano e os demais países que formalizaram o protesto contra o Japão acreditam que não há justificativa aceitável para a caça de baleias. A Au
A iniciativa respalda politicamente a expedição que o Greenpeace realiza na Antártica para impedir a matança de baleias pela frota baleeira japonesa. O Greenpeace está na região com seu navio Esperanza e sua tripulação promove também o projeto A Trilha das Grandes Baleias, pesquisa científica não-letal com um grupo de 20 jubartes que foram marcadas com sensores que transmitem sinais via satélite. .
Confira as últimas informações publicadas sobre o projeto A Trilha das Grandes Baleias e a expedição do Greenpeace na Antártica no blog de Oceanos. O blog está sendo atualizado quase que diariamente pela bióloga Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil.
O Japão pretende caça quase mil baleias este ano no Oceano Antártico - 935 da espécie minke e 50 da espécie fin. Baleias jubartes também estavam na lista para serem caçadas mas, uma semana antes do protesto internacional encabeçado pela Austrália, o Japão anunciou que deixaria de fora essa espécie que está ameaçada de extinção. Por esse motivo ela não é caçada desde a década de 1960.
O Oceano Antártico é onde se localiza um dos santuários de baleias no mundo - o outro é no Oceano Índico. O Brasil e alguns países conservacionistas pleiteam a criação de um novo Santuário de baleias, o do Atlântico Sul.
O Japão afirma que caça baleias por questões científicas, mas admite que o faz apenas como alternativa à caça comercial, proibida desde 1986 devido à moratória imposta pela Comissão Internacional Baleeira (CIB). A carne das baleias caçadas pelos japoneses no Santuário Antártico é processada e empacotada no navio-fábrica Nisshin Maru, que faz parte da frota baleeira, e vendida no Japão. No entanto, o mercado para esse tipo de produto está em baixa.
"O Japão diz que faz pesquisa científica, mas em dois anos não apresentou resultados convincentes. Além disso, a carne de baleia já não tem mais mercado no Japão e o dinheiro usado para tudo isso é público. O Japão deveria voltar com sua frota imediatamente ao porto", afirma Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Baleias do Greenpeace Brasil e também do programa não-letal A Trilha das Grandes Baleias, que está a bordo do Esperanza.
fonte:Ecoagencia
A tigresa Tatiana pode ter recebido ajuda para escapar

A tigresa siberiana que escapou da jaula no zoológico de São Francisco e atacou três visitantes, matando um deles, pode ter escapado com a ajuda de uma das vítimas, informou a imprensa americana nesta quinta-feira.
Segundo o San Francisco Chronicle, a polícia encontrou sangue e um sapato dentro da jaula da tigresa Tatiana, e agora investiga a possibilidade de que uma das vítimas tenha colocado uma perna dentro do fosso, "ajudando" o animal a escapar.
A tigresa ficava separada do público que visitava o zôo por uma grande cerca de metal e um fosso de 8 metros de largura. A polícia especula como o animal pode ter fugido e atacado os três visitantes.
O jornal cita fontes anônimas próximas à investigação, que revelam que as provas encontradas no local "incluem um sapato e sangue na área entre o portão e a borda do fosso".
O corpo de Carlos Sousa Jr., 17 anos, foi encontrado próximo ao fosso de separação. Ele foi morto por um corte da garganta. As outras duas vítimas, dois irmãos de 19 e 23 anos, que visitavam o zoológico com Carlos, estavam presentes no momento da fuga do animal, ainda segundo o Chronicle.
"As vítimas feridas fugiram, deixando um rastro de sangue, e a polícia acredita que a tigresa os tenha perseguido por cerca de 300 metros", diz a reportagem.
A tigresa de quatro anos de idade atacou um dos irmãos antes que a polícia conseguisse atrair a atenção do animal e matá-lo.
"Alguém criou uma situação que a irritou muito e a motivou a escapar", afirmou Manuel Mollinedo, diretor do zoológico de São Francisco, em declaração ao jornal americano.
"Não há possibilidade de que o tigre tenha conseguido fugir dali com apenas um pulo. Eu presumiria que houve alguma ajuda", continuou Mollinedo.
A reportagem também diz que pinhas e gravetos encontrados no fosso podem ter sido jogados contra o animal. "Esses objetos não teriam como chegar ao fosso naturalmente", de acordo com as fontes.
Mesmo assim, o chefe de polícia Neville Gittens alerta que "não havia razão para pensar que as vítimas estavam provocando o tigre". Os dois sobreviventes se recuperam em um hospital em condição grave, mas estável.
A tigresa de 136 quilos já havia atacado o braço de um tratador do zôo quando era alimentado em público no ano passado.
fonte: Terra
Tigre mata visitante de zoo
Uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas, esta terça-feira, depois de um tigre ter fugido da jaula no Jardim Zoológico de San Francisco, no Estado americano da Califórnia, noticia a BBC.
Segundo o jornal San Francisco Chronicle, as vítimas eram visitantes do zoológico e o ataque deu-se depois de o tigre ter consigo fugir da jaula. O animal acabou por ser morto a tiro durante o ataque.
Inicialmente as primeiras informações davam conta que quatro tigres tinham escapado, mas o porta-voz do departamento de Bombeiros de San Francisco, Ken Smith, negou a informação.
O zoológico foi evacuado de imediato e ao local deslocaram-se policias e bombeiros. Ainda não foram prestados esclarecimentos sobre a forma como o animal terá conseguido fugir. O Jardim Zoológico de San Francisco abriga tigres siberianos e de Sumatra.
Em Dezembro de 2006, uma das funcionárias do zoológico teve ferimentos graves no braço depois de ser atacada por uma tigre siberiano.
Segundo o jornal San Francisco Chronicle, as vítimas eram visitantes do zoológico e o ataque deu-se depois de o tigre ter consigo fugir da jaula. O animal acabou por ser morto a tiro durante o ataque.
Inicialmente as primeiras informações davam conta que quatro tigres tinham escapado, mas o porta-voz do departamento de Bombeiros de San Francisco, Ken Smith, negou a informação.
O zoológico foi evacuado de imediato e ao local deslocaram-se policias e bombeiros. Ainda não foram prestados esclarecimentos sobre a forma como o animal terá conseguido fugir. O Jardim Zoológico de San Francisco abriga tigres siberianos e de Sumatra.
Em Dezembro de 2006, uma das funcionárias do zoológico teve ferimentos graves no braço depois de ser atacada por uma tigre siberiano.
Japão suspende caça de jubartes em meio à pressão internacional

Em meio às fortes críticas internacionais, o Governo japonês suspendeu hoje a caça de baleias jubarte que seria realizada este ano, pela primeira vez desde 1963, embora tenha decidido continuar com as capturas de outros cetáceos.
O ministro porta-voz do Japão, Nobutaka Machimura, informou que a caça das jubartes ficará suspensa enquanto o país negocia a reforma da Comissão Baleeira Internacional. Mas manteve a campanha de captura de outras espécies "com fins científicos".
"Não mudaremos o plano de pesquisa científica sobre cetáceos. Mas o Governo decidiu que, enquanto o processo de normalização continuar seu caminho, adiaremos a captura de baleias jubarte", afirmou.
Junichi Sato, diretor de assuntos marítimos da organização ambientalista Greenpeace, disse que estava feliz com a decisão do Japão de não caçar essa espécie protegida.
O ativista observou, no entanto, que o Japão manterá a meta de caçar mil baleias este ano, como fez em 2007, e pediu aos baleeiros japoneses que deixem de capturar esses animais definitivamente.
Os baleeiros japoneses tinham previsto caçar este ano 50 baleias jubarte, além de 850 baleias minke e 50 baleias fin sob o pretexto de realizar estudos científicos, mas sua campanha esteve cercada de polêmicas.
O Governo da Austrália decidiu vigiar com navios e aviões a campanha anual dos baleeiros japoneses, para demonstrar que não há fins científicos na campanha japonesa. As provas respaldariam ações legais contra os baleeiros japoneses em tribunais internacionais.
A decisão dos japoneses de capturar este ano a jubarte, uma espécie protegida desde 1963, reforçou as críticas.
A jubarte, também conhecida como baleia corcunda, pode pesar de 35 a 40 toneladas e medir cerca de 16 metros de comprimento.
A espécie é uma das mais observadas pelos turistas que contratam empresas de avistamento de baleias no mundo todo. A atividade gera milhões de dólares todos os anos.
O Ministério de Assuntos Exteriores japonês defendeu hoje sua postura a favor da caça de baleias em comunicado, onde afirma que todas as capturas previstas no plano de atividades científicas japonesas, "incluindo a caça de jubartes, são legais segundo a Comissão Baleeira Internacional".
As autoridades japonesas explicaram que, embora "as diferenças (entre os países) com relação ao assunto baleeiro sejam compreensíveis", a captura de cetáceos "deveria ser discutida em termos científicos, em vez de emocionais".
A postura japonesa, defendida especialmente pela Associação Baleeira do Japão e similar à mantida por Noruega e Islândia, justifica a caça de baleias por ser um recurso explorado por seus povos durante séculos e pela "abundância de algumas espécies, como a minke e a baleia-de-bryde".
Em seu site, a Associação Baleeira do Japão considera que pedir ao país que pare de capturar cetáceos seria comparável a solicitar "aos americanos que deixem de comer hambúrgueres, e aos ingleses, fish and chips".
A reforma da Comissão Baleeira Internacional é atualmente um dos objetivos do Japão, que considera que o organismo não cumpre a meta com que foi criado, em 1946: conservar o número de cetáceos e tramitar as capturas.
Para o Governo, a comissão se transformou em uma entidade que se dedica somente a proteger as baleias.
O lobby japonês tenta o que chama de "normalização" da Comissão Baleeira Internacional, que implique a retirada da moratória sobre a caça comercial de baleias vigente desde 1982.
O Japão deixou de caçar baleias com fins comerciais em 1986, seguindo a moratória imposta pela comissão, mas um ano depois retomou as capturas, amparando-se no que denomina "fins científicos".
fonte:yahoo
Austrália inicia luta contra matança das baleias

Pela primeira vez a Austrália se manifestou diretamente contra a caça das baleias, mesmo não demonstrando que irá utilizar a Marinha, como era especulado alguns dias atrás.
O recém eleito premiê trabalhista Kevin Rudd havia prometido uma drástica mudança de rota após os 11 anos de tolerância do governo conservador com os japoneses e sua suposta caça aos cetáceos por motivos científicos.
No entanto hoje, diplomaticamente, Rudd escolheu deixar de lado os barcos da marinha e alugou um barco de cruzeiro adaptado às condições do Antártico.
O Ocean Viking, com 105 metros de comprimento e guiado por marinheiros da companhia de cruzeiros P&O, foi equipado com duas metralhadoras (manobradas por agentes da guarda costeira). No entanto, a intenção da expedição é na verdade a de tirar fotografias para documentar a carnificina das baleias.
As fotos e vídeos serão depois levados a um tribunal internacional que deverá decidir a legitimidade da caça que os japoneses insistem em chamar de pesca com foco científico.
Será uma expedição entre a espionagem (pelo uso de teleobjetivas de grande potência) e o jogo diplomático.
De um lado os seis baleeiros japoneses, em direção àquela que poderá se tornar a maior caça dos últimos vinte anos, com a intenção de matar 935 baleias. Do outro, os ambientalistas com o barco Esperanza do Greenpeace, que está para zarpar do porto de Auckland, na Nova Zelândia, para interceptar os japoneses se colocando entre os grandes cetáceos e os baleeiros, para impedir a matança.
Já em rota para o mar dos gelos está o Sea Shepard, barco que no passado já esteve envolvido em violentos combates com os japoneses. E agora, pela primeira vez, os ambientalistas terão ao auxílio do governo australiano.
fonte: Folhaonline
Governo cede a bispo e aceita suspender obras de transposição
Segundo secretário do presidente Lula, a proposta de paralisar os trabalhos por 2 meses e a realizar debates públicos para explicar melhor a obra à população serão levadas aos dois lados (Governo e bispo). As duas partes estão de acordo em 'equilibrar' o fornecimento de água na região Nordeste e em elaborar um plano sócio-ambiental para o semi-árido.
fonte: google
fonte: google
Nove milhões de filhotes de tartarugas marinha soltos no meio ambiente


Salvador - O Projeto Tamar, que em janeiro completa 28 anos de pesquisa e manejo das espécies de tartarugas marinhas no Brasil, superou a marca de nove milhões de filhotes nascidos sob sua proteção e devolvidos ao ambiente marinho. Para comemorar, a nona milionésima tartaruga foi solta hoje (5) no mar da Praia do Forte, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O ato representou o resultado do trabalho desenvolvido pelo projeto na proteção à população de três das cinco espécies que habitam a costa brasileira – as tartarugas cabeçuda (Caretta caretta), de pente (Eretmochelys imbricata) e oliva (Lepidochelys olivacea) – todas ameaçadas de extinção.Responsável por monitorar 220 quilômetros de praias no litoral baiano, por meio das bases, em Costa do Sauipe, Sítio do Conde, Arembepe e Praia do Forte, o Projeto Tamar também foi um dos cinco projetos beneficiados pelo chamado Planejamento Estratégico Integrado, anunciado pela ministra Marina Silva. A iniciativa vai formular políticas de conservação para evitar a extinção de espécies marinhas. Além do Tamar serão contemplados os projetos Baleia Franca (Santa Catarina), Baleia Jubarte ( Bahia), Golfinho Rotador e Peixe-boi, ambos de Pernambuco
.O plano conta com a parceria da Petrobras, que pretende destinar R$ 25 milhões aos projetos nos próximos dez anos – ao Tamar, caberá uma fatia de aproximadamente R$ 7,85 milhões. “Sempre sonhei em ver o Brasil comparado a outros países desenvolvidos no que diz respeito à preservação da biodiversidade marinha. Fico feliz em ver que estamos caminhando nesse sentido”, disse o oceanógrafo Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Projeto Tamar, que é co-administrado pela Fundação Pró-Tamar, parceiro do Instituto Chico Mendes (ICMBio) e patrocinado pela Petrobras.
fonte:Jornalmidia
Surpresas da natureza

Chimpanzés superam universitários em teste de memória
Uma nova pesquisa da Universidade de Kyoto, no Japão, demonstrou que chimpanzés têm uma memória fotográfica superior à dos humanos.
Chimpanzés mais jovens foram melhores em testes de memória do que estudantes universitários, segundo o estudo publicado na revista Current Biology.
Até o momento, pensava-se que chimpanzés não conseguiriam ter o mesmo desempenho dos humanos no setor de memória e outras habilidades mentais.
"Existem muitas pessoas, incluindo biólogos, que acreditam que os humanos são superiores aos chimpanzés em todas as funções cognitivas", disse o chefe da pesquisa Tetsuro Matsuzawa.
"Ninguém poderia imaginar que jovens chimpanzés, com cinco anos de idade, tivessem um desempenho melhor do que o de humanos em uma tarefa que envolve memória", disse.
"Aqui nós mostramos pela primeira vez que jovens chimpanzés têm uma capacidade de memória extraordinária para lembrar números, melhor do que de humanos adultos testados no mesmo aparelho, seguindo o mesmo procedimento."
Matsuzawa e sua equipe testaram três pares de chimpanzés, cada formado por uma mãe e seu filho, contra estudantes universitários em um teste de memória que envolvia números.
As mães chimpanzés e seus filhos de cinco anos já tinham aprendido como "contar" de um a nove.
Durante a experiência, cada participante viu em um monitor vários números de um a nove.
Os números eram então substituídos por quadrados em branco e o estudante ou o chimpanzé tinham que lembrar qual número apareceu em qual lugar, e então tocar o quadrado certo na tela.
Os pesquisadores descobriram que os chimpanzés jovens tinham desempenho melhor do que suas mães e do que humanos adultos.
Os universitários foram os mais lentos do que os três chimpanzés jovens em suas respostas.
Os chimpanzés se saíram melhor do que os universitários em velocidade e precisão quando os números apareciam apenas por um momento.
O espaço de tempo mais curto, de 210 milisegundos, não deu o tempo necessário para que os testados explorassem a tela com movimentos dos olhos, algo que fazemos o tempo todo durante a leitura.
Isto mostra, segundo os pesquisadores, que os chimpanzés mais jovens têm memória fotográfica o que permite que eles memorizem uma cena complexa ou um padrão com apenas um olhar rápido. Em algumas ocasiões esta habilidade está presente em crianças, mas diminui com a idade, afirmam os pesquisadores.
"Chimpanzés jovens têm memória melhor do que humanos adultos. Ainda estamos subestimando a capacidade intelectual dos chimpanzés, nossos vizinhos de evolução", disse o professor Matsuzawa à BBC.
Para Lisa Parr, que trabalha com chimpanzés no Centro Yerkes para Primatas na Universidade Emory de Atlanta, Estados Unidos, esta descoberta é "revolucionária" e, pelo fato de os chimpanzés serem nossos "parentes mais próximos", pode ajudar a entender a memória humana
Uma nova pesquisa da Universidade de Kyoto, no Japão, demonstrou que chimpanzés têm uma memória fotográfica superior à dos humanos.
Chimpanzés mais jovens foram melhores em testes de memória do que estudantes universitários, segundo o estudo publicado na revista Current Biology.
Até o momento, pensava-se que chimpanzés não conseguiriam ter o mesmo desempenho dos humanos no setor de memória e outras habilidades mentais.
"Existem muitas pessoas, incluindo biólogos, que acreditam que os humanos são superiores aos chimpanzés em todas as funções cognitivas", disse o chefe da pesquisa Tetsuro Matsuzawa.
"Ninguém poderia imaginar que jovens chimpanzés, com cinco anos de idade, tivessem um desempenho melhor do que o de humanos em uma tarefa que envolve memória", disse.
"Aqui nós mostramos pela primeira vez que jovens chimpanzés têm uma capacidade de memória extraordinária para lembrar números, melhor do que de humanos adultos testados no mesmo aparelho, seguindo o mesmo procedimento."
Matsuzawa e sua equipe testaram três pares de chimpanzés, cada formado por uma mãe e seu filho, contra estudantes universitários em um teste de memória que envolvia números.
As mães chimpanzés e seus filhos de cinco anos já tinham aprendido como "contar" de um a nove.
Durante a experiência, cada participante viu em um monitor vários números de um a nove.
Os números eram então substituídos por quadrados em branco e o estudante ou o chimpanzé tinham que lembrar qual número apareceu em qual lugar, e então tocar o quadrado certo na tela.
Os pesquisadores descobriram que os chimpanzés jovens tinham desempenho melhor do que suas mães e do que humanos adultos.
Os universitários foram os mais lentos do que os três chimpanzés jovens em suas respostas.
Os chimpanzés se saíram melhor do que os universitários em velocidade e precisão quando os números apareciam apenas por um momento.
O espaço de tempo mais curto, de 210 milisegundos, não deu o tempo necessário para que os testados explorassem a tela com movimentos dos olhos, algo que fazemos o tempo todo durante a leitura.
Isto mostra, segundo os pesquisadores, que os chimpanzés mais jovens têm memória fotográfica o que permite que eles memorizem uma cena complexa ou um padrão com apenas um olhar rápido. Em algumas ocasiões esta habilidade está presente em crianças, mas diminui com a idade, afirmam os pesquisadores.
"Chimpanzés jovens têm memória melhor do que humanos adultos. Ainda estamos subestimando a capacidade intelectual dos chimpanzés, nossos vizinhos de evolução", disse o professor Matsuzawa à BBC.
Para Lisa Parr, que trabalha com chimpanzés no Centro Yerkes para Primatas na Universidade Emory de Atlanta, Estados Unidos, esta descoberta é "revolucionária" e, pelo fato de os chimpanzés serem nossos "parentes mais próximos", pode ajudar a entender a memória humana
Baleia deve ser enterrada esta manhã

Os técnicos do CMA, com sede em Itamaracá, estudam as causas que têm provocado encalhes freqüentes de Baleias no litoral do Nordeste desde janeiro.
Os técnicos da Secretaria de Meio Ambiente do Cabo de Santo Agostinho pretendem iniciar esta manhã os trabalhos para enterrar a baleia macho, da espécie minke (balaenoptera acutorostrata) de 4,7 metros e quase 12 toneladas. O animal foi encontrado morto, ontem, na Ilha do Amor, entre os municípios de Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho.
Macho, na fase juvenil, o animal morreu na última quinta-feira. Ele se encontrava em estado de decomposição e sem a cabeça quando os técnicos do Centro de Mamíferos Aquáticos/Peixe-Boi o localizaram. Esta é a quarta baleia que aparece sem vida nas praias de Pernambuco este ano, sendo a 23ª desde 1998. A última encalhou em setembro, na praia de Pau Amarelo, em Paulista, na altura da Matriz de Nossa Senhora do Ó.
Por conta da distância e localização, os curiosos e pescadores tiveram dificuldade de ver a baleia, que será enterrada hoje, na própria ilha, com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente do Cabo. Como a Ilha do Amor se estende de Candeias, em Jaboatão, até o Cabo de Santo Agostinho, o acesso da retroescavadeira se dará pela praia do Paiva, no litoral Sul. A remoção do animal vai exigir esforço da equipe, já que ele pesa quase 12 toneladas, mas não deve durar mais de 12 horas, como outras ocasiões.Nas praias de Alagoas, Paraíba e Pernambuco já foram encontradas nove baleias este ano, sendo a maior parte (quatro) delas no estado. "Elas podem encalhar por conta de doenças, de ações provocadas pelo homem, por fatores ambientais, mudanças de tempo, ou de corrente", explica a bióloga Fernanda Niemeyer, do CMA.
As causas que provocam encalhes de baleias no litoral pernambucano ainda são desconhecidas, mas o espaço de tempo entre uma e outra vítima está sendo curto. A última vez que um cetáceo deste gênero precisou ser desencalhado, depois de morto, foi em 2 de setembro, cerca de dois meses e meio atrás. Naquele dia, uma baleia da espécie cachalote, de 17 metros, foi encontrada em Pau Amarelo, no município de Paulista, chamando a atenção de moradores e banhistas. Muita gente queria chegar perto, ou tocar no animal.
No último dia 18 de julho,a Prefeitura do Recife e técnicos do CMA também fizeram uma operação, que durou 14 horas, para retirar uma baleia sem vida, da espécie cachalote, de 10 metros, da praia de Boa Viagem. No final de junho, na Ilha de Itamaracá, uma cachalote-anã também foi encontrada morta. "Ainda estamos investigando as ocorrências", frisou a bióloga Fernanda Niemeyer.
fonte:Pernambucoultimasnotas
Encontrada a Baleia que desencalhou

A baleia minke que encalhou em um rio da Amazônia, no Pará, apareceu morta nesta terça-feira, antes do início da operação de resgate para salvá-la. O animal marinho, de cinco metros de comprimentos e cerca de sete toneladas, estava a cerca de mil quilômetros do oceano Atlântico.
A suspeita é que tenha se desviado de sua rota e entrado no rio Amazonas pela ilha de Marajó. No rio Tapajós, afluente do Amazonas, foi atração turística e alvo de agressão.
Uma necropsia irá identificar a causa da morte da baleia e o motivo que a fez entrar em águas doces.
O veterinário Milton Marcondes, do IBJ (Instituto Baleia Jubarte), que está na região a pedido do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), afirmou que a baleia estava estressada e ferida.
"Se ela fosse ficar aqui no rio ia acabar morrendo. O animal estava sob estresse o tempo todo, gente subindo em cima, barcos próximos, tudo isso pode ter comprometido o quadro dela", disse.
O animal foi encontrado morto às 7h, por ribeirinhos da comunidade de São José, no rio Arapiuns, afluente do Tapajós. O local fica a uma hora e meia de barco de Santarém (730 km de Belém).
Ferimento
Foi nessa comunidade que a baleia foi encontrada encalhada pela terceira vez, no domingo. Estava machucada e apresentava ferida superficial perto do abdome. Veterinários aplicaram antibióticos e fizeram as primeiras análises, mas o mamífero fugiu.
O ferimento no abdome foi provocado por um ribeirinho, no sábado, na comunidade de Jaguarituba, em Belterra (150 km de Santarém). O ponto fica a cem quilômetros da comunidade do Piquiatuba, onde a baleia foi vista pela primeira vez, no último dia 13.
Quando o animal apareceu, moradores pensaram que se tratasse de um peixe-boi gigante ou uma cobra grande. Quem identificou o animal como baleia foi o professor Jonathás Xavier dos Santos, da escola municipal Santa Terezinha.
Hoje, em Piquiatuba, que fica dentro da Floresta Nacional do Tapajós, moradores demonstraram revolta pela morte da baleia minke. "O Ibama demorou muito no resgate", disse Santos.
A equipe que monitora o animal tentou conseguir, com a ajuda da Petrobras, uma embarcação para transportá-lo de volta ao oceano, mas a operação ainda estava em fase de planejamento quando a baleia morreu.
fonte: portalamazonia
Baleia encontrada morta perto de Santarem

Uma equipe de 10 homens com 3 máquinas trabalhou durante a tarde e a noite tentando dar um destino a baleia da espécie Franca do Sul que apareceu morta nas águas da praia de Itaoca esta semana.
O trabalho de remoção foi coordenado pelo Secretário Municipal de Obras Jackson Rodrigues Cuzzuol, José Santiago da secretaria Municipal de Meio Ambiente, pelo Gerente Municipal Ary Moreira.
A manobra dos homens e máquinas na praia de Itaoca atraiu centenas de curiosos durante Porém, o trabalho de remoção do mamífero que procura águas quentes do litoral capixaba para procriar foi mais complexo do que se imaginava.
O maquinário da Prefeitura de Itapemirim, juntamente com o da Usina Paineiras, foi utilizado para remover o animal que pesa aproximadamente 40 toneladas. Para enterrar o animal, foi aberta uma cova de 16 metros de comprimento e 2,5 de profundidade.
O trabalho prossegue hoje e somente será concluído quando a Franca do Sul estiver enterrada. Todo o trabalho acontece sob orientação do diretor do instituto Orca de Vitória.
Lupércio Barboza afirmou que a baleia é o primeiro espécime encontrado morto no Espírito Santo, que o mamífero é de uma docilidade grande, que, em outras praias, serve de atração turística.
“Não sabemos o que provocou a morte da baleia. Há várias possibilidades. O importante é que a Prefeita Norma Ayub pretende usar a ossada dela para criar um atrativo turístico para Itapemirim”. Destacou o diretor do Orça.
Diante da tristeza da morte do mamífero, nós que lutamos pela preservação da espécie, ficamos satisfeitos com o destino dado a ossada da baleia. “Enquanto muitos não dão importância ao fato, em Itapemirim, houve uma mobilização emocionante em torno da questão”. Finalizou Lupércio.
da Reportagem Local
Fonte: Folhaes OnLine
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