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17 de nov de 2007

Meio Ambiente detona floresta amazônica

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No dia 24 de setembro, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou, numa conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, a privatização de áreas da floresta amazônica. A primeira a ser licitada fica na região do Jamari (RO). A unidade possui 220 mil hectares, dos quais 90 mil serão privatizados.

O absurdo: a alegação da ministra é que a privatização terá como objetivo a exploração sustentável, ressaltando que a medida combateria a grilagem.

Na minha opinião, ou a ministra é imbecil, está assessorada por idiotas, ou então vendeu sua alma para o diabo!

Enquanto o governo se preocupa com grilagem, se esquece que a floresta amazônica é o pulmão da humanidade e como tal deve ser preservada a todo custo, não importando quem estiver lá dentro pesquisando.

Lotear para fazer pesquisa por brasileiros é aceitável, mas entregar 90 mil hectares para desmatamento é ser no mínimo incopetentemente ordinária.

"É lamentável que no momento em que o país inteiro faz um movimento para quebrar a privatização absurda da companhia Vale do Rio Doce, alguém lá do Ministério do Meio Ambiente, assessorado por idiotas, resolve fazer uma primeira concessão de áreas florestais para (uso de) particulares".

Imaginem os leitores deste artigo o que significa esquartejar o miolo da Floresta, onde vários segmentos se ramificarão e sem controle, que invariavelmente ocorrerão, por conta da estupidez e da ganância peculiar nos seres humanos.

Ceder o miolo da floresta é o mesmo que atear fogo no meio de um monte de palha e alegar que o fogo é controlável.

Vejam a hipocrisia e as barbáries do Estado! Moro em Florianópolis uma cidade eminentemente turística e que necessita de muita infra-estrutura objetivando atender a demanda e, casualmente, citando apenas um pequeno fato, na região ribeirinha continental, como há necessidade da colocação de trapiches, o IBAMA, a FLORAN e a FATMA assessorados pelos gandulas da Capitania dos Portos, impedem quaisquer uma destas melhorias. Isto porque são somente trapiches, que podem ser montados e desmontados em quaisquer tempos.

Em contrapartida, o próprio Estado utiliza o mesmo local, a praia do bairro de nome Balneário, para canalizar o emissário de esgoto até a localidade de Potecas, em São José (SC), onde o esgoto é reciclado, ou seja, pura hipocrisia.

Não me importa lutar contra uma Ponto Frio da vida ou contra o Estado, o que importa e exercermos o livre e democrático direito de esbravejar, sem ficarmos no banco dos reservas. Precisamos repassar, gritar, cobrar do Ministério Público, enfim mexer com as autoridades, mostrar que não estamos satisfeitos.

fonte:Brasil Wiki Manfrinni,
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